Felipe Miranda: A Odisseia — dólar, petróleo e outras cositas más
Diante de um carrego tão alto e com commodities mais caras, sobretudo agora com este rali do petróleo diante do novo corte da Opep, o dólar, objetivamente, não tem sido um bom hedge
Rodolfo Amstalden: I want to connect
Com 5 minutos guardados, aproveito para reconsiderar as escolhas que eu fiz e tenho feito — muitas delas, estúpidas
Itadakimasu: um conceito japonês para Lula absorver neste momento tenso da economia
Lula poderia aprender o Itadakimasu, expressão adotada em agradecimento à comida servida, mas de forma ampla, a todos os fornecedores
Rodolfo Amstalden: O último leitor
Na transição, Haddad era tido como apenas outro dentre tantos inimigos do mercado. Hoje fica claro que temos um ministro da Fazenda devidamente letrado.
Felipe Miranda: O fim da história do Credit Suisse
Instituições tão grandiosas como o Credit Suisse são uma metonímia do mercado. Não é apenas uma figura de linguagem. É o que as define como “risco sistêmico”, grandes demais para falir. Se algo está errado com elas, é porque existe algo tóxico no sistema inteiro.
Rodolfo Amstalden: Nada melhor do que a chegada de um problema gravíssimo
Nenhuma outra ocorrência seria tão capaz de virar rapidamente o rumo dos juros, no Brasil e no mundo, quanto a perspectiva de uma crise financeira global
Felipe Miranda: Paixão antiga — futebol e ações
Por aqui, o cenário macroeconômico é particularmente complexo. Lá fora, o ambiente está cada vez mais nebuloso.
Rodolfo Amstalden: Até pouco tempo atrás, era coisa de comunista
As principais decisões dos formuladores de política econômica precisam ser tomadas sobre o improviso do palco, em contextos que escapam ao script do livro-texto
Felipe Miranda: O mal é bom e o bem, cruel
Ao forçar a queda de juro com discursos inflamados, antecipar a regra fiscal para antes do Copom e cobrar politicamente um gesto público de Roberto Campos Neto, o governo Lula colhe mais juro, mais dólar e mais expectativa de inflação.
Felipe Miranda: Penitências marcadas a mercado
Estamos há anos debatendo a questão fiscal, uma preocupação insuperável. Talvez seja o caso de vasculharmos cases capazes de andar bem a despeito das discussões fiscais, do que propriamente esperar por Godot.
Os cinco livros mais legais para aprender a investir
Leitura sobre investimentos não precisa ser maçante. Eis uma lista com cinco livros prazerosos sobre o tema para você ter na sua coleção
Desejo de controle de Lula pode fazer Selic ficar mais alta do que ele gostaria
Para Rodolfo Amstalden, o desejo de controle é o grande mal ideológico; e se o mercado deveria deixar o presidente trabalhar, este deveria deixar o mercado trabalhar também
Felipe Miranda: Efeito Americanah
“Americanas” virou termo maculado, talvez para sempre – sinônimo de coisa ruim, fraude contábil e, ainda pior, medo de desdobramentos sistêmicos. Seu quase homônimo “Americanah” continua representando um deleite literário, rico em emoções e lições de vida.
Rodolfo Amstalden: Pombos e falcões voando na mesma altitude
Contra a responsabilidade fiscal, contra o Banco Central, contra a Eletrobras privatizada, contra tudo e contra todos, Lula não tem conseguido ficar a favor de si mesmo neste início de mandato
Felipe Miranda: No meio está a virtude, sendo os extremos, vícios
Se insistirmos na convergência acelerada da inflação em 3%, possivelmente mergulharemos o país numa recessão, com o risco real de uma grave crise de crédito e quebradeira no meio do caminho
Nos investimentos, o risco é sempre do comprador — e quem arriscou comprar bitcoin lucrou 35% em janeiro
No mercado acionário, as relações de troca são orientadas por distribuições de probabilidade que, naturalmente, contêm erros
Felipe Miranda: Riders on the storm — como ganhar da Bolsa em 2023?
O Ibovespa subiu 4,69% em 2022, por exemplo. Não bateu o CDI, mas foi um desempenho bastante razoável se julgarmos a indisposição geral a risco no ano, quando o portfólio 60/40 teve sua sétima pior performance desde 1900, de acordo com a Goldman Sachs
Rodolfo Amstalden: Estamos ansiosos para mudar de assunto
Nos últimos 12 meses, debatemos apenas política e fiscal. Quando podemos voltar a falar de empresas, a Americanas vira tema dominante
Felipe Miranda: Era uma vez no Oeste
O 3G resolveu falar sobre Americanas e emitiu um comunicado protocolar. Estamos falando de possivelmente as maiores referências do capitalismo moderno brasileiro
Rodolfo Amstalden: Quanto vale a sua reputação?
Partindo de uma dotação inicial de R$ 180 bilhões, qual seria uma função utilidade que lhe faria disposto a gastar R$ 20 bilhões para preservar sua reputação?