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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa destoa de Wall Street e recua com cautela fiscal; dólar se aproxima de R$ 5

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22 de janeiro de 2024
7:28 - atualizado às 18:12

RESUMO DO DIA: A bolsa brasileira começou a semana na contramão do desempenho dos índices internacionais à espera de novos dados econômicos e decisões de política monetária.

O Ibovespa fechou o pregão em baixa de 0,81%, aos 126.601 pontos. Já o dólar avançou a R$ 4,9873 (+1,23%) no mercado à vista.  

Por aqui, a agenda foi esvaziada. O destaque do dia foi o anúncio de programa de neoindustrialização por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A nova política industrial trouxe cautela ao mercado acionário local sobre o cenário fiscal.   

Lá fora, a semana começou mais agitada, com decisões de política monetária nas economias asiáticas e na Europa.

A China manteve os juros inalterados. Há a expectativa para as reuniões do BoJ (Banco do Japão) e do BCE (Banco Central Europeu).

Nos Estados Unidos, o S&P 500 e p Dow Jones renovaram recordes intraday logo após a abertura, com a perspectiva de que a economia norte-americana terá um "pouso suave" (soft landing). Os investidores aguardam a leitura final do PIB de 2023 e o Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), de dezembro.

Leia Também

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (22):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

O Ibovespa se descolou do exterior e encerrou mais um pregão em queda. Das 15 sessões de janeiro, dez terminaram o dia em tom negativo.

As ações da BRF (BRFS3) lideraram os ganhos do Ibovespa com alta de quase 5%.

Sem notícias corporativas, vale ressaltar que os papéis BRF (BRFS3) fecharam o pregão da última sexta-feira (19) entre as maiores quedas do índice. Hoje, as ações foram beneficiadas pela queda no preço do milho — insumo para a criação de aves.

Já os papéis da Azul (AZUL4) também foram destaque após um relatório do Goldman Sachs reiterar a recomendação de compra das ações.

Confira as maiores altas o pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 13,644,92%
CIEL3Cielo ONR$ 4,623,13%
EMBR3Embraer ONR$ 21,751,97%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,601,18%
AZUL4Azul PNR$ 13,251,07%

Na ponta negativa, Hapvida (HAPV3) lideraram as perdas ainda com os investidores repercutindo a investigação do Ministério Público sobre o descumprimento de liminares favoráveis a beneficiários.

Na última sexta-feira (19), a companhia afirmou que não possui nenhuma diretriz de descumprimento sistemático de decisões judiciais e destacou a crescente judicialização no setor de saúde nos últimos anos.

As ações da Lojas Renner (LREN3) caíram após o Citi rebaixar a  a recomendação de compra para neutra, com o valution como critério para a revisão negativa. 

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 3,79-5,72%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,81-5,44%
ASAI3Assaí ONR$ 13,61-4,83%
LWSA3LWSA ONR$ 5,49-4,69%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 11,31-4,40%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

A despeito das bolsas de Nova York, o Ibovespa fechou em baixa de 0,81%, aos 126.601,55 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pela cautela com o cenário fiscal doméstico, em meio às negociações entre o governo e o Congresso sobre a reoneração da folha de pagamentos e ao anúncio de financiamentos pelo BNDES para a indústria até 2026.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram em alta, com a perspectiva de que a economia norte-americana terá um "pouso suave" (soft landing), que é um processo de desaceleração lenta e gradual da economia.

Confira o fechamento dos índices:

  • S&P 500: +0,22%, aos 4.850,43 pontos;
  • Dow Jones: +0,36%, aos 38.001,81pontos;
  • Nasdaq: +0,32%, aos 15.360,29 pontos.

Logo após a abertura, o índice S&P 500 renovou o recorde histórico intraday. O Dow Jones superou os 38 mil pontos pela primeira vez na história. Os dois índices também renovaram recordes de fechamento.

Na expectativa, os investidores aguardam a divulgação do PIB final de 2023, que será divulgado na próxima quinta-feira (25).

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fecha a R$ 4,9873, com alta de 1,23%, no mercado à vista.

A moeda norte-americana ganhou força com a renovação de perspectivas sobre a política monetária nos Estados Unidos, além da cautela com o cenário fiscal doméstico.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram o pregão com alta e o barril do Brent voltando a superar US$ 80.

Além da escalada de conflitos no Mar Vermelho, a commodity foi impulsionada pela notícia de que a Ucrânia atacou um porto de combustível na Rússia, o que aumenta os riscos de interrupção do fornecimento e traz novas preocupações sobre a oferta.

