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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa acompanha Nova York e cai mais de 1%; dólar fecha em alta

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10 de março de 2023
7:23 - atualizado às 18:25

RESUMO DO DIA: Uma inflação acima do esperado e um temor generalizado de que uma nova crise financeira seja deflagrada à partir do sistema financeiro americano derrubaram os ativos brasileiros hoje.

O fechamento do banco Silicon Valley Bank levou Wall Street para as mínimas e nem mesmo sinais de que a nova âncora fiscal deve ser apresentada na semana que vem serviram para aliviar o humor na B3.

A temporada de balanços também teve um papel importante na condução dos ativos hoje. De um lado, o varejo caiu forte após números decepcionantes. Do outro, a Embraer voltou a conquistar o mercado.

Apesar do clima negativo, a Hapvida, que caiu mais de 50% em poucos dias, também teve uma sessão de forte recuperação.

Confira os principais destaques do dia:

Leia Também

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,4727,32%
EMBR3Embraer ONR$ 19,005,67%
MRVE3MRV ONR$ 6,431,42%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,781,05%
CMIG4Cemig PNR$ 10,510,38%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,43-17,75%
AZUL4Azul PNR$ 12,64-11,30%
RRRP33R Petroleum ONR$ 28,91-7,72%
GOLL4Gol PNR$ 7,31-7,12%
VIIA3Via ONR$ 1,82-6,19%
FECHAMENTO DO DIA

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,38%, aos 103.618 pontos. Na semana, o recuo foi de 0,24%

FECHAMENTO EM NOVA YORK

O setor financeiro global teve um dia difícil para digerir.

Nos Estados Unidos, o banco SVB Financial foi fechado pelos reguladores, após problemas para proteger os ativos de seus clientes e seguir operacional. O maior temor dos investidores é de que uma reação em cadeia se inicia, levando junto todo o setor bancário.

Mas esse não foi o único gatilho para as fortes perdas vistas em Wall Street. O Payroll, o relatório de emprego oficial e um dos dados mais importantes analisados pelo Federal Reserve, mostrou números mistos, incapazes de reverter o mal estar gerado pelo fechamento do SVB e falas confusas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao longo da semana.

  • Nasdaq: -1,76%
  • S&P 500: -1,45%
  • Dow Jones: -1,07%
FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,30%, a R$ 5,2082. Na semana, o ganho foi de 0,15%.

Acerte seu relógio! Bolsa de valores brasileira volta a operar no horário normal a partir de segunda-feira (13)

Com o início do horário de verão nos EUA, a B3 acerta os ponteiros do relógio e volta a operar em período normal. Sendo assim, a abertura da bolsa de valores brasileira continua às 10h, mas volta a fechar às 17h a partir da próxima segunda-feira (13).

A bolsa estava operando em horário estendido, das 10h às 17h55, desde novembro do ano passado, conforme ajuste ao horário de verão nos EUA e no Canadá.

Além do mercado à vista, os mercados fracionário, a termo e de opções voltam a operar no período normal, com sete horas de pregão.

Todos os ativos do Bovespa Mais e do mercado de balcão organizado, bem como BDRs, fundos de investimento ETFs de renda variável e renda fixa e opções sobre índices de ações também acompanham o retorno.

Leia mais.

Por que as ações da Embraer (EMBR3) estão entre as poucas que sobem nesta sexta-feira (10)?

Se de um lado os números apresentados pelas varejistas no quarto trimestre de 2022 puxam a forte queda do Ibovespa, do outro, as ações da Embraer (EMBR3) são um dos poucos pontos de alívio nesta sexta-feira (10). 

Isso porque o balanço divulgado nesta manhã agradou os investidores, garantindo um dia de forte alta para as ações. Acompanhe aqui a nossa cobertura completa de mercados.

Mas não foi apenas isso. As projeções da companhia para 2023 também foram vistas com bons olhos, trazendo fôlego extra para os papéis. 

Os números da Embraer (EMBR3)

  • Lucro líquido: R$ 226,2 milhões, queda de 31% ante o ano anterior
  • Ebitda: R$ 1,070 bilhão, alta de 71% 
  • Margem Ebitda: 10,2% no período, ante 8,6% um ano antes. 

Mas a estrela dos olhos dos investidores foram as projeções para o próximo ano. Confira:

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E A ÂNCORA FISCAL?

