Pátria Prime Offices (HGPO11) acerta venda milionária para se desfazer de todo o portfólio
Proposta foi aprovada pelos cotistas em assembleia geral extraordinária em julho deste ano, depois de dois anos de ofertas e recusas sobre a venda da carteira

Após a aprovação dos cotistas em julho, o fundo imobiliário Pátria Prime Offices (HGPO11) enfim bateu o martelo nesta terça-feira (15) para a venda do portfólio.
O FII firmou um compromisso de compra e venda da carteira para a RBR Top Offices. A gestora pagará pouco mais de R$ 618,2 milhões por dois imóveis localizados no Jardim Europa, bairro nobre da cidade de São Paulo: os edifícios Metropolitan e Platinum.
O acordo entre os dois fundos prevê a transferência de propriedade dos imóveis por um preço fixo e irreajustável de cerca de R$ 48 mil por metro quadrado.
Já o pagamento será dividido em duas parcelas, sendo a primeira paga na assinatura da escritura pública e a segunda a ser quitada em até 18 meses após a escritura.
Segundo estimativa da RBR, o impacto financeiro da transação sobre a receita operacional da nos próximos 12 meses será de, aproximadamente, R$ 43 milhões. O retorno anual dos aluguéis é de 13,6% sobre o montante a ser investido na primeira parcela da aquisição.
A venda do portfólio da HGPO11 foi aprovada em assembleia geral extraordinária em julho deste ano, depois de dois anos de propostas e recusas sobre a venda do portfólio.
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O fundo havia recebido outras três ofertas. A vencedora, da RBR, foi enviada em março e chamou atenção pela cifra 14,4% superior ao valor de avaliação dos imóveis na época.
HGPO11 será liquidado?
A transação aguarda apenas a superação de condições previstas no contrato para ser concluída. Superadas as condições, os imóveis devem ser transferidos para a nova gestora.
Porém, o destino do HGPO11, que ficará sem nenhum ativo na carteira, ainda não foi votado pelos investidores. Uma das possibilidades mais prováveis é a liquidação do portfólio, opção já havia sido citada pela gestora do FII em outros relatórios.
Em relatório divulgado no mês de julho, a gestora esclareceu que, se efetivada tal venda, “o fundo seria liquidado apenas após deliberação de assembleia para tal, o que deverá ocorrer em momento próximo ao recebimento dos recursos da segunda parcela, estimado para abril de 2026 e definido após 18 meses a partir do recebimento da primeira parcela.”
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