Para onde vai a Selic? Itaú prevê taxa básica de juros a 5%, se reforma passar
Para o Itaú, a atividade econômica fraca e inflação abaixo do centro da meta abrirão espaço para estímulos monetários adicionais – e que levarão a essa patamar; hoje a Selic está em 6,5%

Como vai ficar a Selic? O Itaú Unibanco divulgou nesta sexta-feira, 14, uma relatório no qual projeta a Selic em 2019 a 5%. Para 2020, a instituição também espera que a taxa básica de juros fique em 5%.
O banco, no entanto, condiciona essa projeção a aprovação da reforma da Previdência. No Comitê de Política Monetária (Copom) deste mês, o Itaú diz esperar que a Selic seja mantida em 6,5%.
Para o banco, a atividade econômica fraca e inflação abaixo do centro da meta abrirão espaço para estímulos monetários adicionais - e que levarão a taxa Selic para 5,0% em 2019 e 2020.
Com a inflação contida e o ritmo ainda mais lento do que o esperado de recuperação da atividade econômica, o Itaú afirma que passa a projetar um ciclo de corte de juros maior.
E quando começa?
Para o Itaú, o ciclo de recuo da Selic deve se iniciar no Copom de julho. É quando o banco espera uma redução de 0,25%. A projeção está a linhada também com a expectativa de que a primeira votação da reforma na Câmara aconteça em julho.
"Entendemos que o Copom não cortará a taxa Selic antes da aprovação da reforma na primeira votação na Câmara", diz o banco.
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De acordo com o Itaú, a versão final a ser aprovada pelo Congresso terá impacto fiscal de R$ 750 bilhões no acumulado em dez anos. "A desidratação adicional em relação ao texto proposto na Comissão Especial viria provavelmente por meio de votações de destaques no plenário da Câmara", opina o Itaú.
PIBinho
No relatório que o Itaú divulgou, há também uma projeção de crescimento de 0,3% do PIB do segundo trimestre deste ano. A instituição também prevê um crescimento econômico de 0,8% em 2019 e 1,7% para o ano que vem.
No último dia 30 de maio, dados divulgados pelo IBGE apontaram que o PIB teve contração de 0,2% no primeiro trimestre deste ano na comparação com os três meses anteriores, na série com ajuste sazonal. Já o último boletim Focus projeta um crescimento de 1% para 2019.
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