Em coletiva para divulgar o acordo do governo federalcom todos os estados para reposição do ICMS, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não deu detalhes sobre a futura âncora fiscal. Haddad fez questão de destacacar que a palavra final será dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

POR QUE A TENDA (TEND3) OPERA EM ALTA MESMO APÓS VOLTAR A DAR PREJUÍZO?

As ações da Tenda (TEND3) operam em forte alta nesta sexta-feira (10), um dia após a divulgação do balanço do quarto trimestre. Mas isso não significa que os números da construtora tenham sido bem recebidos pelos analistas.

Pelo contrário, os especialistas do setor consideraram o resultado — que inclui um prejuízo líquido trimestral e anual e o encolhimento das margens — fraco. Ainda assim, por volta das 13h50, os papéis TEND3 avançavam 3,35%, cotados em R$ 5,24.

Para a Genial, o desempenho é explicado pela visão do mercado a respeito do noticiário sobre a companhia. Entre as últimas novidades, a Tenda vendeu parte de sua carteira de recebíveis por R$ 320 milhões.

Além disso, há a expectativa de que o Pode Entrar, programa habitacional recém-anunciado pela Prefeitura de São Paulo, possa impulsionar os lançamentos e vendas da construtora.

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FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: -1,31%
  • Londres: -1,68%
  • Paris: -1,30%;
  • Stoxx 600:-1,32%
MAGAZINE LUIZA (MGLU3) VÊ RESULTADO OFUSCADO POR DENÚNCIA DE IRREGULARIDADE

Há um ditado conhecido que fala que gato escaldado tem medo de água fria. E, se o mercado já andava desconfiado do setor de varejo desde o escândalo envolvendo a Americanas (AMER3), um novo motivo de preocupação acaba de surgir — além de seu resultado referente ao quarto trimestre de 2022, a Magazine Luiza (MGLU3) revelou que está investigando uma denúncia anônima de irregularidade envolvendo fornecedores.

E isso foi suficiente para arrastar as ações da empresa na bolsa, afinal, os investidores já estão avessos ao setor varejista há pelo menos dois meses. Na dúvida, é melhor vender e evitar uma surpresa desagradável como a que aconteceu com a concorrente.

Por volta das 13h17, MGLU3 caía 1,48%, cotada a R$3,34. Mais cedo, os papéis tombaram mais de 10%.

Com a postura de quem busca demonstrar que encara o problema de frente, o CEO da empresa, Frederico Trajano, abriu a teleconferência com analistas realizada nesta sexta-feira (10) comentando a denúncia.

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RECUPERAÇÃO

Um dos principais destaques do dia são as ações da Hapvida (HAPV3). Os papéis da operadora de saúde sobem forte após acumular mais de 60% de queda nos últimos dias. Isso porque o balanço do quarto trimestre e o estudo para ume ventual auumento de capital ampliaram uma desconfiança do mercado com relação à tese de investimentos da companhia.

MARKET MAKERS #35

Uma das principais pautas do mercado financeiro é o nível da taxa básica de juros. Estável em 13,75% há algum tempo na tentativa de frear o aumento da inflação no Brasil, a Selic ainda se tornou motivo de briga entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Roberto Campos Neto, chefe do Banco Central.

Desde que assumiu novamente o Planalto, Lula tem questionado as decisões de política monetária de Campos Neto. De um lado, o petista critica o patamar atual da Selic e defende  corte nos juros. Do outro, o BC defende a autonomia da autarquia e deseja manter a política monetária inalterada.

Na visão de Fabiano Rios, CIO da Absolute Investimentos, a verdadeira questão não deveria ser a problemática de cortar os juros ou não, mas sim os motivos para a alta da Selic. “A pergunta é: o juro tem motivo para estar alto? E ele tem.”

Formado em administração pela FGV, Rios possui mais de 23 anos de mercado, com passagens pela mesa de bolsa e de câmbio na tesouraria do Santander, além de ter atuado na gestão da Merrill Lynch e da Claritas Investimentos. Em 2013, o gestor criou a Absolute, atualmente uma das maiores assets independentes do país, com mais de R$ 23 bilhões sob gestão.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em queda, com cautela após dados de inflação local e emprego nos EUA. A bolsa brasileira cai a 0,67%, aos 104.318 pontos.

Por aqui, os desdobramentos sobre a Reforma Tributária e o novo arcabouço fiscal mantêm as atenções sobre Brasília, mas em segundo plano. O maior destaque desta sexta-feira (10) é a repercussão dos balanços trimestrais divulgados ontem (9) depois do fechamento dos mercados.

