Tesouro Nacional faz a primeira emissão de títulos verdes em dólares no mercado externo; veja os detalhes
Títulos sustentáveis foram lançados em setembro, mas governo ainda aguardava a melhor janela para fazer a emissão; primeiro título vence em 2031

O Tesouro Nacional informou, nesta segunda-feira (13), que está fazendo sua primeira emissão de títulos sustentáveis em dólares no mercado internacional.
Os primeiros green bonds brasileiros terão um prazo de sete anos, com vencimento em 2031, e o resultado da captação, diz o Tesouro, será divulgado ao final do dia de hoje.
Os títulos verdes foram lançados pelo Tesouro Nacional brasileiro em setembro, quando foi realizado um roadshow (apresentação) com investidores globais para testar a receptividade ao produto.
O órgão apenas aguardava uma janela adequada no mercado global. Os juros elevados dos títulos públicos americanos vinham dificultando novas emissões de dívida, pois as taxas para os emissores sairiam muito salgadas.
Ainda assim, segundo o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, títulos verdes tendem a ser mais baratos para o emissor do que as dívidas "normais", uma vez que ele se compromete a utilizar os recursos para investir em iniciativas socioambientais, como projetos de infraestrutura ligados a energia limpa e saneamento.
Em seu comunicado, o Tesouro afirma seu compromisso de alocar o montante equivalente aos recursos captados em "ações que impulsionem a sustentabilidade e contribuam para a mitigação de mudanças climáticas, para a conservação de recursos naturais e para o desenvolvimento social".
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Tesouro Nacional deseja criar referência para o mercado corporativo
Mais do que financiar iniciativas socioambientais, porém, o Tesouro Nacional deseja que a emissão pública de títulos verdes crie parâmetros para as empresas utilizarem em suas emissões de dívida privada, fomentando, no país, um mercado de crédito verde corporativo e financiamento privado em projetos de sustentabilidade.
"O objetivo da operação é reafirmar o compromisso da República com políticas sustentáveis, convergindo com o crescente interesse de investidores não residentes e com a expansão do mercado de títulos temáticos no mundo", acrescenta o órgão, em nota.
A operação é liderada pelos bancos Itaú BBA, JP Morgan e Santander.
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