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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Dólar sobe forte e vai a R$ 5,15; NY pressiona e Ibovespa cai mais de 1% aos 113 mil pontos

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3 de outubro de 2023
7:19 - atualizado às 17:37

RESUMO DO DIA: Em mais um dia de liquidez enxuta, o Ibovespa acompanhou a cautela externa.

Os investidores internacionais operaram de olho na disparada do retorno dos Treasuries, os títulos do Tesouro dos EUA. A expectativa é de que os juros no país continuem elevados por mais tempo, com fortes chances de um novo aperto na próxima reunião do Federal Reserve (Fed).

O relatório de empregos Jolts, considerado uma prévia do payroll, veio mais forte do que o esperado e também deu o tom dos mercados. O dado apontou a abertura de 9,6 milhões de postos de trabalho nos EUA em agosto, ante a expectativa de criação de 8,9 milhões de empregos no período. Os investidores agora esperam o payroll, que será divulgado na próxima sexta-feira (6).

Com a agenda doméstica mais esvaziada, a pressão de Nova York foi a ordem do dia. As atenções seguem concentradas em Brasília na expectativa da apreciação da proposta que prevê taxação das offshores, fundos exclusivos e fim dos juros sobre capital próprio (JCP).

Além disso, os bancos recuaram em bloco com a aprovação do PL do Desenrola. O presidente Lula sancionou o texto, que inclui um limite para os juros no crédito rotativo do cartão de crédito, sem vetos no final da tarde.

O Ibovespa terminou o pregão em queda de 1,42%, aos 113.419 pontos.

Leia Também

O dólar encerrou a sessão a R$ 5,1543, com alta de 1,73%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (3):

MAIORES ALTAS E QUEDA DO IBOVESPA

O Ibovespa perdeu cerca de mil pontos no pregão desta terça-feira (3), mais um dia pressionado pelo avanço dos Treasuries em Nova York.

Na ponta positiva, Natura (NTCO3) driblou o tom negativo, com rumores de um novo potencial comprador para The Body Shop. Fleury (FLRY3) e Suzano (SUZB3) avançaram com as elevações de recomendação para compra dos papéis por bancos.

Os frigoríficos JBS (JBSS3) e BRF (BRFS3), mais expostos ao mercado norte-americano, foram impulsionados pelo avanço do dólar no mercado à vista.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 14,562,97%
FLRY3Fleury ONR$ 16,002,17%
SUZB3Suzano ONR$ 55,111,64%
JBSS3JBS ONR$ 18,140,61%
BRFS3BRF ONR$ 10,450,48%

Na ponta negativa, Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) voltaram a liderar as perdas, pressionados pelo avanço dos juros futuros (DIs) em toda a curva.

Os setores mais sensíveis aos juros, como construção e saúde, também recuaram. Os bancos, por sua vez, operaram em baixa com a aprovação do PL do Desenrola, que estabelece um limite nos juros rotativos do cartão de crédito. O texto foi sancionado pelo presidente Lula, sem vetos, no final da tarde.

Veja a seguir as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,57-9,52%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,84-8,46%
PETZ3Petz ONR$ 4,30-6,52%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,30-5,91%
MRVE3MRV ONR$ 9,42-5,52%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa terminou o pregão em queda de 1,42%, aos 113.419 pontos.

O índice da bolsa brasileira acompanhou a piora de Nova York, após o relatório Jolts vir mais forte do que o esperado — o que abriu espaço para a possibilidade de nova elevação dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na próxima reunião, que acontece em novembro.

Por aqui, os investidores seguiram acompanhando Brasília, de olho na tramitação da proposta que prevê taxação das offshores, fundos exclusivos e fim dos juros sobre capital próprio (JCP).

Além disso, os bancos recuaram em bloco com a aprovação do PL do Desenrola. O presidente Lula sancionou o texto, que inclui um limite para os juros no crédito rotativo do cartão de crédito, sem vetos no final da tarde.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

Após o relatório de emprego Jolts, considerado uma prévia do relatório de desemprego dos EUA (o payroll), as bolsas americanas intensificaram a queda e fecharam em tom negativo nesta terça-feira (3).

  • Dow Jones: -1,29%;
  • S&P 500: -1,37%;
  • Nasdaq: -1,87%.

O relatório JOLTS apontou a abertura de 9,6 milhões de postos de trabalho nos EUA em agosto. O dado veio acima das expectativa de criação de 8,9 milhões de empregos no período.

