Indústria gera mais emprego e com preferência pelos jovens — mas com salário menor
Do total dos novos postos de trabalho criados pela indústria nos nove primeiros meses de 2024, 57,4% das vagas foram ocupadas por jovens de 18 e 24 anos

A divulgação dos dados mais recentes de criação de empregos formais no Brasil trouxe duas boas notícias: o setor industrial voltou a ser destaque entre as contratações, e como destaque para os jovens — faixa etária que mais costuma sofrer com o desemprego.
No total, a indústria criou 405.493 novos postos de trabalho de janeiro a setembro, um salto de 75,5% em relação ao mesmo período de 2023, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Além disso, o saldo positivo no mês de setembro representa um aumento de 40% em relação a setembro de 2023 e de 16% em relação a agosto.
Do total dos novos postos de trabalho criados pela indústria nos nove primeiros meses de 2024, 57,4% das vagas foram ocupadas por jovens de 18 e 24 anos.
O que fez a indústria se destacar, segundo o governo
O governo atribui o bom desempenho da indústria no mercado de trabalho a programas como o Mover, voltado ao setor automotivo, a Depreciação Acelerada, que promove a modernização do parque industrial de 23 setores.
Além disso, o governo destaca a retomada do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) e do Programa Brasil Semicondutores.
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Empregos com salário menor
Apesar do avanço no número de vagas criadas, houve uma redução de 0,38% no salário médio de admissão na comparação entre setembro e agosto de 2024, de acordo com os dados do Caged.
Com exceção do setor de Comércio, que teve um aumento de 0,43% no salário médio de admissão em setembro na comparação com o mês anterior, todos os outros grandes setores da economia apresentaram redução.
O destaque, mais uma vez, ficou com o setor industrial, que teve uma variação de -1,12% no salário médio de admissão no geral e -0,74% na indústria de transformação.
*Com informações da Agência Brasil
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