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Estadão Conteúdo

O FUTURO DOS JUROS

Possível sucessor de Campos Neto, Gabriel Galípolo diz que alta da Selic ‘está na mesa do Copom’

Segundo ele, o colegiado também não forneceu nenhum guidance para decisões futuras na ata da última reunião

Gabriel Galípolo
Gabriel Galípolo - Imagem: Reprodução YouTube

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira, 12, que a autoridade monetária está dependendo dos dados para tomar sua próxima decisão e que uma alta de juro "está na mesa" do Comitê de Política Monetária (Copom).

Segundo Galípolo, o colegiado também não forneceu nenhum guidance para decisões futuras na ata da última reunião, que aconteceu no final de julho.

O diretor de política monetária pontuou que a menção ao cenário alternativo na última ata, em que o IPCA ficaria em 3,2% no primeiro trimestre de 2026 — horizonte relevante da política monetária — não deve ser lido como um indicativo de que o BC irá, necessariamente, manter a Selic parada em 10,5%.

"Essa frase foi lida como retirar da mesa a possibilidade de alta na Selic, mas esse não é o diagnóstico. A alta está na mesa do Copom e precisamos ver como a situação irá se desdobrar", detalhou Galípolo.

Ele disse que a atuação do colegiado saiu de um ciclo de corte para uma percepção de que o Copom está disposto a conviver com um juro mais alto por mais tempo e que, se for necessário, pode haver alta.

Quando questionado sobre os impactos da política fiscal no trabalho do BC, Galípolo pontua que o desenrolar da política fiscal não pode mudar a percepção da autoridade monetária sobre a perseguição da meta de inflação. "Enquanto diretor do BC, vamos perseguir a meta. Isso pode se dar com um custo maior ou menor", afirmou.

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"Existe o risco de que, dado que já está na curva, as expectativas de cortes podem estar já nos preços ... Então, a ideia de que a chegada do Fed Federal Reserve pode ser uma grande mudança, não necessariamente" pode se confirmar, afirmou Galípolo.

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