🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

MEXENDO NA CARTEIRA

TRXF11 vai às compras de novo, e mercado torce o nariz: cotas caem após FII desembolsar R$ 340 milhões por ativos corporativos

O anúncio veio após o TRXF11 vender um imóvel locado ao Delboni Auriemo, localizado na Vila Mariana (SP), por R$ 77 milhões

Thera Corporate, edifício corporativo localizado na Berrini (SP). - Imagem: Divulgação

Depois de passar por um terremoto na bolsa, o fundo imobiliário (TRXF11) voltou a mexer no portfólio. O FII informou que firmou compromissos para adquirir ativos corporativos em São Paulo (SP) por R$ 340,3 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas os investidores seguem com um pé atrás. Após o anúncio, as cotas abriram o dia em queda significativa. Por volta das 11h, o TRXF11 caía 1,40%, a R$ 71,91.

Segundo o fato relevante divulgado na sexta-feira (11), as operações envolvem o Edifício Morumbi, localizado na Avenida Morumbi, e dez unidades do Thera Corporate – Torre 3, na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini.

Do total, R$ 249,3 milhões correspondem à aquisição das lajes do Thera Corporate, que estão localizadas nos 3º, 4º, 16º, 17º e 18º pavimentos do empreendimento. Já os R$ 90,9 milhões serão destinados à compra da propriedade completa do Edifício Morumbi.

O anúncio da aquisição veio após o TRXF11 vender um imóvel locado ao Delboni Auriemo, localizado na Vila Mariana (SP), por R$ 77 milhões. O ativo está locado ao Delboni Auriemo, laboratório da Dasa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação prevê pagamento integral em dinheiro e, caso seja concluída, o FII estima um lucro de R$ 3,6 milhões, equivalente a R$ 0,06 por cota. Além disso, a taxa interna de retorno (TIR) da venda é de 16,28%.

Leia Também

INVESTIMENTO ESG

Energia limpa na Bolsa: novo ETF da Galapagos amplia aposta em empresas brasileiras e tem apoio do BNDES

PARA ONDE VAI A BOLSA

BofA está otimista e tem nova projeção para a Selic; banco já elegeu suas ações preferidas para investir em cenário mais positivo para juros

Segundo a gestora, o preço negociado está 12,23% acima do último laudo de avaliação do imóvel e representa um cap rate (taxa de capitalização) de 7,03%, considerando o aluguel mensal vigente.

Thera Corporate

No caso das unidades adquiridas pelo TRXF11 do Thera Corporate, a transação foi firmada com o Hedge AAA (HAAA11) e será paga em duas etapas. A primeira parcela, de R$ 95,3 milhões, será quitada na data de encerramento da 13ª emissão de cotas do fundo, atualmente em andamento.

Vale lembrar que o anúncio da emissão causou burburinho no mercado. Podendo chegar a R$ 10 bilhões, a operação levantou questionamentos dos cotistas sobre o nível de liquidez do TRXF11 para absorver as operações com troca de cotas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O crescimento do fundo é apoiado no uso dos papéis como moeda de troca para adquirir novos empreendimentos. Porém, a partir do momento que os vendedores passam a ter cotas do FII em troca dos seus ativos, eles podem vendê-las, podendo gerar uma pressão vendedora. O Seu Dinheiro contou essa história em detalhes aqui.

Segundo a TRX, gestora do fundo, o pagamento pas unidades do Thera Corporate poderá ser feito por meio da compensação de créditos decorrentes da subscrição de papéis do TRXF11 pelo HAAA11.

Já os R$ 154 milhões restantes serão pagos até 12 de junho de 2030, corrigidos pela variação positiva do IPCA (inflação) e acrescidos de juros de 9,20% ao ano.

Edifício Morumbi na carteira do TRXF11

Já a aquisição do Edifício Morumbi envolve duas negociações. O FII pagará R$ 60,6 milhões pela totalidade das cotas da HOFC Empreendimentos Imobiliários, sociedade que detém a propriedade do imóvel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o fundo desembolsará outros R$ 30,3 milhões pelo usufruto — direito de usar e usufruir dos rendimentos do ativo sem ser o dono efetivo — do edifício, atualmente detido pelo Hedge Office Income (HOFC11).

A parcela referente ao usufruto será paga na data de liquidação, sendo admitida a compensação com créditos decorrentes da subscrição de cotas do TRXF11 pelo HOFC11, no valor de até R$ 30,3 milhões.

No caso da aquisição das cotas da HOFC Empreendimentos, R$ 35,3 milhões serão pagos inicialmente, também com possibilidade de compensação mediante subscrição de papéis.

Os R$ 25,3 milhões restantes serão pagos até 12 de junho de 2030, corrigidos pelo IPCA e acrescidos de juros de 9,20% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Seu Dinheiro entrou em contato com a gestora sobre as aquisições. A TRX afirmou que não vai comentar sobre as operações até o fim da 13ª emissão de cotas.

A garantia do TRXF11

Os compromissos de compra preveem ainda uma indenização de performance a ser paga pelos fundos vendedores ao TRXF11 durante 24 meses após a transmissão da posse dos imóveis.

No caso do Thera Corporate, o valor de referência é de R$ 1,747 milhão por mês. Para o Edifício Morumbi, a referência é de R$ 766 mil mensais.

Além disso, o HOFC11 ficará responsável pela execução e pelos custos do retrofit do sistema de ar-condicionado do Edifício Morumbi.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, a conclusão das aquisições ainda depende do cumprimento de condições usuais para transações desse tipo.

Entre elas está a aprovação pelos cotistas dos fundos vendedores, HOFC11 e HAAA11, em assembleias gerais realizadas por meio de consulta formal, com encerramento previsto para 21 de setembro de 2026.

No caso do Thera Corporate, a operação também depende da anuência dos titulares dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que têm os imóveis como garantia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Assaí (ASAI3). 13 de setembro de 2026 - 13:06
Imagem gerada por inteligência artificial contrastando o mercado financeiro do Brasil e dos Estados Unidos, com as bandeiras dos dois países, gráficos de ações e símbolos icônicos da B3 e Wall Street. 10 de setembro de 2026 - 15:01
9 de setembro de 2026 - 17:02
Touro da bolsa de valores surfando 8 de setembro de 2026 - 13:12
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 8 de setembro de 2026 - 12:46
Logo do Itaú (ITUB4) 7 de setembro de 2026 - 16:10
Construção civil 7 de setembro de 2026 - 12:17
dividendos ações proventos 5 de setembro de 2026 - 17:45
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 5 de setembro de 2026 - 12:01

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

5 de setembro de 2026 - 12:01
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 4 de setembro de 2026 - 18:45
3 de setembro de 2026 - 16:48
Ações do mês | ação JBS JBSS3 3 de setembro de 2026 - 6:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar