Felipe Miranda: A lei da gravidade na bolsa — a queda dos juros e os ciclos de alta das ações
A bolsa brasileira passou por uma sequência inesperada de quedas, mas a história mostra que movimentos de baixas de juros impulsionam ações
Rodolfo Amstalden: Erraram nas projeções do PIB? O que fazer quando é impossível saber antes
O financista deve fazer já uma aposta verossímil, enquanto o economista trabalha para validá-la ou refutá-la ao longo dos próximos meses e anos
Felipe Miranda: O que está acontecendo com o PIB?
O indicador cresceu 0,9% no segundo trimestre, superando a expectativa de consenso de 0,3% — e o agro não foi a única surpresa
Rodolfo Amstalden: Vista seu boné vermelho e entre na floresta
Se você bota um lobo no meio da floresta, com o talento persuasivo de fazer a Chapeuzinho se desviar por um momento do caminho, as coisas começam a ficar mais interessantes
Rodolfo Amstalden: Nosso louco amor
Agosto só termina quando acaba; poderemos decretar seu verdadeiro teor de loucura daqui a exatos oito dias
Felipe Miranda: O ouro é o novo bitcoin?
Voltamos à velha ideia de que o “safe haven” disponível é mesmo o ouro, em especial para eventos geopolíticos
Rodolfo Amstalden: Tudo mais ou menos constante
Perdemos a capacidade de encarar o tabuleiro como um jogo de múltiplos parâmetros maleáveis, e passamos a focar em uma única peça de xadrez
Felipe Miranda: Bizarre love triangle
Há um triângulo amoroso meio bizarro entre os indicadores macroeconômicos clássicos, as relações institucionais e as relações microeconômicas
Rodolfo Amstalden: Decifrando o devorar das cifras
A ata do Copom é um exemplo de como uma comunicação ambígua e a má interpretação de texto podem dividir o mercado
Felipe Miranda: Ibovespa a 200 mil pontos, é possível?
Muito se fala de uma iminente disparada do Ibovespa, mas até que ponto a bolsa brasileira pode chegar? Tudo depende das premissas
Felipe Miranda: Daniel (Goldberg) na cova dos leões
Daniel Goldberg, fundador e CIO da Lumina, é um gestor com pensamento diferenciado em relação ao restante do Leblon e da Faria Lima
Felipe Miranda: Se está assim pra ele, imagina pra…
Até mesmo os maiores gênios vão tropeçar e simplesmente não há motivo racional para isso. Por mera aleatoriedade ou por alguma surpresa no meio do caminho, podemos acabar num cenário diferente daquele originalmente admitido pelo gestor.
Rodolfo Amstalden: beleza para além do óbvio
As apostas do mercado para 2023 eram de bolsa para baixo, no Brasil e nos EUA. Mas eis que os desempenhos têm desafiado as previsões
Felipe Miranda: os 12(0) trabalhos de Hércules
Na vida do investidor, são cometidos muitos erros até que um iniciante fique calejado; o bull market do Ibovespa colocará o preparo à prova
Rodolfo Amstalden: separar ruído de sinal? Boa sorte
Em tese, o ruído deveria ser ignorado pelo investidor, enquanto os sinais deveriam ser receber atenção — mas a teoria é diferente da prática
Indefinível; mas não tente se matar, pelo menos esta noite, não…
As coisas vão melhor que o esperado para a economia do Brasil, mas o fenômeno também é visto lá fora — e há como aproveitar esse quadro
Rodolfo Amstalden: Roubando atenção dos ricos para dar ao pobre real
Se confirmada a tendência, e com a ajuda complementar da conta de capital, o real pode ficar mais forte, o crescimento potencial pode ser maior e o risco soberano, menor
Bolsonaro inelegível — e agora: teremos a volta da polarização ou uma oportunidade para a direita brasileira?
Se mantendo o quadro definido até aqui, quem perde com a decisão do STF? Além do próprio Bolsonaro, claro, outro perdedor parece ser o Lula
Rodolfo Amstalden: É possível ser neutro e real ao mesmo tempo?
Se perguntarmos para qualquer economista da Faria Lima, ouviremos, sem titubear, que a taxa de juros real neutra no Brasil oscilou entre 2% e 12% nos últimos vinte anos
Felipe Miranda: Lula e Campos Neto, um caso de amor?
Se RCN sair do BC com inflação abaixo de 4%, Selic de 9% e Ibovespa a 160 mil pontos, de quem será o mérito?