Bitcoin (BTC) sobe após dado mais importante da semana, mas ‘Uptober’ fica na saudade e criptomoedas caem na primeira semana do mês
De acordo com o departamento de trabalho norte-americano, a taxa de desemprego dos EUA foi de 4,1% em setembro, abaixo do valor registrado no mês anterior, de 4,2%

Os mercados financeiros esperavam com ansiedade a publicação do payroll, o relatório de emprego mais importante dos Estados Unidos. Após a publicação, o bitcoin (BTC) acelerou o ritmo de alta e impulsionou o mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (4).
De acordo com o departamento de trabalho norte-americano, a taxa de desemprego dos EUA foi de 4,1% em setembro, abaixo do valor registrado no mês anterior, de 4,2%. As expectativas eram de manutenção na desocupação do país.
Também foram adicionadas 254 mil novas vagas, número significativamente mais alto do que as estimativas, de 140 mil. Assim, o mercado de trabalho norte-americano segue aquecido e resiliente.
Como efeito, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) poderia usar a força do mercado de trabalho como um argumento para manter os juros no atual patamar, entre 4,75% e 5,0% ao ano.
No entanto, para analistas do mercado, é possível que o baixo desemprego permita que o Fed corte os juros de maneira mais escalonada — ou, como se diz no jargão do mercado, com um “pouso suave”.
Vale lembrar que na mais recente reunião do Fomc, o Copom norte-americano, os diretores de política monetária decidiram reduzir as taxas em 0,5 ponto percentual (p.p.), um corte substancial para uma economia daquele porte.
Leia Também
E o mercado financeiro tende a gostar de “pousos suaves” e eventos menos abruptos, o que estimula a alta dos ativos de risco hoje. Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
# | Nome (Símbolo) | Preço (USD) | Variação 24h (%) | Variação 7d (%) | Variação YTD (%) |
1 | Bitcoin (BTC) | US$ 61.765,62 | 2,40% | -5,65% | 46,09% |
2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.385,49 | 1,81% | -9,84% | 4,54% |
3 | Tether (USDT) | US$ 0,9999 | 0,00% | 0,02% | 0,00% |
4 | BNB (BNB) | US$ 553,38 | 2,38% | -8,85% | 77,15% |
5 | Solana (SOL) | US$ 141,56 | 3,87% | -9,23% | 39,45% |
6 | USDC (USDC) | US$ 1,00 | 0,00% | 0,00% | -0,01% |
7 | XRP (XRP) | US$ 0,5257 | 1,00% | -10,64% | -14,52% |
8 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,1087 | 4,72% | -12,03% | 21,48% |
9 | Toncoin (TON) | US$ 5,37 | 2,32% | -10,04% | 132,51% |
10 | TRON (TRX) | US$ 0,1574 | 2,27% | -1,69% | 46,19% |
Bitcoin: promete muito, mas…
É verdade que outubro está apenas no começo, mas para um mês que promete grandes resultados — com o bastante auspicioso nome de “Uptober” —, a primeira semana não parece nada boa.
As maiores criptomoedas do planeta acumulam uma desvalorização de dois dígitos nos últimos sete dias. Algumas delas, como o ethereum (ETH), ameaçam devolver os ganhos anuais com qualquer escorregão mais pronunciado.
Porém, com mais de três semanas pela frente, ainda tem muita água para rolar debaixo da ponte chamada outubro. Vale dizer que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e o investidor deve manter uma parcela responsável dos seus investimentos em ativos digitais.
