Lojas Renner (LREN3) convoca acionistas para decidir sobre aumento de capital de R$ 518 milhões com o uso de reservas
A empresa usará suas próprias reservas para realizar o aumento de capital, não sendo necessário um processo mais complexo

A Lojas Renner (LREN3) convocou uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de acionistas da empresa para deliberar sobre o aumento de capital de R$ 518 milhões.
De acordo com o comunicado enviado pela empresa à CVM na noite da última quarta-feira (23), R$ 103 milhões do valor total sairão da Reserva Legal da empresa. Os outros R$ 415 milhões corresponderão a 50% da conta de Reserva de Incentivos Fiscais.
Em outras palavras, a empresa já tem os recursos necessários para realizar o aumento de capital. A assembleia está agendada para o dia 27 de novembro, às 13 horas.
Se aprovada a proposta, os acionistas receberão como bonificação uma nova ação para cada dez ações ordinárias que possuam na data de realização da AGE. Além disso, os papéis mantidos na tesouraria também serão bonificados.
Assim sendo, haverá a emissão de 96.322.699 novas ações ordinárias, com custo unitário de R$ 5,38. Por volta das 11h30 desta quinta-feira (24), as ações da Lojas Renner subiam 0,11%, cotadas a R$ 17,98.
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Lojas Renner (LREN3): chegou a hora?
A melhora do retorno sobre capital investido (ROIC) da companhia, a posição de caixa líquido e os múltiplos de negociação descontados convenceram o Morgan Stanley de que agora é a hora de os investidores colocarem as ações da Renner na carteira.
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Em um relatório recente, o banco norte-americano elevou a recomendação para as ações LREN3 de neutro para compra, além de ajustar o preço-alvo de R$ 17 para R$ 22.
Do mesmo modo, os analistas do BB Investimentos (BB-BI) também acompanham a varejista, mas mantendo uma recomendação neutra. Entretanto, o preço-alvo foi atualizado para R$ 18,50 em 2025.
Com isso, a expectativa do mercado é de que a Renner tenha um cenário competitivo menos acirrado com as gigantes chinesas – pois a taxação ajuda a frear o avanço das companhias asiáticas no mercado brasileiro –, e com mais ganho de market share.
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