Melhor ação do Ibovespa em 6 anos rendeu quase o dobro do bitcoin; veja ranking
Neste aniversário de seis anos do Seu Dinheiro, bitcoin se mantém como investimento mais rentável, com quase 1.200% de alta desde o nascimento do site, mas melhor ação do Ibovespa rendeu muito mais; veja os melhores e piores investimentos do período

No último dia 24 de setembro, o Seu Dinheiro completou seis anos desde a sua estreia e, como já é tradição, levantamos o ranking dos melhores e piores investimentos de lá para cá.
Com mais uma forte valorização no último ano, o bitcoin se manteve como o investimento mais rentável do período, com uma alta de quase 1.200% em reais (ou 860% em dólar) desde 24 de setembro de 2018, um retorno bem acima dos demais colocados da lista.
No entanto, ao analisarmos o ranking das melhores ações do Ibovespa, a campeã se destaca por um retorno equivalente a quase o dobro da valorização da principal criptomoeda do mundo.
Considerando as ações que compõem o Ibovespa hoje e que já eram negociadas na B3 em 24 de setembro de 2018, ainda que fora do principal índice da bolsa, a Prio (PRIO3), antiga PetroRio, foi a campeã em desempenho, com uma alta de cerca de 2.250% no acumulado dos últimos seis anos.
Para efeito de comparação, o Ibovespa – que a trancos e barrancos conseguiu superar a renda fixa conservadora no período – avançou cerca de 66%.
A petroleira privada, que já havia ocupado a primeira posição isolada no ranking do ano passado, sofreu uma queda modesta de 4,5% de lá para cá, mas que não foi nem de longe suficiente para reduzir sua majestade, tamanha a diferença do seu desempenho para os demais colocados.
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Entre as 10 mais do Ibovespa nos últimos seis anos figuram também outras ações queridinhas dos investidores, como Copel (CPLE6) e BTG Pactual (BPAC11), com ganhos superiores a 600%, além de WEG (WEGE3) e a novata (no Ibovespa) Santos Brasil (STBP3), com ganhos de mais de 500%.
A Petrobras, preferida dos investidores brasileiros com mais de 1 milhão de investidores na bolsa atualmente, caiu algumas posições no ranking das maiores valorizações do Ibovespa do ano passado para cá, mas ainda registra retornos elevados de 502%, nas ações preferenciais (PETR4) e 409%, nas ordinárias (PETR3).
Veja a seguir quais foram as ações mais bem-sucedidas dos últimos seis anos entre as que integram o Ibovespa atual:
Melhores ações do Ibovespa em seis anos
Colocação | Empresa | Código | Variação em 6 anos |
1 | Prio | PRIO3 | 2254,28% |
2 | Copel | CPLE6 | 643,11% |
3 | BTG | BPAC11 | 611,48% |
4 | Santos Brasil | STBP3 | 578,94% |
5 | WEG | WEGE3 | 524,32% |
6 | Petrobras PN | PETR4 | 502,49% |
7 | Cemig | CMIG4 | 413,47% |
8 | Petrobras ON | PETR3 | 409,55% |
9 | JBS | JBSS3 | 360,41% |
10 | Sabesp | SBSP3 | 330,86% |
Fonte: Quantum Finance
Tanto Petrobras quanto Prio se beneficiaram da alta nos preços do petróleo nos últimos anos, cujo barril tipo Brent chegou a ultrapassar os US$ 100 em 2021/2022.
A Prio, especificamente, tem se destacado pela compra de ativos maduros da Petrobras e um processo bem-sucedido de redução dos custos de extração do petróleo, além de não sofrer com o risco de intervenção do governo que tanto marca sua rival estatal.
Já a Petrobras, mesmo com tantas mudanças de CEOs nos últimos anos – incluindo a última, ocorrida em junho –, o risco de interferência do governo Lula e a pressão da União por mudanças nas políticas de preços, dividendos e investimentos, tem conseguindo ainda manter um bom nível de governança corporativa, além de pagar proventos gordos.
No último ano, porém, o preço do petróleo caiu para a faixa dos US$ 70, com a redução da demanda chinesa e a desaceleração econômica global esperada.
Além disso, no caso da Petrobras, houve muito ruído em torno do pagamento de dividendos, o que pesou sobre o preço da ação. Ainda assim, os papéis PETR3 e PETR4 conseguiram exibir alta de pouco mais de 8% nos últimos 12 meses.
