Não há evidências suficientes para provar o conluio entre a campanha de Donald Trump e a Rússia, destaca carta
O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, informou agora à tarde (24) às autoridades americanas uma parte do conteúdo do relatório do conselheiro especial do DoJ, Robert Mueller

Depois de muito suspense sobre o tema, o procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, informou agora à tarde (24) que não há evidências suficientes para provar o conluio entre a campanha de Donald Trump e o governo russo. As informações são da CNN.
A carta de Barr torna pública a conclusão do relatório de Robert Mueller, conselheiro especial do Departamento de Justiça (DoJ), responsável pelas investigações.
No documento, o procurador ressalta que não há evidências suficientes para provar o crime de obstrução de justiça de Trump, de forma ilegal. Mas aponta que "apesar de o relatório não poder concluir que o presidente cometeu um crime, isso não o isenta", destacou Barr.
O documento não foi divulgado na íntegra, mas o procurador afirmou hoje que pretende divulgar mais partes de seu conteúdo.
As conclusões estavam sendo esperadas pelos analistas do mercado por conta de possíveis impactos nas bolsas americanas. A expectativa dos especialistas era que os ativos iriam reagir com grande volatilidade nos próximos dias.
Reação da Casa Branca
Após a divulgação da carta, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, se manifestou e disse que o resultado das investigações do DoJ "isentam de forma total e completa o presidente dos Estados Unidos".
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As investigações
Depois de quase dois anos, o procurador especial, Robert Mueller, entregou nesta sexta-feira (22/03) o relatório final das investigações sobre a suposta interferência nas eleições presidenciais de 2016.
Mueller investigava os supostos laços entre a Rússia e a equipe de campanha do então candidato pelo Partido Republicano e agora presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando inclusive a possibilidade de que o mandatário possa ter obstruído a Justiça, desde maio de 2017. Até agora, o procurador especial acusou 34 pessoas, entre elas seis ex-assessores do governante.
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