Depois da disparada de Petrobras (PETR4), é hora de voltar a comprar as petroleiras “juniors” na B3, diz XP
Na visão dos analistas, a PetroRio – PRIO (PRIO3) é a ação melhor posicionada para uma maior consolidação no mercado internacional nos próximos anos

Reza a lenda que panela velha é que faz comida boa — mas, segundo a XP, quando o assunto é investimento em petróleo, as chamadas empresas “juniors” como PetroRio - PRIO (PRIO3) têm hoje maior potencial para saciar o apetite de lucro dos investidores.
Isso porque, na visão dos analistas, a Petrobras (PETR4) experimentou um forte rali neste ano e se aproxima das máximas de cinco anos, abrindo oportunidade para as empresas mais jovens abocanharam os ganhos.
A Petrobras acumulou valorização da ordem de 50% em 2023, enquanto as concorrentes mais novas do setor, como PetroRecôncavo (RECV3) e 3R Petroleum (RRRP3), marcam perdas na bolsa brasileira devido a efeitos macro e microeconômicos no desempenho.
Já a PRIO (PRIO3) registra leve ganho na B3 — e foi eleita a favorita dos analistas da XP para o setor de óleo e gás.
PetroRio - PRIO (PRIO3): a favorita da XP
Na visão dos analistas da XP, a PetroRio - PRIO (PRIO3) é a ação melhor posicionada para uma maior consolidação no mercado offshore (internacional) nos próximos anos. Por sua vez, a PetroRecôncavo é considerada a melhor ação para consolidar ativos domésticos.
Segundo o relatório, a visão mais positiva para PRIO é resultado de uma combinação de um histórico operacional positivo e um valuation descontado.
Leia Também
Os analistas enxergam que a ação está barata, com uma taxa interna de rentabilidade (TIR) de 28%, além de considerarem um potencial de valorização de 57% para os papéis.
Os analistas ainda consideram o aumento do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) da petroleira, bem como um potencial de maior consolidação no mercado internacional nos próximos anos.
A XP ainda prevê uma forte geração de fluxo de caixa livre para o ano que vem. Com isso, o retorno com dividendos (dividend yield) da PRIO deve atingir 18% em 2024, de acordo com os cálculos dos analistas.
Petroleiras ‘juniors’ em alta
O otimismo da XP Investimentos para o setor de óleo e gás é baseado em uma projeção de assimetria positiva para o preço do petróleo do tipo Brent, referência no mercado internacional, durante o segundo semestre de 2023.
Na visão da corretora, a Petrobras (PETR4) deve registrar fluxo de caixa livre e dividend yield mais baixos a partir de 2024, ainda que em níveis robustos.
Por sua vez, os analistas projetam que as empresas menores do setor de petróleo ganhem um impulso na produção, o que reduziria os custos e aumentaria a geração de caixa livre.
Vale destacar que, apesar da preferência por PRIO, os analistas enxergam que as quatro petroleiras — incluindo a Petrobras — estão baratas e recomendam a compra das ações.
O combo do mal: dólar dispara mais de 3% com guerra comercial e juros nos EUA no radar
Investidores correm para ativos considerados mais seguros e recaculam as apostas de corte de juros nos EUA neste ano
Mark Zuckerberg e Elon Musk no vermelho: Os bilionários que mais perdem com as novas tarifas de Trump
Só no último pregão, os 10 homens mais ricos do mundo perderam, juntos, em torno de US$ 74,1 bilhões em patrimônio, de acordo com a Bloomberg
Carrefour Brasil (CRFB3): controladora oferece prêmio mais alto em tentativa de emplacar o fechamento de capital; ações disparam 10%
Depois de pressão dos minoritários e movimentações importantes nos bastidores, a matriz francesa elevou a oferta. Ações disparam na bolsa
China não deixa barato: Xi Jinping interrompe feriado para anunciar retaliação a tarifas de Trump — e mercados derretem em resposta
O Ministério das Finanças da China disse nesta sexta-feira (4) que irá impor uma tarifa de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA
Um café e um pão na chapa na bolsa: Ibovespa tenta continuar escapando de Trump em dia de payroll e Powell
Mercados internacionais continuam reagindo negativamente a Trump; Ibovespa passou incólume ontem
Cardápio das tarifas de Trump: Ibovespa leva vantagem e ações brasileiras se tornam boas opções no menu da bolsa
O mais importante é que, se você ainda não tem ações brasileiras na carteira, esse me parece um momento oportuno para começar a fazer isso
Ações para se proteger da inflação: XP monta carteira de baixo risco para navegar no momento de preços e juros altos
A chamada “cesta defensiva” tem dez empresas, entre bancos, seguradoras, companhias de energia e outros setores classificados pela qualidade e baixo risco
Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) perdem juntas R$ 26 bilhões em valor de mercado e a culpa é de Trump
Enquanto a petroleira sofreu com a forte desvalorização do petróleo no mercado internacional, a mineradora sentiu os efeitos da queda dos preços do minério de ferro
Brava (BRAV3) despenca 10% em meio à guerra comercial de Trump e Goldman Sachs rebaixa as ações — mas não é a única a perder o brilho na visão do bancão
Ações das petroleiras caem em bloco nesta quinta-feira (3) com impacto do tarifaço de Donald Trump. Goldman Sachs também muda recomendação de outra empresa do segmento e indica que é hora de proteção
Embraer (EMBR3) tem começo de ano lento, mas analistas seguem animados com a ação em 2025 — mesmo com as tarifas de Trump
A fabricante de aeronaves entregou 30 aviões no primeiro trimestre de 2025. O resultado foi 20% superior ao registrado no mesmo período do ano passado
Oportunidades em meio ao caos: XP revela 6 ações brasileiras para lucrar com as novas tarifas de Trump
A recomendação para a carteira é aumentar o foco em empresas com produção nos EUA, com proteção contra a inflação e exportadoras; veja os papéis escolhidos pelos analistas
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Itaú (ITUB4), de novo: ação é a mais recomendada para abril — e leva a Itaúsa (ITSA4) junto; veja outras queridinhas dos analistas
Ação do Itaú levou quatro recomendações entre as 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro; veja o ranking completo
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Onde investir em abril? As melhores opções em ações, dividendos, FIIs e BDRs para este mês
No novo episódio do Onde Investir, analistas da Empiricus Research compartilham recomendações de olho nos resultados da temporada de balanços e no cenário internacional
Minoritários da Tupy (TUPY3), gestores Charles River e Organon indicam Mauro Cunha para o conselho após polêmica troca de CEO
Insatisfeitos com a substituição do comando da metalúrgica, acionistas indicam nome para substituir conselheiro independente que votou a favor da saída do atual CEO, Fernando Rizzo
Assembleia do GPA (PCAR3) ganha apoio de peso e ações sobem 25%: Casino e Iabrudi sinalizam que também querem mudanças no conselho
Juntos, os acionistas somam quase 30% de participação no grupo e são importantes para aprovar ou recusar as propostas feitas pelo fundo controlado por Tanure
Trump-palooza: Alta tensão com tarifaço dos EUA força cautela nas bolsas internacionais e afeta Ibovespa
Donald Trump vai detalhar no fim da tarde de hoje o que chama de tarifas “recíprocas” contra países que “maltratam” os EUA
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas