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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Câmbio pressionado

Dólar à vista fecha em alta e chega a R$ 4,21 pela primeira vez na história

Fatores domésticos, somados ao fortalecimento da divisa americana em escala global, fazem o dólar à vista operar em alta firme nesta segunda-feira

Victor Aguiar
Victor Aguiar
25 de novembro de 2019
11:21 - atualizado às 17:18
Dólar subindo
Imagem: Shutterstock

O mercado de câmbio teve um início de semana bastante pressionado. Tanto é que o dólar à vista, que vinha passando por uma onda de tranquilidade, fechou em alta firme nesta segunda-feira (25) e, com isso, chegou a um novo recorde de fechamento.

A divisa até chegou a operar em queda durante a manhã, mas logo virou para o campo positivo — e de lá não saiu. Ao fim do dia, o dólar à vista teve alta de 0,52%, a R$ 4,2145, marcando a primeira vez na história que a moeda americana encerrou uma sessão no nível de R$ 4,21. A máxima anterior era de R$ 4,2055, do último dia 18.

O mercado doméstico de câmbio acompanhou o tom visto no exterior: lá fora, o dólar ganhou terreno tanto em relação às moedas fortes quanto aos ativos de países emergentes. O índice DXY, que compara o dólar a uma cesta com as principais moedas do mundo, subiu 0,04%, indicando um fortalecimento em relação aos seus pares.

E, em relação às divisas de países emergentes, o dólar subiu em relação ao real, ao peso mexicano, o rublo russo, o rand sul-africano, o peso colombiano e a lira turca — as exceções foram as moedas do Chile e da Argentina, que passaram por fortes desvalorzações recentes.

E o que explica essa nova alta do dólar? Lá fora, a percepção de alívio na guerra comercial fez os investidores aumentarem a exposição ao risco nas bolsas, mas não foi capaz de fazer o mesmo no câmbio. É uma estratégia que vem sendo usada com frequência: o dólar é usado como proteção, caso a aposta em ações dê errado.

Só que o desempenho do real foi pior que o das demais divisas de países emergentes — e isso porque, em termos domésticos, também havia elementos que traziam cautela aos agentes financeiros. Por aqui, houve alguma frustração com os dados do setor externo brasileiro em outubro: um déficit em conta corrente de US$ 7,86 bilhões no mês.

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"Há certa escassez de recursos no Brasil, o fluxo de ingresso diminuiu bastante", diz Ricardo Gomes Filho, operador da corretora Correparti. "Por outro lado, há remessas de empresas ao exterior, com filiais mandando recursos às matrizes no fim de ano".

Em meio a esse desequilíbrio, nem mesmo o leilão de linha — ou seja, a venda de dólares com compromisso de recompra pelo Banco Central (BC) — no montante de US$ 1,5 bilhão foi capaz de trazer alívio ao mercado de câmbio.

Juros em alta

Com a pressão no dólar à vista, as curvas de juros também fecharam em nesta segunda-feira, dando continuidade ao movimento de ajustes positivos vistos desde a semana passada. Veja abaixo como estão os principais DIs neste momento:

  • Janeiro/2021: alta de 4,64% para 4,65%;
  • Janeiro/2023: avanço de 5,88% para 5,94%;
  • Janeiro/2025: ganho de 6,45% para 6,54%;
  • Janeiro/2027: subida de 6,77% para 6,85%.

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