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Camille Lima

Camille Lima

Repórter de empresas no Seu Dinheiro. Formada em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Já passou pela redação do TradeMap.

OTIMISMO RENOVADO

Localiza (RENT3) assustou com balanço pior que o esperado no 2T24 — mas bancão está confiante com a ação e prevê alta de 20% até 2025

Goldman Sachs manteve recomendação de compra para as ações RENT3, com preço-alvo de R$ 52,60 para os próximos 12 meses

Camille Lima
Camille Lima
16 de setembro de 2024
19:08 - atualizado às 18:42
Fachada com logo da Localiza em prédio espelhado
Fachada da Localiza. - Imagem: Divulgação

O balanço amargo da Localiza (RENT3) assustou os investidores no segundo trimestre, com preocupações crescentes sobre o impacto da depreciação nos números da companhia

Não à toa, as ações acumulam desvalorização de quase 30% na bolsa brasileira em 2024. Se considerarmos apenas o período desde a publicação do resultado trimestral, a queda chega a 8,9%.

Mas para o Goldman Sachs, ainda há motivos para continuar otimista com a locadora de automóveis.

O banco manteve recomendação de compra para as ações RENT3, mas cortou outra vez o preço-alvo, agora com target de R$ 52,60 para os próximos 12 meses. A cifra implica uma valorização potencial de 20% em relação ao último fechamento.

Por que esse bancão está otimista com as ações RENT3

Para o Goldman Sachs, depois de um balanço fraco no segundo trimestre, a Localiza (RENT3) encontra-se em um “momento positivo indo para o segundo semestre de 2024”.

Nas contas do Goldman Sachs, atualmente a Localiza é negociada a um múltiplo de 12,4 vezes a relação preço sobre lucro (P/L) para 2025 — abaixo do patamar histórico dos últimos 10 anos, de 20 vezes.

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“Uma ressalva a essa análise é o fato de que a Localiza provavelmente continuará a crescer abaixo da tendência enquanto aumenta os preços, o que pode sugerir um múltiplo justo menor no curto prazo.”

Na visão dos analistas, a companhia deve vivenciar um forte impulso de receita, impactado pela sazonalidade do período e pelos aumentos de preços de tarifas.

“Embora reconheçamos a tendência de volume de RAC [locação de veículos] sem brilho que a empresa entregou no 2T24, notamos que o 2S24 é sazonalmente mais forte, tanto em volumes quanto em preços”, afirmaram os analistas. 

Além da sazonalidade, a direção da Localiza também deixou claro que continua focada na estratégia de recomposição da rentabilidade e em aumentar os níveis de ROIC (retorno sobre o capital investido, na sigla em inglês) daqui para frente.

Para os analistas do Goldman, a empresa também deve registrar uma normalização nos custos após os eventos extraordinários do segundo trimestre, como as enchentes no Rio Grande do Sul e os ajustes no valor recuperável de parte da frota.

O banco ainda avalia que há maior visibilidade das despesas de depreciação após o impairment anunciado pela empresa e o guidance de queda de preços previsto pela direção da companhia.

“As margens devem melhorar à medida que os custos pontuais desaparecem”, ressaltaram os analistas. 

Para o Goldman, isso “deve preparar a Localiza para uma forte melhora sequencial no lucro líquido no terceiro trimestre, de cerca de R$ 742 milhões”. 

Os riscos para o futuro da Localiza

No entanto, ainda há riscos em relação aos preços dos carros a longo prazo, segundo o Goldman Sachs.

Para o banco, o ritmo do declínio nos preços de carros usados ​​mostrou alguma estabilização nos últimos meses, o que poderia indicar que podemos estar próximos do pico de depreciação. 

No entanto, para o longo prazo, a depreciação continua a fazer sombra sobre o futuro de empresas como a Localiza.

“Olhando além do segundo semestre, achamos que o principal risco continuam sendo as tendências de preços de carros, pois ainda estamos preocupados com a potencial queda nos preços de automóveis, dado o nível relativamente alto de lucratividade das fabricantes brasileiras e a crescente concorrência neste segmento”, escreveram os analistas.

De acordo com os analistas, outros riscos para a visão otimista com as ações RENT3 incluem um cenário macroeconômico mais fraco do que o esperado, competição mais acirrada, deterioração do mercado de carros usados ​​no Brasil e riscos de execução.

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