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O ranking das maiores altas do Ibovespa conta ainda com ações de estatais estaduais que se beneficiaram da sua privatização, casos da Sabesp (SBSP3) e da Copel (CPLE6), bem como de ações resilientes que ocupam o topo da lista ano após ano, como BTG Pactual (BPAC11) e WEG (WEGE3).
Vale um destaque para a WEG, que conseguiu um lugar cativo na carteira (e no coração) dos investidores brasileiros. Apelidada de “fábrica de bilionários”, por ter alçado o patrimônio de seus principais acionistas à casa do bilhão, a empresa conseguiu manter boa rentabilidade ano após ano, com uma atuação e geografia bastante diversificadas.
As grandes perdedoras do Ibovespa nos últimos 6 anos
O ranking dos piores desempenhos do Ibovespa permaneceu praticamente o mesmo do ano passado, liderado por CVC (CVCB3) e IRB (IRBR3). Mas enquanto a operadora de agências de turismo ampliou as perdas no último ano, a resseguradora começou a sair do buraco.
Nos últimos anos, a CVC se viu afundada em dívidas, as quais ainda tenta reestruturar, após a descoberta de erros contábeis, a paralisação das viagens durante a pandemia de covid-19 e a posterior alta da Selic.
Já o IRB sofreu com um escândalo após a revelação de fraudes contábeis no início de 2020, mas já começou a apresentar lucros e uma melhora na sinistralidade, além de ter recebido algumas boas avaliações de analistas. Nos últimos 12 meses, as ações apresentam um avanço de cerca de 10%.
Varejistas continuam ocupando algumas das posições no ranking dos piores desempenhos, com o impacto dos juros altos neste segmento, além da concorrência estrangeira, em certos casos. Importante notar que o Grupo Casas Bahia (BHIA3) e a Americanas (AMER3) não integram mais a lista – não por desempenho, mas por terem deixado o Ibovespa.
Empresas em recuperação extrajudicial, como a Casas Bahia, ou judicial, como a Americanas, são excluídas do principal índice da bolsa. Ambas as empresas amargaram perdas de mais de 90% nas suas ações nos últimos seis anos.
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Já a Azul (AZUL4), que escapou por pouco do ranking dos piores do Ibovespa no ano passado, caiu várias posições e apareceu entre as 10 ações do índice que mais caíram desde o nascimento do Seu Dinheiro, após a piora da sua situação no último ano.
As ações das aéreas nunca se recuperaram da paralisação das viagens durante a pandemia, com a consequente alta nos juros e no dólar. A Azul foi a única das grandes aéreas brasileiras que não entrou em recuperação judicial nos últimos anos, mas rumores recentes de que a companhia poderia lançar mão do mecanismo para se reestruturar pesaram ainda mais sobre as ações.
Veja o ranking completo das dez maiores baixas do Ibovespa nos últimos seis anos:
Piores ações do Ibovespa em 6 anos
Colocação | Empresa | Código | Variação em 6 anos |
1 | CVC | CVCB3 | -95,15% |
2 | IRB | IRBR3 | -91,66% |
3 | Cogna | COGN3 | -87,62% |
4 | Azul | AZUL4 | -79,88% |
5 | Magazine Luiza | MGLU3 | -73,24% |
6 | Pão de Açúcar | PCAR3 | -65,17% |
7 | Braskem | BRKM5 | -61,25% |
8 | Yduqs | YDUQ3 | -52,99% |
9 | Carrefour | CRFB3 | -30,56% |
10 | Alpargatas | ALPA4 | -25,81% |
Fonte: Quantum Finance
O ranking dos investimentos dos 6 anos de Seu Dinheiro
Ibovespa galgou algumas posições do ano passado para cá
Se o principal índice da bolsa brasileira praticamente girou em falso nos três anos anteriores, de setembro passado para cá o Ibovespa finalmente desencantou e galgou algumas posições no ranking, passando da faixa dos 115 mil pontos para a dos 130 mil pontos.
A grande pernada de alta, porém, veio no fim do ano passado, com o otimismo (exagerado, sabemos hoje) do mercado com a perspectiva de cortes de juros nos Estados Unidos, que na ocasião era esperada para março deste ano, mas só começou mesmo em setembro.
Tanto que do último ranking até agora, o Ibovespa sobe mais de 10%, mas no acumulado de 2024, o índice cai quase 1%.