Sendo assim, a ponta positiva do Ibovespa é liderada por Hapvida (HAPV3), em movimento de correção e recuperação das perdas da sessão anterior com o anúncio do aumento de capital. Embraer (EMBR3) também figura entre as maiores altas, com investidores repercutindo o balanço do 4T22 divulgado hoje antes da abertura.

Na ponta negativa, as varejistas despencam. Via Varejo (VIIA3), dona da Casas Bahia, cai mais de 10%, com o reporte de prejuízo acima do esperado. Magazine Luiza (MGLU3), apesar de apresentar resultados dentro do previsto pelo mercado, recua 4% com denúncia de irregularidades da companhia com fornecedores.

No exterior, as bolsas americanas operam em queda com o payroll de fevereiro mais forte que o previsto. Os EUA criaram 311 mil vagas de emprego no mês, ante a expectativa de abertura de 220 mil postos de trabalho. Com isso, eleva-se as chances de aperto monetário por mais tempo na economia americana.

Confira o desempenho de NY:

  • Dow Jones: -0,24%;
  • S&P 500: -0,55%;
  • Nasdaq: -0,85%.

O dólar à vista aliviou a alta há pouco e segue cotado a R$ 5,1710.

CHINA DESCONVERSA SOBRE RETOMADA DAS EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA

As ações de frigoríficos da bolsa brasileira têm grandes chances de ganharem destaque, já que as autoridades sanitárias chinesas sinalizaram ao governo brasileiro uma boa notícia. O país deve retomar as importações de carne bovina "oportunamente", após uma reunião bilateral na última terça-feira (07).

O Ministério da Agricultura brasileiro repassou as últimas informações técnicas a respeito do caso isolado e atípico de encefalopatia espongiforme bovina — doença popularmente conhecida como "mal da vaca louca" — à Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês). 

A princípio, a notícia parece positiva, mas não foi capaz de sustentar uma alta das cotações do setor. Os investidores em bolsa estão de olho na crise bancária desencadeada ontem (09) pelo Silicon Valley Bank (SVB). 

Confira o desempenho das empresas de frigoríficos hoje:

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O Ibovespa vem acelerando a queda a 1,28%, aos 103.725 pontos, com piora de NY.

O dólar à vista sobe a R$ 5,1845

ABERTURA DE NY

As bolsas americanas abriram em alta nesta sexta-feira, com o relatório de empregos, o payroll, de fevereiro, que apontou a abertura de 311 mil vagas de emprego, acima das projeções, e o avanço da taxa de desemprego a 3,6%.

Confira a abertura em NY:

  • Dow Jones: -0,17%;
  • S&P 500: -0,18%;
  • Nasdaq: -0,12%.
CVC (CVCB3) CHEGA A ACORDO COM CREDORES DE DEBÊNTURES

Na saga das empresas endividadas da B3, a CVC (CVCB3) anunciou hoje que conseguiu um fôlego adicional para pagar uma dívida de R$ 900 milhões.

Pelo acordo com os investidores, a operadora e rede de agências de turismo terá mais três anos e meio para quitar o compromisso — ou seja, em novembro de 2026. Originalmente, o vencimento de duas das três debêntures da companhia ocorreria ainda neste semestre.

Mas para convencer os investidores a dar mais prazo, a CVC terá de abrir a carteira. Isso porque a empresa se comprometeu a pagar entre 10% e 20% da dívida quando houver o aditamento do contrato.

Além disso, a companhia provavelmente terá de pedir mais dinheiro aos acionistas. Isso porque o acordo prevê a realização de um aumento de capital de pelo menos R$ 125 milhões até novembro deste ano.

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SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa cai 1,12%, aos 103.899 pontos.

Confira as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,2515,98%
GOLL4Gol PNR$ 8,386,48%
EMBR3Embraer ONR$ 19,086,12%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,891,24%
AZUL4Azul PNR$ 14,390,98%

E as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 1,70-12,37%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,14-7,37%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,37-6,26%
CVCB3CVC ONR$ 3,94-5,52%
SOMA3Grupo SomaR$ 8,57-5,30%
CONHEÇA O SVB FINANCIAL, BANCO DO VALE DO SILÍCIO QUE ESTÁ ESPALHANDO ONDAS DE CHOQUE PELOS MERCADOS GLOBAIS

As ações de empresas do setor financeiro amanheceram em queda ao redor do mundo nesta sexta-feira. O motivo é a crise - revelada na véspera - do SVB Financial, um banco conhecido por financiar empresas cujos riscos são considerados elevados demais por atores mais tradicionais do setor.

