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Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h
Depois de subir 200% na última sexta-feira (9), a Azul (AZUL54) pode enfrentar turbulência no voo rumo à conversão de suas ações. Isso porque a votação antecipada dos acionistas mostrou que os ventos sopram na direção da rejeição da unificação as ações da aérea.
As assembleias para votar a proposta de conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON) e de unificação da estrutura da companhia estão marcadas para esta segunda-feira (12) e fazem parte do plano de reestruturação financeira no âmbito do Chapter 11 nos EUA, a lei norte-americana que equivale à proteção e falências.
A Azul possui 724,75 bilhões de ações preferenciais. Do total dos detentores desse tipo de papel, que deliberam às 11h de segunda-feira (12), foram representadas 6,205 milhões de ações PN na votação antecipada.
De acordo com os mapas sintéticos consolidados divulgados pela Azul, penas 124,1 mil votos foram favoráveis à conversão na proporção de 75 ações ordinárias para cada ação preferencial, enquanto 6,076 milhões de votos foram contrários e 5,2 mil se abstiveram.
Já entre os detentores de ações ordinárias, que deliberam às 14h, 702,558 milhões de votos enviados à distância foram integralmente contrários tanto à conversão das ações preferenciais quanto à alteração do Estatuto Social que eliminaria a classe PN. A Azul possui 725,9 bilhões de ações ordinárias.
Os números indicam que, ao menos entre os acionistas que se manifestaram previamente, a proposta de reestruturação do capital enfrenta forte resistência. O desfecho dependerá agora das assembleias desta segunda-feira (12) que, até a publicação desta matéria, seguiam agendadas.
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Em meio ao plano de reestruturação financeira, as ações da Azul têm passado por um verdadeiro sobe e desde na bolsa.
Depois de dias de derretimento e com o mercado ainda tentando digerir a diluição bilionária imposta aos acionistas, os papéis AZUL54 fecharam a sexta-feira (10) em alta de 200%, cotados a R$ 75,00. Confira aqui os detalhes.
No pano de fundo da movimentação das ações está o aumento de capital de R$ 7,44 bilhões, que provocou uma diluição massiva dos minoritários.
Para Matheus Cabral, private banker da Guardian Capital, a alta da sexta-feira (10) é um repique técnico depois de uma queda considerada excessiva, já que as ações acumulavam um tombo de cerca de 90% nos últimos dias.
Ainda assim, as ações da Azul começam 2026 com uma perda acumulada de 95,9%.
Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia
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