Ações da Plano & Plano (PLPL3) e Helbor (HBOR3) sobem forte após prévias, mas apenas uma delas tem recomendação de compra; veja qual
O Itaú BBA já esperava a reação positiva do mercado. Em relatório publicado mais cedo, o banco de investimentos avaliou as duas prévias como positivas

Negociadas fora do Ibovespa, as ações de duas incorporadoras estão entre as maiores altas da bolsa brasileira nesta terça-feira (16). Helbor (HBOR3) e Plano & Plano (PLPL3) avançam forte com os investidores repercutindo as prévias operacionais do segundo trimestre publicadas na noite de ontem.
Por volta das 11h15, as ações PLPL3 lideravam o índice imobiliário da B3 com ganhos de 4,51%. Os papéis HBOR3 tinham um desempenho parecido, com alta de 4,39%.
O Itaú BBA já esperava a reação positiva do mercado. Em relatório publicado mais cedo, o banco de investimentos avaliou as duas prévias como positivas.
No caso da Plano & Plano, os analistas destacaram uma melhoria nos distratos, que recuaram 6,4 pontos percentuais ante o pico apresentado no trimestre anterior.
“Embora [os distratos] tenham permanecido acima dos pares e da média histórica da empresa, esperamos melhorias contínuas nos próximos trimestres”, afirmam.
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Já o Santander ressaltou que a companhia ficou com o caixa positivo em R$ 87,5 milhões no 2T24. O resultado reverte uma queima de cerca de R$ 25 milhões reportada no segundo trimestre do ano passado.
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De acordo com os analistas, o feito foi possível graças ao avanço dos canteiros de projetos já lançados, o que permitiu vendas maiores do estoque.
“Como consequência, estimamos que a empresa deva terminar o trimestre com um balanço sólido para apoiar o crescimento acelerado no curto prazo”, diz o Santander, que recomenda compra para as ações da Plano & Plano com preço alvo de R$ 15,50.
Helbor (HBOR3) apresenta prévia melhor que a esperada, mas o BTG ainda não recomenda compra para as ações
A redução do estoque também foi um dos principais pontos positivos da prévia da Helbor, segundo o Itaú BBA. A duração do inventário de produtos da companhia caiu para 11,7 meses, contra 12,5 meses no 1T24.
Com as melhorias — que incluíram ainda uma alta de 45% nas vendas contratadas, para R$ 532 milhões —, os analistas já esperavam uma forte alta das ações hoje. Mas reforçam que os papéis HBOR3 são os mais descontados dentro da cobertura de Real Estate do banco.
Os números da Helbor também superaram as expectativas do BTG Pactual, que elogiou a velocidade de vendas “saudável” apesar dos lançamentos menores.
Mas, mesmo considerando a prévia positiva e os múltiplos descontados, o banco de investimentos optou por manter a recomendação neutra para as ações. A cautela é devido à dinâmica ainda fraca de resultados financeiros e à "alavancagem elevada" da empresa.
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