Os futuros do Brent para março, que são referência mundial, terminaram o dia com alta de 1,90%, a US$ 80,06 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para o mesmo mês, que são referência para o mercado norte-americano, avançaram 2,06%, a US$ 74,76 o barril.

POR QUE O DÓLAR VOLTOU A SE APROXIMAR DE R$ 5 HOJE?

De olho nas políticas monetárias das principais economias do mundo, o dólar retomou o fôlego ante o real e se aproxima da marca psicológica de R$ 5. 

A moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 4,9873, com alta de 1,23% em relação ao real no mercado à vista. Mais cedo, o dólar alcançou o maior nível intradiário desde 1º de novembro, a R$ 4,9925. 

Até agora, no mês e no ano, a moeda acumula ganhos de quase 3%. 

Hoje, com a agenda local mais esvaziada e as discussões de pautas econômicas em Brasília em segundo plano, o movimento de valorização da moeda norte-americana deve-se às expectativas sobre a política monetária nos Estados Unidos. 

Leia mais.

IBOVESPA NA MÍNIMA

Com cautela sobre o cenário fiscal, o Ibovespa segue renovando as mínimas ao longo do pregão. O índice destoa do apetite ao risco do exterior e recua 1,17%, aos 126.108 pontos.

PETROLEIRAS EM TOM MISTO

As ações das petrolíferas operam em em tom misto no Ibovespa, apesar da alta de mais de 2% do petróleo no mercado internacional.

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 37,65+0,32%
PETR3Petrobras ONR$ 39,07+0,31%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 23,51+0,13%
PRIO3Prio 0N R$ 44,31-0,67%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,19-1,22%

Entre os destaques, a Petrobras informou o recebimento da carta de renúncia de Efrain Pereira da Cruz ao cargo de conselheiro de administração e membro do Comitê de Investimentos.

O governo, por sua vez, já indicou que Renato Campos Galuppo deve ocupar o cargo de Cruz, mas a nomeação ainda deve ser analisada pelo conselho.

Galuppoé membro do Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde do Conselho de Administração da Petrobras

PETRÓLEO EM ALTA

Os contratos mais líquidos do petróleo avançam mais de 2%.

Além da escalada de conflitos, a commodity é impulsionada pela notícia de que a Ucrânia atacou um porto de combustível na Rússia, o que aumenta os riscos de interrupção do fornecimento e traz novas preocupações sobre a oferta.

Os futuros do Brent para março, que são referência mundial, operam com alta de 2,46%, a US$ 80,49 o barril.

Já os futuros do WTI para o mesmo mês, que são referência para o mercado norte-americano, avançam 2,88%, a US$ 75,38 o barril.

BALANÇA COMERCIAL

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,013 bilhão entre os dias 15 e 21 de janeiro. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No mês, o superávit acumulado é de US$ 4,471 bilhões.

IBOVESPA NA MÍNIMA

Na contramão das bolsas de Nova York, o Ibovespa renovou a mínima há pouco. O índice recua 0,85%, aos 126.550 pontos.

HAPVIDA (HAPV3) RECUA

As ações da Hapvida (HAPV3) caem pelo quarto pregão consecutivo com os investidores repercutindo a investigação do Ministério Público sobre o descumprimento de liminares favoráveis a beneficiários.

Na última sexta-feira (19), a companhia afirmou que não possui nenhuma diretriz de descumprimento sistemático de decisões judiciais e destacou a crescente judicialização no setor de saúde nos últimos anos.

Contudo, as ações seguem sendo penalizadas. Há pouco, os papéis HAPV3 registrava queda de 4,48%, a R$ 3,84.

IBOVESPA AGORA

O Ibovespa tenta sustentar os 127 mil pontos, mas opera em tom negativo na contramão dos índices em Nova York.

O principal índice da bolsa brasileira cai 0,51%, aos 126.988 pontos.

O movimento baixista reflete a cautela dos investidores locais com o cenário fiscal, em meio às negociações entre o governo e o Congresso sobre a reoneração da folha de pagamentos e ao anúncio de financiamentos pelo BNDES para a indústria até 2026.

O dólar sobe 1,15%, a R$ 4,9833 no mercado à vista.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas da Europa fecharam o pregão em alta, acompanhando o tom positivo de Wall Street e com os investidores na expectativa da decisão do Banco Central Europeu (BCE) na próxima quinta-feira (25).

Confira o fechamento dos principais índices europeus:

  • DAX (Frankfurt): +0,77%, aos 16.683,36 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,56%, aos 7.413,65 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): +0,35%, aos 7.487,71 pontos;
  • Stoxx 600: +0,77%, aos 471,86 pontos.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As ações da BRF (BRFS3) lideram os ganhos do Ibovespa com alta de quase 5%. O movimento de alta acompanha todo o setor de frigoríficos, com exceção de Marfrig (MRFG3).

