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REMÉDIOS ANTITRUSTE

Google na mira: EUA consideram separação da Alphabet após decisão de monopólio da big tech — e analistas estão cada vez mais pessimistas

Se a cisão forçada da gigante de buscas acontecer, será a maior de uma empresa norte-americana desde que a AT&T foi desmantelada, na década de 1980

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9 de outubro de 2024
17:42
Logo do Google numa parede. A empresa é controlada pela Alphabet (GOGL34) e está entre as mais desejadas por trainees/trainee
Imagem: Divulgação/Google

A dona do Google pode ser forçada a se separar. O Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos considerou uma possível divisão da Alphabet como um “remédio” para o monopólio de buscas online da  gigante da tecnologia.

Segundo o DoJ, as soluções antitruste seriam necessárias para “prevenir e restringir a manutenção do monopólio podem incluir requisitos e proibições contratuais; requisitos de produtos não discriminatórios; requisitos de dados e interoperabilidade; e requisitos estruturais”.

Desde 2020, o Departamento de Justiça norte-americano e o Google encontravam-se em uma forte disputa judicial sobre o domínio da companhia como mecanismo de busca padrão em smartphones. Trata-se do maior caso antitruste nos EUA desde que o país processou a Microsoft, em 1998.

Vale lembrar que o Google é a principal fonte de receita da Alphabet. Além disso, uma cisão forçada da gigante de buscas também seria a maior de uma empresa dos EUA desde que a AT&T foi desmantelada, na década de 1980.

Os potenciais “remédios” dos EUA

O DoJ afirmou ainda que estava “considerando soluções comportamentais e estruturais que impediriam o Google de usar produtos como Chrome, Play e Android para obter vantagens na pesquisa do Google e em produtos e recursos relacionados à pesquisa do Google — incluindo pontos de acesso e recursos de pesquisa emergentes, como inteligência artificial — em relação a rivais ou novos participantes”.

Há também a possibilidade de limitação ou de proibição dos acordos padrão e “outros acordos de compartilhamento de receita relacionados a produtos de busca e relacionados à busca” — como a parceria com os dispositivos iPhone, da Apple, e da Samsung.

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Isso porque, como a maioria das pessoas não altera os padrões de fábrica dos celulares ou computadores, elas acabam por manter as buscas no Google.

A justiça sugeriu que uma maneira de acabar com o domínio seria exigir uma “tela de escolha”, que poderia permitir que os usuários escolhessem entre outros mecanismos de busca.

Essas soluções acabariam com “o controle do Google sobre a distribuição hoje” e garantiriam que “o Google não pudesse controlar a distribuição de amanhã”.

Analistas cada vez mais pessimistas com a dona do Google

Na avaliação do Itaú BBA, ainda que a lista de remédios seja muito ampla, há três riscos importantes para a dona do Google: 

  • Requisitos de compartilhamento de dados, que poderiam potencialmente abrir os dados do Google, incluindo algoritmos, para concorrentes; 
  • Restrições ao Chrome; e 
  • Acordos de compartilhamento de receitas.

Segundo os analistas, o principal fator de preocupação é que a decisão do DoJ poderia reduzir significativamente as barreiras de entrada de concorrentes, impulsionando o ingresso de novos players no mercado de busca.

Desde que iniciou a cobertura das ações, o Itaú BBA manteve uma perspectiva pessimista sobre o Google. 

“Francamente, as próximas propostas — que devem ser detalhadas em 20 de novembro — aumentam nosso pessimismo, pois percebemos um risco potencial de mudanças estruturais no mercado de busca, um impulsionador essencial da lucratividade da Alphabet”, afirmaram os analistas. 

“Se novos concorrentes surgirem, acreditamos que a economia da Alphabet pode ser materialmente afetada.”

O banco manteve recomendação “market perform” — equivalente a neutro — para a dona do Google, com viés negativo.

*Com informações de CNBC e Bloomberg.

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