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Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
EUA

Um Banco Central “fofo” e “ridículo”

Presidente dos EUA, Donald Trump, segue vociferando contra o Federal Reserve por subir juro

Eduardo Campos
Eduardo Campos
11 de outubro de 2018
11:37 - atualizado às 11:54
Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump - Imagem: Shutterstock

Pelo segundo dia consecutivo Donald Trump ataca seu banco central, o Federal Reserve (Fed). Ontem, disse que o Fed “enlouqueceu” e agora, com sua contumaz ironia, disse que o BC “está ficando um pouco fofo demais”, antes dizer que “é ridículo o que eles estão fazendo”.

Desde julho Trump já vem demostrando sua insatisfação com a elevação de juros e tinha feito outros ataques ao BC conduzido por Jerome Powell, mas parece que a forte queda do mercado no pregão de quarta-feira, o deixou ainda mais irritado.

Na entrevista, Trump também levou o assunto para o lado pessoal, falando que ele está pagando juros mais elevados por culpa do Fed e que Powell e companhia estão cometendo um grande erro.

Pode ser que Trump esteja antevendo um arrefecimento no forte ritmo de crescimento da economia americana e já esteja em busca de eventuais culpados. O presidente americano quer juros baixos para estimular uma economia já aquecida e não mostra preocupação com o comportamento da inflação. Outra avaliação possível é que juro baixo ajudaria Trump a lidar com seu problema fiscal, pois seria incoerente subir impostos depois dos cortes que ele mesmo promoveu.

Os ataques, no entanto, não devem abalar a independência do Fed, que tem acenado a continuidade do ajuste gradual das taxas de juros. O próximo encontro do Fed será nos dias 7 e 8 de novembro. Para a reunião de dezembro, dias 18 e 19, se espera mais um aperto de 0,25 ponto percentual, elevando o juro do range atual de 2% a 2,25%.

Em entrevista após subir o juro em 26 de setembro, Powell foi questionado sobre as críticas de Trump, e afirmou que o Fed executa exclusivamente a sua missão e que “não levamos em conta fatores políticos”.

O ritmo de aperto das condições monetárias americanas é assunto relevante para a economia americana e mundial e o próprio Powell reconhece isso, ao dizer que o Fed está sendo claro e gradual no seu processo de ajuste.

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