O SVB, sigla para Silicon Valley Bank, é considerado fundamental pelas startups de tecnologia. Além de fornecer serviços bancários tradicionais, ele já entrou com bilhões e bilhões de dólares em capital de risco para projetos e empresas.

A trajetória do SVB Financial teve início há 40 anos. Ao longo das décadas, a proximidade com o setor de tecnologia tornou o banco particularmente sensível aos ciclos de alta e baixa do setor.

E essa situação ganhou uma nova amostra de ontem para hoje.

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O Ibovespa acentua a queda a 0,98%, aos 104.037 pontos. A virada para o tom negativo das ações da Petrobras (PETR4), e o exterior pesam sobre a bolsa.

Soma-se isso, o forte recuo do setor de varejo repercutindo balanços trimestrais.

EMBRAER (EMBR3) SOBE 6%

Os papéis da Embrar (EMBR3) avançam 6,56%, a R$ 19,15.

O movimento de alta se dá com os resultados do quarto trimestre da companhia. A Embraer reportou lucro líquido ajustado de R$ 226,2 milhões no quarto trimestre de 2022, ante os R$ 327,2 milhões no mesmo período do ano passado, uma queda de 31%.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia ficou em R$ 1,070 bilhão, no quarto trimestre, o que representou alta de 71% em relação aos R$ 624 milhões de igual intervalo do ano anterior. Com isso, a margem Ebitda foi de 10,2% no período, ante 8,6% um ano antes.

Contudo, no acumulado de 2022, a Embraer registrou prejuízo líquido atribuído aos acionistas de R$ 953,6 milhões em 2022, alta de 247% em relação a 2021, quando o indicador foi de R$ 274,8 milhões.

VIA VAREJO (VIIA3) CAI 10%

Os papéis da Via Varejo (VIIA3), dona da Casas Bahia, lideram as perdas do dia, com queda de 10,83%, a R$ 1,73, com investidores repercutindo os resultados do quarto trimestre da companhia, divulgados ontem (9) após o fechamento dos mercados.

A varejista registrou um prejuízo líquido de R$ 163 milhões em seu balanço referente ao quarto trimestre de 2022. O resultado reverte o lucro de R$ 29 milhões visto no mesmo período de 2021.

No acumulado do ano, a varejista totalizou um prejuízo de R$ 342 milhões, número 15,2% maior do que o prejuízo reportado no ano anterior.

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PETRÓLEO SOBE

O petróleo inverteu o sinal há pouco e sobe a 0,29%, com o barril a US$ 81,88. A virada acontece após o leve recuo do dólar com a divulgação do payroll de fevereiro mais forte que o esperado.

HAPVIDA (HAPV3) TENTA RECUPERAR PERDAS

As ações da Hapvida (HAPV3) tentam recuperar as perdas do dia anterior, de queda de mais de 33% com o anúncio de avaliação de aumento de capital.

Hoje, os ativos HAPV3 operam em leilão no Ibovespa, após alta de 10,31%, a R$ 2,14, na abertura das negociações.

O dólar à vista acelera os ganhos e opera próximo a casa de R$ 5,20.

A moeda americana ganha força com a maior cautela sobre o cenário fiscal doméstico e expectativa sobre o payroll de fevereiro nos EUA. O dólar sobe a R$ 5,1957.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa cai 0,83%, aos 104.204 pontos com o exterior negativo e o avanço do IPCA de fevereiro acima do esperado.

Além disso, os investidores repercutem os balanços divulgados ontem (9), entre eles da Via Varejo (VIIA3), Magazine Luiza (MGLU3) e Arezzo (ARZZ3).

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,097,73%
EMBR3Embraer ONR$ 18,643,67%
GOLL4Gol PNR$ 8,001,65%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,881,04%
VALE3Vale ONR$ 85,510,62%

E as maiores quedas da abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 1,77-8,76%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,11-8,26%
SOMA3Grupo SomaR$ 8,77-3,09%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,43-3,08%
CASH3Meliuz ONR$ 0,95-3,06%
VAREJISTAS EM LEILÃO

As ações da Via Varejo (VIIA3), Magazine Luiza (MGLU3) e Arezzo&Co (ARZZ3) seguem em leilão, na ponta negativa, no Ibovespa.