Sem notícias corporativas, vale ressaltar que os papéis BRF (BRFS3) fecharam o pregão da última sexta-feira (19) entre as maiores quedas do índice. Hoje, as ações são beneficiadas pela queda no preço do milho — insumo para a criação de aves.

Já os papéis da Azul (AZUL4) também são destaque após um relatório do Goldman Sachs reiterar a recomendação de compra das ações.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 13,634,85%
CIEL3Cielo ONR$ 4,664,02%
AZUL4Azul PNR$ 13,603,74%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,641,65%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 9,471,28%

Na ponta negativa, Hapvida (HAPV3) lidera as perdas ainda com os investidores repercutindo a investigação do Ministério Público sobre o descumprimento de liminares favoráveis a beneficiários.

As ações da Lojas Renner (LREN3) caem após o Citi rebaixar a  a recomendação de compra para neutra, com o valution como critério para a revisão negativa. 

Veja as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 3,89-3,23%
COGN3Cogna ONR$ 3,10-2,82%
LREN3Lojas Renner ONR$ 16,28-2,63%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 11,54-2,45%
TOTS3Totvs ONR$ 30,95-2,43%
COMO ANDAM OS MERCADOS

A bolsa brasileira opera volátil com ganhos são limitados pela cautela dos investidores sobre o cenário fiscal doméstico. O forte avanço dos índices em Wall Street limitam as perdas.

O Ibovespa opera em queda de 0,19%, aos 127.391 pontos.

Já o dólar avança a R$ 4,9586 (+0,66%), no mercado à vista.

Os juros futuros (DIs) operam em recuo na comparação com o fechamento anterior, acompanhando o alívio nos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Entre os destaques locais, o mercado repercute o anúncio de financiamentos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a projetos de industrialização.

Segundo o governo, o BNDES vai mobilizar cerca de R$ 250 bilhões para o apoiar projetos de neoindustrialização até 2026. Esses recursos integram o total de R$ 300 bilhões previsto para o plano Mais Produção, gerido pelo Banco, pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Lá fora, os índices de Nova York renovaram as máximas intraday logo após a abertura, com a perspectiva de que a economia norte-americana terá um "pouso suave" (soft landing), que é um processo de desaceleração da economia é feito de forma lenta e gradual, evitando assim uma desaceleração abrupta ou uma recessão.

Os investidores também acompanham decisões de política monetária na China e Japão. Na próxima quinta-feira (25) será a vez do Banco Central Europeu (BCE).

CRIPTOMOEDAS: POR QUE O BITCOIN (BTC) RECUA HOJE?

A semana já começa no negativo para os investidores de criptomoedas. O bitcoin (BTC) perdeu o patamar de suporte de US$ 41 mil após amanhecer em queda nesta segunda-feira (22).

Por volta das 11h55, a maior moeda digital do mundo recuava 2,15% nas últimas 24 horas, a US$ 40.696,40, com uma baixa acumulada de 4,46% nos últimos sete dias.

Já o ethereum (ETH) caía 3,66% em um dia, negociado a US$ 2.371,00 no mesmo horário. Em uma semana, o ativo digital acumula um recuo de 5,93%.

O desempenho negativo dos ativos digitais vem na esteira do esfriamento do entusiasmo dos investidores em relação à aprovação do ETF (fundo de índice  negociado em bolsa) de bitcoin à vista (spot) nos Estados Unidos.

Leia mais.

AZUL (AZUL4) SOBE E ULTRAPASSA BRF (BRFS3) NA LIDERANÇA DO IBOVESPA

As ações da Azul (AZUL4) despontam como a maior alta do Ibovespa com alta próxima a 5%.

Os papéis são beneficiados por relatório do Goldman Sachs, que reafirmou a recomendação de compra das ações.

"Continuamos avaliando que a Azul está bem posicionada para se beneficiar do aumento do poder de definição de preços no mercado doméstico", afirmam os analistas do Goldman Sachs Bruno Amorim, João Frizo e Guilherme Costa Martins.

Na última semana, os papéis da companhia aérea foram pressionados por temores no setor, após a Gol entrar com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos.

No Ibovespa, Azul (AZUL4) sobe 4,81%, a R$ 13,74.

TESOURO: EMISSÃO EM DÓLARES

O Tesouro Nacional anunciou a abertura de mandato para emissão de títulos em dólares no mercado externo, com dois novos papéis.

Para o benchmark de dez anos será lançado o título com vencimento em 2034 e, para o benchmark de 30 anos, o título terá vencimento em 2054.