Esporte radical na bolsa: Ibovespa sobe em dia de IPCA-15, relatório do Banco Central e coletiva de Galípolo
Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
Mercado Bitcoin: CVM volta atrás em decisão e libera tokens de consórcio na plataforma cripto
Duas semanas após suspender a oferta de 11 tokens de consórcio do Mercado Bitcoin, CVM recua sem dar detalhes sobre decisão
Ato falho relevante: Ibovespa tenta manter tom positivo em meio a incertezas com tarifas ‘recíprocas’ de Trump
Na véspera, teor da ata do Copom animou os investidores brasileiros, que fizeram a bolsa subir e o dólar cair
Nubank expande sua plataforma de criptomoedas e adiciona 4 novas altcoins ao app — cardano (ADA) entre elas
Banco digital adiciona cardano (ADA), NEAR protocol (NEAR), cosmos (ATOM) e algorand (ALGO), elevando para 20 o número de criptoativos disponíveis na plataforma
Selic em 14,25% ao ano é ‘fichinha’? EQI vê juros em até 15,25% e oportunidade de lucro de até 18% ao ano; entenda
Enquanto a Selic pode chegar até 15,25% ao ano segundo analistas, investidores atentos já estão aproveitando oportunidades de ganhos de até 18% ao ano
Sem sinal de leniência: Copom de Galípolo mantém tom duro na ata, anima a bolsa e enfraquece o dólar
Copom reitera compromisso com a convergência da inflação para a meta e adverte que os juros podem ficar mais altos por mais tempo
Cuidado com a cabeça: Ibovespa tenta recuperação enquanto investidores repercutem ata do Copom
Ibovespa caiu 0,77% na segunda-feira, mas acumula alta de quase 7% no que vai de março diante das perspectivas para os juros
Inocentes ou culpados? Governo gasta e Banco Central corre atrás enquanto o mercado olha para o (fim da alta dos juros e trade eleitoral no) horizonte
Iminência do fim do ciclo de alta dos juros e fluxo global favorecem, posicionamento técnico ajuda, mas ruídos fiscais e políticos impõem teto a qualquer eventual rali
Felipe Miranda: Dedo no gatilho
Não dá pra saber exatamente quando vai se dar o movimento. O que temos de informação neste momento é que há uma enorme demanda reprimida por Brasil. E essa talvez seja uma informação suficiente.
Eles perderam a fofura? Ibovespa luta contra agenda movimentada para continuar renovando as máximas do ano
Ata do Copom, balanços e prévia da inflação disputam espaço com números sobre a economia dos EUA nos próximos dias
Juros nas alturas têm data para acabar, prevê economista-chefe do BMG. O que esperar do fim do ciclo de alta da Selic?
Para Flávio Serrano, o Banco Central deve absorver informações que gerarão confiança em relação à desaceleração da atividade, que deve resultar em um arrefecimento da inflação nos próximos meses
Co-CEO da Cyrela (CYRE3) sem ânimo para o Brasil no longo prazo, mas aposta na grade de lançamentos. ‘Um dia está fácil, outro está difícil’
O empresário Raphael Horn afirma que as compras de terrenos continuarão acontecendo, sempre com análises caso a caso
Não fique aí esperando: Agenda fraca deixa Ibovespa a reboque do exterior e da temporada de balanços
Ibovespa interrompeu na quinta-feira uma sequência de seis pregões em alta; movimento é visto como correção
Deixou no chinelo: Selic está perto de 15%, mas essa carteira já rendeu mais em três meses
Isso não quer dizer que você deveria vender todos os seus títulos de renda fixa para comprar bolsa neste momento, não se trata de tudo ou nada — é até saudável que você tenha as duas classes na carteira
Ainda sobe antes de cair: Ibovespa tenta emplacar mais uma alta após decisões do Fed e do Copom
Copom elevou os juros por aqui e Fed manteve a taxa básica inalterada nos EUA durante a Super Quarta dos bancos centrais
Renda fixa mais rentável: com Selic a 14,25%, veja quanto rendem R$ 100 mil na poupança, em Tesouro Selic, CDB e LCI
Conforme já sinalizado, Copom aumentou a taxa básica em mais 1,00 ponto percentual nesta quarta (19), elevando ainda mais o retorno das aplicações pós-fixadas
Copom não surpreende, eleva a Selic para 14,25% e sinaliza mais um aumento em maio
Decisão foi unânime e elevou os juros para o maior patamar em nove anos. Em comunicado duro, o comitê não sinalizou a trajetória da taxa para os próximos meses
A recessão nos EUA: Powell responde se mercado exagerou ou se a maior economia do mundo está em apuros
Depois que grandes bancos previram mais chance de recessão nos EUA e os mercados encararam liquidações pesadas, o chefe do Fed fala sobre a situação real da economia norte-americana
Decisão do Federal Reserve traz dia de alívio para as criptomoedas e mercado respira após notícias positivas
Expectativa de suporte do Fed ao mercado, ETF de Solana em Wall Street e recuo da SEC no processo contra Ripple impulsionam recuperação do mercado cripto após semanas de perdas
Nova York vai às máximas, Ibovespa acompanha e dólar cai: previsão do Fed dá força para a bolsa lá fora e aqui
O banco central norte-americano manteve os juros inalterados, como amplamente esperado, mas bancou a projeção para o ciclo de afrouxamento monetário mesmo com as tarifas de Trump à espreita