Os investidores repercutem os resultados trimestrais das companhias divulgados ontem (9) depois do fechamento dos mercados.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,53%, aos 104.514 pontos e acompanha o desempenho do exterior, à espera do relatório de empregos, o payroll, de fevereiro dos EUA.

No radar, seguem as movimentações sobre a nova regra fiscal, que deve ser apresentada antes da próxima reunião do Copom — a Comitê do Banco Central se reúne entre os dias 21 e 22 de março para uma nova decisão sobre os juros.

Soma-se a isso, o avanço do IPCA acima do esperado para o mês de fevereiro. A inflação subiu a 0,84%, ante 0,53% em janeiro.

O dólar à vista renova máxima a R$ 5,1888.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Na esteira da cautela maior do exterior à espera do payroll, os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em queda no pré-mercado.

  • Vale (VALE): -0,11%, a US$ 16,36;
  • Petrobras (PBR): -0,18%, a US$ 11,02.
BITCOIN DERRETE COM CRISE BANCÁRIA

O mercado de criptomoedas foi atingido mais uma vez por uma crise vinda diretamente do universo dos investimentos tradicionais. A crise bancária que assola o mundo nesta sexta-feira (10) fez o bitcoin (BTC) recuar mais de 9% nas últimas 24h. 

O puxão de tapete atingiu em cheio o setor. O valor global das criptomoedas perdeu aproximadamente 8,25% do valor, recuando para baixo dos US$ 1 trilhão

Tudo começou com o Silvergate, o banco que apostou todas as fichas no mercado de criptomoedas — e acabou sofrendo com a falência da FTX. Em meio a rumores sobre insolvência da instituição, o banco comunicou ao mercado que irá encerrar suas atividades

Paralelamente a isso, o Credit Suisse, tradicional instituição financeira, adiou o seu balanço de 2022. O banco já havia divulgado resultados preliminares em 9 de fevereiro, quando reportou o segundo prejuízo anual consecutivo e projetou a continuidade das perdas neste ano.

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MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

SEXTOU COM GOSTO DE INFLAÇÃO E DADOS DE EMPREGO

Lá fora, os mercados asiáticos caíram novamente nesta sexta-feira, após a queda em Wall Street durante o pregão de ontem. O principal vetor do pessimismo internacional deriva de problemas em um credor regional americano, o que gerou preocupações sobre o setor financeiro em geral, à medida que o Fed aumenta as taxas de juros.

Adicionalmente, há muito nervosismo para o recebimento dos dados de emprego nos EUA hoje, uma vez que os números podem ser definitivos para a política monetária.

O tom é bem pessimista entre os mercados europeus e futuros americanos, estendendo a queda de ontem. Há muita ansiedade reservada para hoje, podendo criar uma volatilidade exacerbada ao longo do pregão.

O Brasil segue essa dinâmica, enquanto acompanha os novos episódios de Brasília, que se prepara para receber o novo arcabouço fiscal nos próximos dias, e espera os dados de inflação reservados para hoje. A situação fica um pouco mais complicada porque o pessimismo, pelo menos por enquanto, espraia para as commodities, deixando pouco espaço para fugir.

A ver…

00:50 — Inflação e reuniões

Por aqui, o grande destaque econômico brasileiro é o IPCA de fevereiro, que mostrou a inflação oficial crescendo 0,84% em fevereiro. O número corresponde a aceleração frente ao 0,53% registrado em janeiro, ainda que represente uma desaceleração na comparação anual, recuando de 5,77% para 5,60%. Será importante verificarmos também o dado de difusão, que traduz o quanto o avanço dos preços está se espalhando, e o núcleo do indicador, que exclui itens mais voláteis, como alimentos.

Além da inflação, ainda acompanhamos a novela sobre o novo arcabouço fiscal, que deverá ser apresentado nos próximos dias, antes do Copom de 21 e 22 de fevereiro. Até lá, outro vetor de preocupação pode ser o diálogo com o Congresso. Hoje, Lula conversa com Haddad pela manhã sobre o tema — Haddad, aliás, concede entrevista hoje às 19h, podendo dar pistas sobre a condução da política econômica — e janta com Lira mais tarde, justamente para tratar da governabilidade.

01:38 — E o emprego?

Nos EUA, os investidores se debruçam sobre o dado de emprego de fevereiro, depois da surpresa de meio milhão de novas posições em janeiro, algo completamente fora das projeções (o número mostrou mais de 300 mil empregos acima do esperado então). O relatório deverá apontar para uma adição de 215 mil empregos não-agrícolas no mês, enquanto a taxa de desemprego deverá ficar em 3,4%.