Apesar do fôlego das ações brasileiras, o retorno acumulado dos títulos públicos indexados à inflação (Tesouro IPCA+) permaneceu à frente da rentabilidade do Ibovespa nos últimos seis anos, notadamente o dos papéis de prazos mais longos, representados no ranking pelo Índice de Mercado Anbima IMA-B 5+.
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De setembro passado para cá, porém, esses títulos tiveram uma valorização apenas modesta, com alguns deles acumulando retornos negativos nos últimos 12 meses, dada a elevação dos juros futuros no período, sobretudo os mais longos, que refletem a preocupação com o risco fiscal do país.
Os principais ganhadores entre os títulos públicos no último ano foram os prefixados, notadamente os mais curtos – que se beneficiaram do ciclo de queda na Selic iniciado em agosto de 2023 – e os papéis Tesouro Selic, indexados à taxa básica de juros e que se beneficiaram dos juros ainda elevados.
Veja o desempenho, nos últimos seis anos, de alguns títulos públicos que estavam disponíveis no Tesouro Direto em setembro de 2018 e ainda não venceram:
Título | Rentabilidade em 6 anos | 24/09/2024 | 21/09/2018 |
Tesouro Prefixado 2025 | 95% | R$ 972,25 | R$ 498,62 |
Tesouro IPCA+ 2035* | 84% | R$ 2.241,48 | R$ 1.221,35 |
Tesouro IPCA+ 2045* | 75% | R$ 1.210,72 | R$ 692,81 |
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 | 28% | R$ 4.141,77 | R$ 3.224,90 |
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2025 | 6% | R$ 1.019,58 | R$ 959,80 |
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 | 4% | R$ 949,47 | R$ 917,14 |
(*) Título ainda disponível para venda no Tesouro Direto
Fonte: Tesouro Direto.
Bitcoin permanece como campeão absoluto, e a poupança é o grande mico
Todas as demais posições do ranking dos investimentos dos últimos seis anos foram mais ou menos mantidas, com o bitcoin permanecendo como vencedor absoluto dos últimos seis anos, com um retorno acumulado de cerca de 1.200% em reais e mais de 800% em dólares.
Quando o Seu Dinheiro começou, a principal criptomoeda do mundo era negociada na faixa dos R$ 27 mil (ou US$ 6.700, na época); hoje, está no patamar dos R$ 350 mil, acima de US$ 60 mil.
O ouro também manteve a sua terceira colocação, tendo sido muito procurado no último ano dada a perspectiva de queda de juros nos EUA; o aumento das tensões geopolíticas, com conflitos crescentes no Oriente Médio se somando à guerra da Ucrânia e às tensões entre China e Taiwan; e o apetite dos bancos centrais globais que buscam diversificar suas reservas para além da moeda americana.
Embora tenha se valorizado do último ranking para cá, o dólar permaneceu entre os lugares mais baixos da tabela, ganhando apenas da poupança nova, aquela que segue as regras de remuneração implementadas em maio de 2012.
Nem a moeda americana, nem a caderneta, aliás, foram capazes de vencer a inflação oficial, mantida num patamar historicamente comportado por uma política monetária restritiva.
O ranking dos últimos seis anos evidencia, aliás, que no longo prazo – um período superior a cinco anos –, os investimentos financeiros tiveram a capacidade de vencer a caderneta de poupança e a inflação com folga, de fato enriquecendo os investidores, tanto no caso dos ativos mais voláteis, como o bitcoin, como no caso dos mais seguros, como os títulos de renda fixa indexados à Selic e ao CDI.
Os melhores e piores investimentos em 6 anos
Investimento | Rentabilidade em 6 anos |
Bitcoin (reais) | 1.190,90% |
Bitcoin (dólar) | 858,91% |
Ouro (dólar)* | 123,27% |
Títulos públicos Tesouro IPCA+ (IMA-B) | 76,64% |
Títulos públicos Tesouro IPCA+ de longo prazo (IMA-B 5+) | 76,04% |
Títulos públicos Tesouro IPCA+ de curto prazo (IMA-B 5) | 73,85% |
Títulos públicos Tesouro Prefixado de médio prazo (IRF-M 1+) | 66,54% |
Ibovespa | 66,35% |
Títulos públicos Tesouro Prefixado (IRF-M) | 64,40% |
Títulos públicos Tesouro Selic (IMA-S) | 59,27% |
Selic / CDI | 58,30% |
Títulos públicos Tesouro Prefixado de curto prazo (IRF-M 1) | 58,29% |
IFIX | 54,24% |
Poupança antiga** | 49,12% |
Inflação oficial (IPCA) | 37,77% |
Poupança nova** | 35,99% |
Dólar à vista | 34,87% |
Dólar PTAX | 34,33% |
(*) Gold Continuous Contract (cotado em dólares americanos) (**) Poupança com aniversário todo dia 24.
