Uma resposta a Israel? Assembleia da ONU aprova por maioria esmagadora mais direitos aos palestinos
O projeto de resolução também apela ao Conselho de Segurança que reconsidere favoravelmente o pedido dos palestinos para a adesão plena à organização

Menos de 24 horas depois de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmar que continuaria sozinho a sua ofensiva contra o Hamas — que agora se concentra em Rafah, no sul de Gaza — a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, com maioria esmagadora, uma resolução que concede direitos adicionais aos palestinos.
Além disso, o projeto também apela ao Conselho de Segurança que reconsidere favoravelmente o pedido dos palestinos para a adesão plena à organização.
“A Assembleia Geral determina que o Estado da Palestina está qualificado para ser membro da ONU em conformidade com o artigo 4° da Carta das Nações Unidos e deve, portanto, ser admitido como membro das Nações Unidas”, diz a resolução.
- VOCÊ JÁ DOLARIZOU SEU PATRIMÔNIO? A Empiricus Research está liberando uma carteira gratuita com 10 ações americanas pra comprar agora. Clique aqui e acesse.
Os novos direitos dos palestinos
Entre os direitos concedidos aos palestinos estão o assento entre os estados-membros por ordem alfabética, a apresentação de propostas individualmente ou em nome de um grupo perante a Assembleia Geral, a solicitação do direito de resposta, solicitar modificações na agenda e fazer declarações, entre outros pontos.
A resolução também pede que os direitos reivindicados pelos palestinos sejam considerados como exceção e não tomados como um precedente.
“O Estado da Palestina, na qualidade de Estado observador, não tem o direito de votar na Assembleia Geral ou de apresentar a sua candidatura aos órgãos das Nações Unidas”, diz a resolução.
Leia Também
- Como proteger os seus investimentos: dólar e ouro são ativos “clássicos” para quem quer blindar o patrimônio da volatilidade do mercado. Mas, afinal, qual é a melhor forma de investir em cada um deles? Descubra aqui.
Os votos em favor e contrários
O projeto de resolução, apresentado pelos Emirados Árabes Unidos e copatrocinado por 40 países, obteve 143 votos a favor e nove contra, com 25 abstenções entre os 193 estados-membros.
Israel encabeçou a lista de países que votaram contra junto com os EUA e Hungria.
Canadá, Alemanha, Ucrânia, Itália e Reino Unido se abstiveram.
- Leia também: Um perigo à espreita: como EUA e China podem colocar a economia mundial em risco — de novo
Israel sozinho na guerra
No dia anterior, Netanyahu disse que seu país enfrentaria o Hamas sozinho se necessário.
“Digo aos líderes do mundo que nenhuma pressão, nenhuma decisão de qualquer fórum internacional impedirá Israel de se defender. Se Israel for forçado a permanecer sozinho, seguirá sozinho”, afirmou.
A preocupação com os impactos da ofensiva no sul de Gaza levou o presidente dos EUA, Joe Biden, a cortar o suprimento de alguns itens militares para Israel.
A passagem de Rafah na fronteira com o Egito, maior ponto de entrada para ajuda humanitária, está fechada desde que o Exército israelense tomou controle pelo lado de Gaza na terça-feira (7).