É difícil compreender o que está acontecendo com o mercado de trabalho americano, principalmente depois de um longo período com crescimento real do salário no patamar negativo e com o grau de rotatividade pós-pandemia, além das mudanças estruturais, com diferentes tipos de emprego sendo mais demandados hoje. Por isso, o resultado de hoje terá impacto direto na decisão do Fed, podendo reacelerar o ajuste monetário.

Ainda acredito ser difícil voltar a observar mais ajustes agressivos de 50 pontos-base, mas tudo pode mudar com o dado de hoje e a inflação de terça-feira que vem. Se os dois números superarem as estimativas, há espaço para um tom ainda mais duro neste mês, mesmo com o nervosismo envolvendo o setor de crédito de médio porte nos EUA, depois do colapso de alguns nomes no pregão de ontem.

02:37 — O setor bancário americano

Ainda nos EUA, as ações relacionadas a bancos não ajudaram o ânimo do mercado, com JPMorgan Chase e Wells Fargo caindo 5% e 6%, respectivamente. No geral, as ações financeiras do S&P 500 caíram 4,1% na quinta-feira.

E o que aconteceu? Bem o SVB Financial Group, controlador do Silicon Valley Bank (o "banco do Vale do Silício"), registrou um grande prejuízo, provocando a venda de ações de grandes bancos dos EUA — a instituição vendeu títulos de sua carteira por um prejuízo de US$ 1,8 bilhão, ao mesmo tempo em que anunciava planos para levantar capital por meio de uma oferta de ações ordinárias e preferenciais. A informação gerou muito pessimismo.

As ações da SVB Financial caíram 60% ontem e perdem mais de 40% no pré-mercado desta manhã. O problema está acontecendo na mesma semana que outro banco americano, o Silvergate, especializado em criptomoedas, anunciou a própria liquidação financeira.

O estrago foi tão grande que outras regiões também sentem o nervosismo, como a Europa, que vê seu setor bancário duramente atingido ainda nesta manhã. Se for algo sistêmico e não isolado, podemos estar nos aproximando de um "credit crunch" nos EUA, assim como se teme que esteja acontecendo no Brasil. Neste caso, a recessão estaria mais próxima do que poderíamos imaginar.

03:40 — Os japoneses e o aperto monetário

O mercado amanheceu já sabendo da decisão de política monetária do Banco do Japão. Na última reunião comandada por Haruhiko Kuroda, que deverá ser substituído no cargo por Kazuo Ueda em abril, a autoridade manteve inalterada a taxa de juros de curto prazo em -0,1%.

Segundo os comentários desse último encontro, o relaxamento monetário no país ajudou a impulsionar a economia, sendo que seus efeitos positivos seriam bem maiores do que os efeitos colaterais. Na cabeça dos japoneses, portanto, seria muito cedo para se discutir a saída do relaxamento monetário.

Kuroda foi o arquiteto da política de juros negativos no Japão ao longo da última década. Havia muita ansiedade pela escolha de seu substituto, mas o próximo presidente do BoJ deverá manter a política relaxada da autoridade, a única que ainda se vale de juros negativos no mundo, um movimento bem controverso hoje em dia.

04:24 — Argentinos e russos

Muitos russos cada vez mais se dirigem para a Argentina, fugindo de seu país de origem. Los hermanos estão fornecendo um refúgio da guerra para quem não aguenta mais a situação no leste europeu, diante de uma repressão crescente à dissidência. São poucas alternativas para quem quer fugir de Putin, considerando as rígidas restrições de visto que surgiram contra os russos em outras partes do mundo.

Mais de 22 mil russos entraram na Argentina, onde a inflação se aproxima dos três dígitos, desde o início do ano passado, embora cerca de 60% deles já tenham saído (usaram o país como ponto de parada, apenas), de acordo com o Ministério da Imigração da Argentina.

Ao mesmo tempo, o fluxo de russos qualificados profissionalmente pode ajudar a Argentina a enfrentar o gap profissional dos que fugiram do país para a Europa nos últimos anos, escapando da incerteza econômica. Os russos parecem preferir, portanto, 100% de inflação a uma economia de guerra.