Os bancos Citigroup, Scotiabank e UBS Investment Bank irão liderar a operação e o resultado da emissão no mercado global será divulgado até o final do dia desta segunda-feira (22).

GIRO DO MERCADO

Na última semana o Itaú Unibanco comprou o Faria Lima 3500, prédio mais caro do Brasil, por R$ 1,46 bilhão, segundo informações do Brazil Journal.

O analista especialista em fundos imobiliários, Caio Araújo, da Empiricus Research, participa do Giro do Mercado desta segunda-feira (22) para comentar como a aquisição pode mexer com os FIIs de escritório e como os investidores podem aproveitar a oportunidade para lucrar.

El Niño, chuvas no sul, tempo seco do norte, e até… La Niña. Como a situação climática do país pode ajudar as empresas do setor elétrico?

O analista Ruy Hungria explica como as empresas devem se beneficiar do clima seco para verem suas ações subirem.

Acompanhe:

BRF (BRFS3) LIDERA GANHOS

As ações da BRF (BRFS3) lideram os ganhos do Ibovespa com alta de quase 5%. O movimento de alta acompanha todo o setor de frigoríficos, com exceção de Marfrig (MRFG3).

Sem notícias corporativas, vale ressaltar que os papéis BRF (BRFS3) fecharam o pregão da última sexta-feira (19) entre as maiores quedas do índice. Hoje, as ações são beneficiadas pela queda no preço do milho — insumo para a criação de aves.

Confira o desempenho do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 13,614,69%
BEEF3Minerva ONR$ 6,800,29%
JBSS3JBS ONR$ 23,780,13%
MRFG3Marfrig ONR$ 9,11-1,51%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York iniciaram o dia em forte alta, acompanha a perspectiva de que a economia norte-americana terá um "pouso suave" (soft landing), que é um processo de desaceleração da economia é feito de forma lenta e gradual, evitando assim uma desaceleração abrupta ou uma recessão.

Confira o desempenho dos índices de Wall Street após a abertura:

  • S&P 500: +0,47%;
  • Dow Jones: +0,40%;
  • Nasdaq: +0,75%

Logo após a abertura, o índice S&P 500 renovou o recorde histórico intraday. O Dow Jones superou os 38 mil pontos pela primeira vez na história.

Na expectativa, os investidores aguardam a divulgação do PIB final de 2023, que será divulgado na próxima quinta-feira (25).

O Federal Reserve (Fed) se reúne na semana que vem, quarta-feira (31), para uma nova decisão sobre a política monetária. O mercado aposta na manutenção dos juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano, com novas sinalizações sobre corte de juros.

LOJAS RENNER (LREN3) CAI

As ações das Lojas Renner (LREN3) seguem liderando as perdas do Ibovespa, com o rebaixamento da recomendação do Citi.

O banco reduziu a recomendação de compra para neutra, com o valution como critério para a revisão negativa. Segundo os analistas do banco, a companhia está sendo negociada a 15,2/12,3x o preço/lucro (P/L) esperado para 2024 e 2025, o "que implica em uma vantagem mais limitada no preço-alvo" de R$ 18,50.

Para o quarto trimestre, o Citi prevê margens um pouco mais conservadoras e Realize — núcleo financeiro da Lojas Renner.

"Continuamos esperando uma aceleração sequencial do crescimento da receita líquida no quarto trimestre, mas acompanhando o desempenho do ano, adotamos uma visão um pouco mais conservadora", escrevem os analistas João Pedro Soares e Felipe Reboredo.

No Ibovespa, os papéis caem 3,17%, a R$ 16,19.

JUROS FUTUROS PRÓXIMOS DA ESTABILIDADE

Os juros futuros (DIs) operam próximos da estabilidade com os investidores ajustando as perspectivas sobre as políticas monetárias dos principais bancos centrais do mundo.

Por aqui, os investidores também acompanham as negociações sobre a proposta da reoneração da folha de pagamentos entre o governo e o Congresso Nacional.

Os ganhos dos DIs são limitadas pelo recuo dos rendimentos (yields) dos títulos dos Estados Unidos, os Treasurys, de referência: de 10 e 30 anos. O yield de 10 anos recuam a 4,088% e o de 30 anos caem 4,304%.

Confira o desempenho dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,10%10,10%
DI1F26DI Jan/269,76%9,75%
DI1F27DI Jan/279,90%9,88%
DI1F28DI Jan/2810,15%10,13%
DI1F29DI Jan/2910,31%10,30%
DI1F30DI Jan/3010,45%10,46%

IBOVESPA MIRA ALTA

Com apoio dos índices futuros do Nova York, o Ibovespa tenta zerar os ganhos da abertura e se firmar em tom positivo.