*Com informações da Reuters e da Lusa
Gaza vai mudar de lugar ou terá novo dono? A sugestão de Trump que promete incendiar o Oriente Médio — de novo
Republicano recebeu Benjamin Netanyahu nesta terça-feira (4) na Casa Branca; o premiê de Israel é o primeiro líder estrangeiro a ir a Washington depois da posse
Cessar-fogo após 15 meses: Hamas libera quatro militares de Israel em troca de 200 prisioneiros palestinos hoje
As quatro militares apareceram sorrindo e fizeram acenos antes de deixarem o local em veículos da Cruz Vermelha para serem transportadas pelas forças de Israel
Donald Trump 2T1E: Ibovespa começa semana repercutindo troca de governo nos EUA; BC intervém no dólar pela primeira vez em 2025
Enquanto mercados reagem à posse de Trump, Banco Central vende US$ 2 bilhões em dois leilões de linha programados para hoje
O começo do fim: Israel aprova cessar-fogo em Gaza e oficializa trégua com o Hamas; primeira fase do acordo começa neste domingo
O cessar-fogo entre Israel e Hamas faz parte da primeira fase do acordo apresentado pelo presidente dos EUA, Joe Biden, neste mês. As negociações buscam dar fim ao conflito que já dura mais de 15 meses
A Nova Zelândia é aqui: Ibovespa tenta manter recuperação em dia de IBC-Br e varejo nos EUA depois de subir quase 3%
Enquanto a temporada de balanços começa em Wall Street, os investidores buscam sinais de desaquecimento econômico no Brasil e nos EUA
A paz antes de Trump chegar: o que você precisa saber sobre a trégua entre Israel e o Hamas
Biden disse que o acordo será implementado em três fases, começando no domingo, 19 de janeiro — um dia antes da posse do republicano
‘Melhor ex-presidente dos EUA’, Jimmy Carter construiu sólida reputação de defensor da paz, da democracia e dos direitos humanos
Mais longevo presidente da história dos Estados Unidos, Jimmy Carter faleceu no domingo aos 100 anos de idade
Brasil desembolsa R$ 1,9 bilhão para organismos internacionais e deixa dívidas e despesas para trás
A única parcela remanescente de pagamento, que não se trata de despesa obrigatória, é de R$ 87,4 milhões junto a fundos de cooperação
Ibovespa aguarda IPCA de novembro enquanto mercado se prepara para a última reunião do Copom em 2024; Lula é internado às pressas
Lula passa por cirurgia de emergência para drenar hematoma decorrente de acidente doméstico ocorrido em outubro
Nunca é tarde para diversificar: Ibovespa continua à espera de pacote em dia de revisão de PIB e PCE nos EUA
Haddad pretende começar hoje a apresentação do pacote fiscal do governo aos líderes do Congresso Nacional
Fim da guerra? Netanyahu anuncia cessar-fogo com Hezbollah, mas impõe condições rígidas
O primeiro-ministro israelense adotou postura de força no primeiro sinal de esfriamento do conflito
Acaba logo, pô! Ibovespa aguarda o fim da cúpula do G20 para conhecer detalhes do pacote fiscal do governo
Detalhes do pacote já estão definidos, mas divulgação foi postergada para não rivalizar com as atenções à cúpula do G20 no Rio
O fim da temporada — ou quase: balanço da Nvidia ainda movimenta semana, que conta com novo feriado no Brasil
Enquanto isso, as bolsas internacionais operam sem um sinal único, sofrendo ajustes após o rali do Trump Trade dos últimos dias
No G20 Social, Lula defende que governos rompam “dissonância” entre as vozes do mercado e das ruas e pede a países ricos que financiem preservação ambiental
Comentários de Lula foram feitos no encerramento do G20 Social, derivação do evento criada pelo governo brasileiro e que antecede reunião de cúpula
Trump 2.0 vem aí: conheça as primeiras caras do novo governo dos EUA — e um deles é um linha-dura da polícia
O republicano já começou a escolher algumas das principais figuras do seu segundo governo; conheça o currículo de cada um deles
Guerra no Oriente Médio: por que o petróleo despenca 5% hoje e arrasta a Petrobras (PETR4) e outras ações do setor
O setor de petróleo e gás protagoniza o campo negativo da bolsa brasileira nesta segunda-feira (28), com os mais diversos tons de vermelho tingindo as ações das petroleiras locais pela manhã. A Prio (PRIO3) é quem lidera as perdas no Ibovespa, com recuo de 3,24% por volta das 11h45. Por sua vez, a Petrobras (PETR4) […]
O saldão da eleição: Passado o segundo turno, Ibovespa se prepara para balanços dos bancões
Bolsas internacionais repercutem alívio geopolítico, resultado eleitoral no Japão e expectativa com eleições nos Estados Unidos
Tudo incerto, nada resolvido: Bolsas internacionais amanhecem no vermelho e dificultam a vida do Ibovespa em dia de agenda vazia
Fora alguns balanços e o Livro Bege do Fed, investidores terão poucas referências em dia de aversão ao risco lá fora
Depois de empate com sabor de vitória, Ibovespa reage à Vale em meio a aversão ao risco no exterior
Investidores repercutem relatório de produção da Vale em dia de vencimento de futuro de Ibovespa, o que tende a provocar volatilidade na bolsa
Petróleo tomba no exterior com guerra no Oriente Médio e demanda mais fraca no radar — e ações da Petrobras (PETR4) acompanham queda na B3
O esfriamento da guerra no Oriente Médio faz sombra sobre a commodity hoje após notícias de que Israel teria prometido aos EUA que não atacaria instalações de petróleo e nucleares do Irã