R$ 570 milhões por uma fatia de um prédio: por que o fundo imobiliário KNRI11 aceitou desembolsar milhões por pouco mais da metade de um edifício corporativo em SP
O FII anunciou na última quarta-feira (24) a compra de 57% da Torre Crystal por R$ 570,8 milhões

A região da Avenida Doutor Chucri Zaidan, localizada na Zona Sul de São Paulo, está longe de ter o metro quadrado mais caro da capital paulista. De acordo com um levantamento da SiiLA, o endereço fica atrás do Itaim Bibi, Faria Lima e outros cinco zonas da cidade.
Ainda assim, uma aquisição que o fundo imobiliário Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) fez por lá chama a atenção do mercadopelas cifras envolvidas. O FII anunciou na última quarta-feira (24) a compra de 57% da Torre Crystal por R$ 570,8 milhões.
O edifício está localizado na Avenida das Nações Unidas e faz parte do complexo Rochaverá Corporate Towers. O KNRI11 já possui uma participação de 20% em duas outras torres do empreendimento, a Ebony e a Marble, avaliada em R$ 210 milhões.
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Fundo imobiliário aposta no potencial do empreendimento
De acordo com a Kinea, o Rochaverá um dos "mais emblemáticos empreendimentos corporativos" do tipo AAA — ou seja, que apresenta os mais altos padrões e tecnologia construtiva — de São Paulo.
A gestora do fundo imobiliário afirma que o complexo tem um "elevado" potencial de valorização no longo prazo graças à localização, especificação técnicas "diferenciadas" e a "resiliente ocupação por grandes e renomadas empresas nacionais e multinacionais".
Vale destacar que, atualmente, a vacância financeira das torres nas quais o KNRI11 já investe é de 17,6%. O percentual é elevado, mas fica abaixo da taxa de vacância do restante da região da Chucri Zaidan, que estava em cerca de 26% no início do ano.
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Além disso, o acordo para a compra da participação na Torre Crystal conta com uma renda mínima garantida de R$ 70,3 milhões para o fundo por 72 meses, ou seis anos, a partir da data de lavratura da escritura.
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