O índice sobe 0,04%, aos 127.682 pontos.

Enquanto isso, o dólar opera em alta, de olho nas decisões de políticas monetárias dos principais economias do mundo. Na comparação com o real, a moeda norte-americana avança 0,30% no mercado à vista, a R$ 4,9420.

LOJAS RENNER (LREN3) RECUA 3%

As ações da Lojas Renner (LREN3) operam em queda superior a 3% e lidera as perdas do Ibovespa após a abertura das negociações.

Os papéis reagem ao rebaixamento da recomendação de compra para neutro pelo banco Citi.

LREN3 cai 3,35%, a R$ 16,16.

SOBE E DESCE DA ABERTURA

O Ibovespa opera em queda no nível dos 127 mil pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 17,672,49%
GOLL4Gol PNR$ 7,181,99%
AZUL4Azul PNR$ 13,311,53%
CIEL3Cielo ONR$ 4,531,12%
BRFS3BRF ONR$ 13,141,08%

E as maiores queda do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
LREN3Lojas Renner ONR$ 16,36-2,15%
TOTS3Totvs ONR$ 31,24-1,51%
BRAP4Bradespar PNR$ 22,53-1,10%
VALE3Vale ONR$ 67,38-1,06%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,64-0,97%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 0,14%, aos 127.453 pontos.

Apesar do avanço dos índices futuros de Nova York e das commodities, o principal índice da bolsa brasileira opera em queda com os investidores ainda cautelosos com a trajetória dos juros nos Estados Unidos e as negociações sobre a reoneração da folha de pagamentos.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em queda no pré-mercado em Nova York, na contramão das commodities e do desempenho dos índices futuros em Wall Street.

  • Vale (VALE): -0,80%, a US$ 13,79;
  • Petrobras (PBR): -0,25%, a US$ 15,71.
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities segue volátil, mas opera em tom positivo nesta segunda-feira (22).

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, com alta de 0,53%, a US$ 132,31 a tonelada.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência global, sobem 0,14%, a US$ 78,68. Apesar das perspectiva de demanda fraca que pressiona a commodity, os temores sobre a escalada do conflito no Mar Vermelho se sobressaem e impulsionam os preços do barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

ATÉ QUANDO A RESSACA LOCAL VAI DURAR?

Investidores ao redor do mundo estão se adaptando à realidade de que as taxas de juros não devem diminuir no curto prazo.

Apesar disso, os índices do mercado de ações dos Estados Unidos registraram uma performance positiva na última semana.

Essa tendência otimista se estende ao mercado europeu, que atualmente está processando sua própria temporada de divulgação de resultados corporativos.

O Banco Central Europeu está programado para anunciar sua decisão sobre política monetária na quinta-feira, antecedendo a reunião do Federal Open Market Committee, que ocorrerá entre 30 e 31 de janeiro.

A expectativa geral é que ambas as instituições mantenham as taxas de juros estáveis.

Na Ásia e no Pacífico, os mercados iniciaram a semana sem uma direção definida, após a China manter suas taxas de juros, conforme previsto. Enquanto isso, o índice do mercado de ações japonês alcançou um novo recorde de 34 anos.

Em contraste, o mercado de Hong Kong sofreu quedas, impactado principalmente pelo setor imobiliário chinês.

Os mercados europeus começaram o dia em alta, seguindo a tendência dos futuros de ações americanos.

Nos próximos dias, é provável que haja mais ajustes na curva de juros, alinhando as expectativas do mercado com as ações que o Fed provavelmente adotará nos meses seguintes.

A ver…

00:49 — Nada de novo no front

No cenário político brasileiro, o foco continua firmemente nas questões fiscais, particularmente no impasse em torno da Medida Provisória (MP) da reoneração.

Esta situação tem afetado negativamente as expectativas dos investidores, prolongando um período de incerteza que já se estende por várias semanas.

Embora o IPCA-15 de janeiro seja um indicador relevante para aferir o nível inflacionário do país, a principal atenção ainda está voltada para as decisões e debates em Brasília.

Neste contexto, é recomendável assistir ao programa Roda Viva de hoje, às 22 horas, onde o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, discutirá o assunto.

Nos dias seguintes, espera-se que ocorram mais negociações sobre a questão. Uma estratégia alternativa sendo considerada em Brasília, caso o governo não consiga avançar com a MP da reoneração, é a apresentação de um projeto de lei que ofereça uma solução intermediária entre as posições do governo e dos parlamentares.

Além disso, possíveis vetos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) podem surgir como elementos de negociação.

A ausência de um plano para reonerar a folha de pagamento, mesmo que de forma gradual, forçaria o governo a realizar cortes de despesas, um cenário que o presidente Lula deseja evitar.

