Presidente da Petrobras (PETR4) se reúne com bancada do PT na Câmara após reajuste da gasolina
Ele negou qualquer interferência do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na decisão, que já era esperada pelo mercado há alguns dias

O presidente da Petrobras (PETR3;PETR4), Jean Paul Prates, chegou nesta terça-feira (15), ao Congresso e se dirigiu à sala onde fica a liderança do PT na Câmara, horas após a estatal anunciar um reajuste nos preços dos combustíveis. O Broadcast confirmou que ele tem uma reunião com a bancada do partido.
Mais cedo, Prates disse que os reajustes anunciados para o diesel e a gasolina aconteceram no momento certo, quando os modelos rodados pela companhia mostraram que o petróleo se estabilizou em um patamar alto, mas ressaltou que é possível haver redução de preço mais à frente, principalmente da gasolina.
Ele negou qualquer interferência do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na decisão, que já era esperada pelo mercado há alguns dias.
"(Lula) jamais, em tempo algum, sequer sugeriu algum muxoxo para fazer isso ou aquilo, nada, ele tem total noção, consciência e confiança na gestão da Petrobras", afirmou Prates.
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Reação da Petrobras (PETR4)
De manhã, a Petrobras informou que vai elevar o preço da gasolina e do diesel nas suas refinarias a partir de amanhã (16).
Segundo a companhia, a partir de quarta-feira, o preço da gasolina será elevado em 16,2%, para R$ 2,93 por litro, e o preço do diesel, produto que anda escasso no mundo, R$ 3,80 por litro, uma alta de 25,8%. O aumento reduz a defasagem em relação ao mercado internacional e também o risco de faltar combustível no País.
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As ações da Petrobras tiveram forte alta de manhã, após a empresa aumentar os preços dos combustíveis.
Mas os papéis reduziram os ganhos com a informação de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negocia com Prates um acordo para a companhia pagar em torno de R$ 30 bilhões e encerrar litígios com a Receita Federal.
O pagamento usa as regras do projeto de lei que retoma o voto de desempate a favor do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), o chamado “voto de qualidade” do Carf.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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