EMBRAER (EMBR3) REGISTRA PREJUÍZO EM 2022

A Embraer registrou prejuízo líquido atribuído aos acionistas de R$ 953,6 milhões em 2022, alta de 247% em relação a 2021, quando o indicador foi de R$ 274,8 milhões, informou a empresa nesta sexta-feira (9). No critério ajustado, houve lucro de R$ 171 milhões no ano passado, revertendo o prejuízo de R$ 162,6 milhões de 2021.

No quarto trimestre, porém, a empresa aérea reportou lucro líquido ajustado de R$ 226,2 milhões no quarto trimestre de 2022, ante os R$ 327,2 milhões no mesmo período do ano passado, uma queda de 31%.

O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado alcançou R$ 2,350 bilhões no ano passado, alta de 20,8% em relação ao R$ 1,946 bilhão de 2021. Com isso, a margem Ebitda ajustada em 2022 foi de 10%, ante 8,6% em 2021. No critério ajustado, o Ebitda marcou R$ 2,350 bilhões entre janeiro e dezembro. No ano anterior, o valor foi de R$ 1,946 bilhão.

A receita líquida da Embraer em 2022 foi de R$ 23,444 bilhões, crescimento de 3,4% na comparação com o ano anterior. Já a dívida líquida da empresa no ano passado ficou em R$ 3,767 bilhões, uma queda de 51,5% na comparação aos R$ 7,768 bilhões de 2021.

(Estadão Conteúdo/Broadcast)

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

A curva de juros futuros (DIs) abriu com viés altista após o avanço do IPCA de fevereiro acima das projeções do mercado.

Confira:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,09%13,05%
DI1F25DI Jan/2512,28%12,24%
DI1F26DI Jan/2612,40%12,34%
DI1F27DI Jan/2712,62%12,56%

O Ibovespa futuro inverteu o sinal há pouco e cai 0,13%, aos 105.765 pontos após a inflação de fevereiro registrar alta acima das expectativas do mercado.

O IPCA subiu a 0,84%, ante as previsões de aceleração de 0,78%.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em alta a R$ 5,1578.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em leve alta de 0,04%, aos 105.930 pontos.

INFLAÇÃO DE FEVEREIRO

O Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro subiu 0,84% ante 0,53% em janeiro. O índice veio acima das projeções de analistas ouvidos pela Broadcast, que esperavam alta a 0,78% no mês.

No acumulado de 12 meses, o IPCA acumulou alta a 5,60%, ante 5,77% em janeiro. A expectativa era o arrefecimento da inflação acumulada a 5,53%.

No ano, a inflação registra alta de 1,37%.

O IPCA foi divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

COMMODITIES EM CORREÇÃO

Após forte avanço das commodities nesta semana, os investidores realizam os lucros nesta sexta-feira (10).

O minério de ferro, negociado em Dalian (China), registra leve alta de 0,11%, com a tonelada a US$ 130,75.

O petróleo tipo Brent cai 0,58%, a US$ 81,11 o barril.

BALANÇOS DO DIA

A agenda de balanços segue mais esvaziada nesta sexta-feira.

ANTES DA ABERTURA

  • Embraer

DEPOIS DO FECHAMENTO

  • Tronox
AGENDA DO DIA

Com a agenda cheia, os destaques são o IPCA, índice de inflação, de fevereiro no Brasil e o relatório de empregos, o payroll, de fevereiro nos EUA.

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
Reino UnidoPIBJaneiro4h
Reino UnidoProdução industrialJaneiro4h
Reino UnidoBalança comercialJaneiro4h
BrasilIPCAFevereiro9h
EUARelatório de empregos (payroll)Fevereiro10h30
Fonte: Investing,com

O QUE ROLOU ONTEM NOS MERCADOS?

Perdeu alguma coisa? Confira tudo que foi notícia no pregão de ontem no nosso ao vivo de mercados.

Basta clicar aqui.

CRIPTOMOEDAS DERRETEM COM CONTÁGIO DOS BANCOS

As principais criptomoedas do planeta começaram o dia em queda.

O setor já havia sido afetado pelo encerramento das atividades do Silvergate, banco com alta exposição a investimentos em ativos digitais.

Com isso, o bitcoin (BTC) passou a cair mais de 8% e furou o suporte dos US$ 20 mil. Já o ethereum (ETH) recua 9,83%, negociado a US$ 1.381,71. O mercado global de criptomoedas, por fim, perdeu o valor de US$ 1 trilhão.

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis do Grupo Ultra (UGPA3).