01:36 — O que a temporada de resultados nos reserva?

Nos Estados Unidos, o mercado de ações testemunhou um fechamento histórico na sexta-feira, com o índice S&P 500 subindo 1,2% e alcançando um novo recorde, o primeiro desde janeiro de 2022.

O Dow Jones Industrial Average também registrou uma alta de 1,1%, atingindo outro recorde, enquanto o Nasdaq Composite experimentou um salto de 1,7%.

Este encerramento notável da semana passada, que foi mais curta devido ao feriado da última segunda-feira, aconteceu apesar de um início morno para a temporada de divulgação dos lucros do quarto trimestre.

Até o momento, das empresas do S&P 500 que divulgaram seus resultados, 88% ultrapassaram as expectativas de lucro por ação.

A temporada de divulgação de resultados segue a todo vapor e ainda é incerto qual será o cenário dominante. Nesta semana, mais de 70 empresas do S&P 500, incluindo nomes como Tesla, AT&T, Johnson & Johnson, Visa, General Electric e Intel, estão agendadas para apresentar seus relatórios.

A próxima semana promete ser ainda mais agitada com aproximadamente um quarto das empresas do índice divulgando seus resultados, incluindo gigantes como Microsoft, Apple, Exxon Mobil, Boeing e Qualcomm.

Estamos apenas no início da temporada de resultados, e o desfecho dessa fase será crucial para definir a direção do mercado para o restante de 2024 – e para verificar se haverá continuidade na tendência de alta do mercado.

02:29 — Divididos ou não divididos: eis a questão…

Recentemente, nos Estados Unidos, Ron DeSantis retirou sua candidatura à presidência para 2024 no domingo passado e declarou apoio ao favorito Donald Trump, reduzindo o número de principais candidatos republicanos antes das aguardadas primárias de New Hampshire na próxima terça-feira.

Essa decisão do governador da Flórida potencializa as possibilidades de Trump reconquistar a presidência.

Conforme as últimas pesquisas, o ex-presidente lidera com 50% das intenções de voto dos prováveis eleitores republicanos em New Hampshire, enquanto Nikki Haley, ex-governadora da Carolina do Sul, possui 39%.

Se Haley não ganhar impulso agora, suas chances de competir efetivamente contra Trump se reduzem significativamente.

A perspectiva é de uma eleição ainda mais polarizada do que a de 2020: o mercado deverá precificar melhor a eleição a partir de março.

Enquanto isso, embora os Estados Unidos sejam frequentemente vistos como um país dividido, a natureza descentralizada de sua política permitiu a formação de um mercado livre de estratégias políticas, contribuindo para algumas das mais notáveis histórias de crescimento e atração de capital humano no mundo desenvolvido.

A Califórnia está na vanguarda do desenvolvimento global de inteligência artificial, enquanto Nova Iorque se mantém como um dos centros financeiros globais mais influentes, reunindo abundante capital e atraindo talentos de alto nível de diversas áreas.

O Texas se destaca não só na produção de combustíveis fósseis, mas também em energia sustentável e cadeias de abastecimento, enquanto a Flórida é reconhecida pelo seu rápido crescimento econômico.

Apesar das divisões, os EUA continuam a ser a principal superpotência mundial.

03:28 — A cadeia de suprimentos global

Conflitos armados, alterações climáticas e outros fatores estão causando perturbações significativas nas rotas marítimas de comércio, com implicações diretas para o Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Esses "gargalos" marítimos, frequentemente mencionados, são geralmente canais e passagens estreitas que suportam um volume substancial de tráfego diário.

Áreas como o Estreito de Malaca, conectando os oceanos Pacífico e Índico, o Canal de Suez, o Canal do Panamá e o Mar da China Meridional são exemplos de vias navegáveis essenciais, cujo bloqueio poderia causar um transtorno considerável no comércio global.

Recentemente, o Mar Vermelho surgiu como um ponto crítico vulnerável, especialmente por sua ligação com o Canal de Suez, uma rota que representa um valor significativo no comércio mundial.

Desde novembro, houve ataques de mísseis dos Houthis contra embarcações no Mar Vermelho, levando os navios a desviar pela rota mais longa do Cabo da Boa Esperança, acrescentando até duas semanas às viagens.

Além dos fatores geopolíticos, questões ambientais como a seca na América Central também representam um risco, pois resultaram em níveis de água perigosamente baixos no Canal do Panamá, forçando uma redução de 36% nas passagens de navios.

Tais distúrbios nos pontos-chave do comércio global têm implicações diretas nas perspectivas de inflação, essenciais para calibrar expectativas em relação às taxas de juros e, por extensão, aos ativos de risco.