Fontes: Tesouro Direto, Anbima, B3/Broadcast, Banco Central, MarketWatch e Coinbase, Inc.
Observação: em vez de utilizar o desempenho dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto – dado que, nos últimos seis anos, muitos deles deixaram de ser oferecidos ou venceram – preferimos utilizar o desempenho dos índices calculados pela Anbima (Índices de Mercado Anbima – IMAs) que representam cestas de títulos públicos com determinados vencimentos e características.
Os melhores e piores fundos imobiliários dos últimos seis anos
Na metade de 2023, o mercado de fundos imobiliários finalmente se recuperou do baque da pandemia. O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) retornou ao patamar em que estava antes do grande crash dos mercados em 2020 e, de lá para cá, se manteve em alta, embora modesta.
Os juros elevados ainda pesam sobre os fundos imobiliários de tijolo (aqueles que investem em imóveis), embora possam ser benéficos para os fundos de papel, aqueles que investem em títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário.
Além disso, no ano passado vários fundos sofreram com calotes em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), enquanto neste ano estamos vendo alguns casos de calotes de inquilinos.
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Ainda assim, tal qual ocorreu nos rankings de melhores e piores fundos imobiliários do IFIX do ano passado, poucos foram os FIIs do índice que não acumularam desempenho positivo desde a estreia do Seu Dinheiro.
Lembrando que consideramos apenas aqueles fundos que compõem o IFIX hoje e que já tinham suas cotas negociadas na bolsa em 24 de setembro de 2018. É bom considerar, porém, que, de lá para cá, muitos novos FIIs estrearam na B3, e a composição do IFIX mudou bastante. Veja a seguir o ranking dos campeões do IFIX no período:
Melhores fundos imobiliários do IFIX em 6 anos
Colocação | Fundo Imobiliário | Código | Variação em 6 anos |
1 | Pátria Prime Offices | HGPO11 | 205,63% |
2 | BTG Pactual Logística | BTLG11 | 160,64% |
3 | Hotel Maxinvest | HTMX11 | 159,39% |
4 | Iridium Recebíveis Imobiliários | IRDM11 | 138,00% |
5 | Pátria Log | HGLG11 | 125,75% |
6 | Pátria Renda Urbana | HGRU11 | 115,95% |
7 | Maxi Renda | MXRF11 | 108,11% |
8 | Alianza Trust Renda Imobiliária | ALZR11 | 106,54% |
9 | Rio Bravo Renda Varejo | RBVA11 | 103,97% |
10 | REC Recebíveis Imobiliários | RECR11 | 103,96% |
Fonte: Quantum Finance
O ranking das maiores altas do IFIX nos últimos seis anos traz algumas figurinhas repetidas, como o BTG Pactual Logística (BTLG11), o “queridinho” dos analistas que participam da matéria de recomendações mensais de FIIs aqui no Seu Dinheiro.
Desta vez, entretanto, ele foi ultrapassado pelo Pátria Prime Offices (HGPO11), antigo CSHG Prime Offices, que, no entanto, deve ser liquidado em breve, pois conseguiu fechar a venda de todo o seu portfólio para outra gestora.
Piores fundos imobiliários do IFIX em 6 anos
Colocação | Fundo Imobiliário | Código | Variação em 6 anos |
1 | BTG Pactual Corporate Office Fund | BRCR11 | -11,34% |
2 | JS Real Estate Multigestão | JSRE11 | -0,43% |
3 | RBR Properties | RBRP11 | 5,91% |
4 | Rio Bravo Renda Corporativa | RCRB11 | 27,37% |
5 | Pátria Escritórios | HGRE11 | 28,99% |
6 | RBR Alpha Multiestratégia Real Estate | RBRF11 | 35,32% |
7 | Brasil Plural Absoluto Fundo de Fundos | BPFF11 | 40,16% |
8 | Hedge Top FOFII 3 | HFOF11 | 43,26% |
9 | Rio Bravo Fundo de Fundos | RBFF11 | 47,80% |
10 | Tivio Renda Imobiliária | TVRI11 | 48,62% |
Fonte: Quantum Finance.
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