UGPA3: [Entrada] R$ 13.78; [Alvo parcial] R$ 14.14 [Alvo] R$ 14.69; [Stop] R$ 13.17

Recomendo a entrada na operação em R$ 13.78, um alvo parcial em R$ 14.14 e o alvo principal em R$ 14.69, objetivando ganhos de 6.6%.

O stop deve ser colocado em R$ 13.17, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK CAEM ANTES DO PAYROLL

Diferentemente das demais bolsas internacionais, os futuros de Nova York caem com menos intensidade da manhã desta sexta-feira.

A queda de ontem e a expectativa com o payroll, somados com uma corrida por barganhas no pré-mercado, seguram maiores perdas.

Confira:

  • Dow Jones futuro: -0,63%;
  • S&P-500 futuro: -0,52%;
  • Nasdaq futuro: -0,16%.
BOLSAS DA EUROPA CAEM DE OLHO EM POSSÍVEL CRISE BANCÁRIA

As bolsas da Europa caem na manhã desta sexta-feira.

Os índices por lá reagem fortemente à perspectiva de uma crise bancária em cadeia. Tudo começou com o o Silvergate, banco focado no setor de criptomoedas, fechando as portas nos Estados Unidos.

A partir daí, o Credit Suisse adiou a divulgação do balanço de 2022, o que já deixou o mercado receoso. O golpe fatal veio com as perdas bilionárias do Silicon Valley Bank (SVB), que somaram quase US$ 2 bilhões após a venda de ativos.

Confira a reação das bolsas por lá:

  • Frankfurt: -1,66%;
  • Londres: -2,05%;
  • Paris: -1,55%.
BOLSAS DA ÁSIA CAEM COM FRAQUEZA DE NOVA YORK

Os índices asiáticos encerraram o último pregão da semana em forte queda.

Os investidores por lá reagiram às perdas de mais de 2% das bolsas de Nova York ontem, além de aguardarem os números do payroll e reagirem à perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) aumente os juros além do esperado.

Confira:

  • Xangai: -1,40%
  • Hang Seng: -3,04%
  • Kospi: -1,01%
  • Nikkei: -1,67%
BANCOS CAEM EM BLOCO LÁ FORA

O setor bancário como um todo cai em bloco na manhã desta sexta-feira. O cenário como um todo é desfavorável: o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) deve elevar os juros além do esperado, ao passo de 50 pontos-base, o que tende a pressionar os bancos para aumentar suas próprias taxas — e isto costuma piorar a situação de crédito como um todo.

Por consequência, o resultado dos bancos é afetado por esse cenário.

Tudo começou com o Silicon Valley Bank (SVB) Financial, que aprovou um aumento de capital no valor de US$ 2,25 bilhões após reportar perda de US$ 1,8 bilhão após a venda de ativos.

Os ativos e depósitos do banco quase dobraram em 2021. Grandes quantias das quais o SVB despejou em títulos do Tesouro dos EUA e outros títulos de dívida patrocinados pelo governo.

Logo depois, o Federal Reserve (Fed) começou a aumentar juros. Isso afetou as startups de tecnologia e as empresas de capital de risco atendidas pelo Silicon Valley Bank, provocando um declínio mais rápido do que o esperado nos depósitos que continua a ganhar força.

Já o Silvergate, banco focado no setor de criptomoedas, foi mais radical: a instituição irá fechar as portas em meio a suspeitas de insolvência. Com isso, os quatro maiores bancos dos EUA perderam US$ 47 bilhões em valor de mercado na última quinta-feira.

O contágio foi generalizado na Europa, com ações do HSBC, BNP Paribas e Deutsche Bank em quedas de 5,1%, 4,5% e 7,1% perto das 7h, respectivamente.

Prejuízo bom existe? Magazine Luiza (MGLU3) reporta perdas no 4T22 – e mesmo assim bate as expectativas do mercado

O resultado do Magazine Luiza (MGLU3) no quarto trimestre de 2022 superou a expectativa dos analistas em seus principais marcadores.

Diante da derrocada da Americanas (AMER3), o resultado financeiro do Magalu era o mais aguardado entre as varejistas na atual temporada de balanços

A projeção de prejuízo se confirmou. O Magazine Luiza fechou os últimos três meses do ano passado com prejuízo de R$ 35,9 milhões, deixando para trás o lucro de R$ 93 milhões no último trimestre de 2021.

Apesar disso, o resultado não foi tão ruim quanto se esperava. Na média, analistas que monitoram a companhia estimavam um prejuízo de R$ 83,5 milhões no trimestre.

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