04:20 — Pelo menos uma eleição estável e previsível no mundo

A economia mexicana, caracterizada pela sua dinamicidade, está profundamente enraizada no cenário econômico mundial, beneficiando-se substancialmente do crescente movimento de "nearshoring".

Sua posição como o principal parceiro comercial dos Estados Unidos é vantajosa, mas é a estabilidade política do México que amplifica os frutos dessa relação.

Claudia Sheinbaum, a provável futura presidente do país depois das eleições de junho, conta com o apoio do atual presidente, Andrés Manuel López Obrador.

Ela é reconhecida como uma tecnocrata com laços sólidos tanto com o setor empresarial doméstico quanto com o internacional.

Além disso, Sheinbaum possui uma credibilidade única, sendo capaz de atrair a base de esquerda de López Obrador, especialmente por ter a chance de ser a primeira mulher presidente do México.

Assim como a Índia e o Brasil têm potencial para atuar como intermediários entre o Sul Global e o G7, Sheinbaum tem a oportunidade de fortalecer as conexões entre as Américas do Norte, Central e do Sul.

Este movimento em direção a uma integração mais robusta na região, que é comparativamente a mais estável geopoliticamente, apesar dos desafios como a crise migratória na fronteira dos EUA e a luta contra o narcotráfico, será um vetor chave no panorama global nos anos vindouros.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abre R$ 4,9265, com queda de 0,01%, no mercado à vista.

A moeda norte-americana é pressionada pelo retomada de fôlego das commodities, enquanto os investidores acompanham as decisões de política monetária ao longo da semana — entre elas, no Japão e na Europa.

LEVE QUEDA NA PROJEÇÃO DA INFLAÇÃO PARA 2024

O Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (22) pelo Banco Central, indicou uma leve queda na expectativa para a inflação de 2024. A projeção passou de 3,87% para 3,86%.

No radar do mercado, a projeção para 2025 se manteve estável, em 3,50%, pela 26ª semana seguida.

Já para 2026 e 2027, a estimativa continuou em 3,50% pela 29ª semana consecutiva. A projeção segue a manutenção da meta de inflação em 3,0% para os próximos anos.

Confira o Boletim Focus semanal:

  • IPCA/24: de 3,87% para 3,86% (↓)
  • IPCA/25: permanece em 3,50% (=)
  • PIB/24: de 1,59% para 1,60 % (↑)
  • PIB/25: permanece em 2% (=)
  • Câmbio/24: de R$ 4,95 para R$ 4,92 (↓)
  • Selic/24: permanece em 9% (=)
  • Selic/25: permanece em 8,50% (=)
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em queda de 0,07% nesta segunda-feira (22). O principal índice da B3 destoa dos mercados internacionais, que amanheceram em tom positivo.

A baixa retoma uma série de quedas do Ibovespa, que acumula um recuo de 3,85% em janeiro.

Por aqui, os dados de arrecadação do governo, a reunião periódica do Conselho Monetário Nacional (CMN) e a prévia da inflação oficial de janeiro (IPCA-15) ficam no radar dos investidores.

QUEDA DA BOING EM WALL STREET

As ações da Boing operam em baixa no pré-mercado de Nova York, nesta manhã de segunda-feira (22).

A queda é impulsionada pela recomendação do órgão regulador de aviação dos EUA (FAA), que recomendou que aviações que utilizam os aviões 737-900ER inspecionem as portas de saída de emergência.

Segundo a FAA, o modelo possui o mesmo design de plugue de porta do jato 737 MAX, envolvido em um recente incidente.

Às 8h02, no horário de Brasília, a Boing tinha queda de 2,5%.

AGENDA DA SEMANA

A semana começa com uma série de eventos cruciais para os mercados financeiros e a economia global. Já nesta segunda-feira (22), acontece a divulgação do Boletim Focus no Brasil, que compila as expectativas do mercado para a economia nacional.

O Japão também estará em destaque com a decisão de política monetária do Banco Central do Japão (BoJ, em inglês). 

Na terça-feira (23), serão divulgados os índices de gerentes de compras (PMI, em inglês) industrial e de serviços no Japão.

Já na quarta-feira (24), dados sobre o setor industrial e de serviços serão anunciados em países como Alemanha, Zona do Euro, Reino Unido e Estados Unidos.

A quinta-feira (25) será marcada pelas decisões de política monetária na Zona do Euro pelo Banco Central Europeu (BCE). Nos EUA, o PIB do quarto trimestre e os pedidos iniciais de seguro-desemprego são destaques.

Por fim, a sexta-feira (26) será dia da inflação, tanto no Brasil, com o IPCA-15 de janeiro, quanto nos EUA, com o índice de preços e gastos com consumo (PCE) de dezembro.

Confira a agenda completa da semana aqui.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul hoje.

Assim como na semana passada, o Nasdaq segue em destaque devido ao peso das ações do setor de tecnologia.

Entre os destaques da agenda de balanços hoje está o resultado trimestral da United Airlines, mas os números serão conhecidos somente depois do fechamento.

Para o restante da semana, os investidores estarão de olho no resultado do PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre e do PCE de dezembro, além dos balanços de empresas como Netflix e Tesla.

Veja como estavam os índices futuros de Wall Street por volta das xhxx:

  • Dow Jones: +0,13%
  • S&P-500: +0,30%
  • Nasdaq: +0,54%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta segunda-feira.

Em dia de agenda esvaziada, os investidores acompanham os sinais positivos emitidos por Wall Street.

Ao mesmo tempo, eles aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, esperada somente para a quinta-feira.

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das xhxx:

  • Londres: +0,07%
  • Frankfurt: +0,33%
  • Paris: +0,29%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira.

Enquanto a bolsa de Tóquio voltou a renovar as máximas em quase 34 anos, o mercado de ações de Xangai fechou em forte queda diante da manutenção da taxa de juros na China.

Com alta de 1,62%, o índice Nikkei, de Tóquio, encontra-se atualmente no nível mais alto desde fevereiro de 1990.

Quem também fechou em alta foi a bolsa de Taiwan, que avançou 0,76%.

Já a decisão do banco central da China levou de arrasto os demais mercados asiáticos. Os investidores estão à espera de que o governo chinês anuncie medidas de estímulo diante da crise no setor imobiliário e de sinais de desaceleração do consumo.

Com isso, a bolsa de Xangai fechou em queda de 2,68% hoje.

Também fecharam em queda as bolsas de Seul (-0,34%) e Hong Kong (-2,27%).

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: -2,68%
  • Tóquio: +1,71%
  • Hong Kong: -2,27%
  • Kospi: +0,33%
  • Taiwan: +0,76%
CHINA MANTÉM TAXAS DE JUROS INALTERADAS

O Banco do Povo da China manteve inalteradas as principais taxas de juros de referência no país.

As taxas de juros de referência para empréstimos, conhecidas como LPR, foram mantidas em 3,45% para o prazo de 1 ano e em 4,20% para o prazo de 5 anos.

Este é o quinto mês consecutivo no qual a autoridade monetária chinesa mantêm as LPRs inalteradas.

Embora a manutenção das taxas fosse esperada pelos analistas, o mercado reagiu mal e derrubou as bolsas de Xangai e Hong Kong.

COMO FECHOU O IBOVESPA NA SEXTA

Após acumular uma queda de quase 5% no mês de janeiro, a bolsa brasileira ganhou fôlego e conseguiu interromper a sequência de três quedas consecutivas no fim da última semana.

O Ibovespa fechou as negociações em tom positivo na sexta-feira (19), com avanço de 0,25%, aos 127.635 pontos. Na semana, porém, o principal índice de ações da B3 acumulou baixa de 2,56%.

Por sua vez, o dólar terminou a sessão negociado a R$ 4,9260, um recuo de 0,09% no mercado à vista.

Os investidores também repercutiram o IBC-Br de novembro, que veio levemente acima do esperado.

Apesar de uma melhora no humor dos investidores, o sentimento que prevalece é de cautela.

As atenções ficaram concentradas na disputa entre o governo e o Congresso sobre a reoneração da folha de pagamento, que foi evidenciada por declarações diferentes do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

IBOVESPA CAI QUASE 5% NOS PRIMEIROS 20 DIAS DO ANO. OTIMISMO ACABOU?

Após alcançar as máximas históricas no fim de 2023, a bolsa brasileira virou o ano com grandes expectativas. Mas os primeiros 20 dias de janeiro foram uma verdadeira ducha de água gelada nos investidores.

O Ibovespa — principal índice de ações da B3 — caiu dos 134 mil pontos para o nível próximo aos 127 mil pontos, o que representa uma queda de quase 5%. Ao mesmo tempo, o dólar saltou 1,51%.

Houve um alívio na sexta-feira, é verdade. Mas também é fato que o sentimento de euforia deu lugar à cautela no mercado. A visão positiva para a bolsa continua, mas a expectativa agora é que esse caminho seja mais acidentado.

A mudança brusca no humor dos investidores nos primeiros dias de 2024 passa por três principais fatores. Saiba mais sobre o que provocou a queda da bolsa e o que esperar daqui para frente. 

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