Os Treasuries pressionaram mais uma vez, com a expectativa de que o Federal Reserve (Fed) possa elevar os juros na próxima reunião, em novembro, em meio a falas de dirigentes.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou a R$ 5,1543, com alta de 1,73%, no mercado à vista.

A moeda americana estendeu os ganhos, após o relatório de empregos JOLTS vir mais forte do que o esperado, o que abriu a porta para apostas de que o Federal Reserve (Fed) possa elevar os juros na próxima reunião, em novembro.

O relatório JOLTS, considerado uma prévia do payroll, apontou a abertura de 9,6 milhões de postos de trabalho nos EUA em agosto. O dado veio acima das expectativa de criação de 8,9 milhões de empregos no período.

Os traders agora veem 69,1% de chance de o banco central norte-americano manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (2), essa probabilidade era de 72,8%.

Em consequência, as apostas pela alta de 25 pontos-base, que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano, aumentaram de 27,2% (ontem) para 30,9% hoje.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos para dezembro do petróleo tipo Brent fecharam em alta de 0,23%, a US$ 90,92 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos para novembro do petróleo WTI terminaram a sessão com avanço de 0,46%, com o barril a US% 89,23, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A commodity se afastou dos US$ 100 o barril, iniciando o dia em queda.

Mas, ao longo da sessão, o petróleo retomou alta com a continuidade da cautela sobre a política monetária do Federal Reserve, com a perspectiva de nova elevação dos juros na próxima reunião, e a expectativa para a reunião da Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+), que deve acontecer amanhã (4).

SANTANDER ELEVA A RECOMENDAÇÃO E INDICA COMPRA DE AÇÕES DA VIBRA (VBBR3)

O céu parece estar se abrindo para as empresas de distribuição de combustíveis. As ações da Vibra (VBBR3) — rede que opera com a bandeira BR, da Petrobras — e da Ultrapar (UGPA3) devem disparar mais de 45% na bolsa brasileira no próximo ano, pelas projeções do Santander.

Os analistas acreditam que o setor de distribuição de combustíveis passará por um forte impulso de lucros no segundo semestre de 2023.

O banco destaca ventos favoráveis significativos, como um ambiente competitivo mais saudável. Para os analistas, a menor importação de diesel russo colocará todas as empresas em pé de igualdade.

“Acreditamos que um melhor ambiente competitivo levará à recuperação gradual da participação de mercado da Vibra e da Ipiranga, da Ultrapar.”

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa perdeu os 114 mil pontos e opera em queda de 1,37%. O tom negativo é pressionado pelo avanço dos Treasuries e o fortalecimento do dólar, além do recuo das commodities.

Na ponta positiva, Natura (NTCO3) sobe com rumores de um novo potencial comprador da The Body Shop. Fleury (FLRY3) e Suzano (SUZB3) avançam com elevação de recomendações para compra dos papéis por bancos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 14,633,47%
FLRY3Fleury ONR$ 15,931,72%
SUZB3Suzano ONR$ 55,071,57%
JBSS3JBS ONR$ 18,160,72%
KLBN11Klabin unitsR$ 24,030,71%

Na ponta negativa, Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3) voltou a liderar as perdas pressionados pelo avanço dos juros futuros (DIs) em toda a curva.

Confira as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,86-7,46%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,59-6,35%
PETZ3Petz ONR$ 4,33-5,87%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,31-5,69%
B3SA3B3 ONR$ 11,35-5,42%
O OURO NA ENCRUZILHADA

A cotação do ouro encontra-se no nível mais baixo desde março em meio à turbulência que sacode os mercados globais.

A cada pregão que passa, o metal precioso fica cada vez mais distante dos novos recordes de preço dos quais esteve tão próximo em meses recentes.

No fim de agosto, analistas do Morgan Stanley recomendavam investimentos em ouro como uma oportunidade de médio prazo.

Mas a bonança da commodity reverteu-se quase de uma hora para outra, segundo os gráficos.

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IBOVESPA NA MÍNIMA

O Ibovespa renovou a mínima há pouco com queda de 1,25%, aos 113.620 pontos.

O movimento acompanha a piora dos índices de Nova York.

ENSINAMENTOS DE OURO

Humildade intelectual é uma das virtudes mais nobres de uma pessoa. Eu diria até que é a maneira mais fiel de ser honesto consigo mesmo.

Afinal, reconhecer aquilo que não se sabe em uma sociedade que precisa de respostas o tempo todo não é algo trivial.

Já disse Epicteto, um dos pais do estoicismo, há milhares de anos: “é impossível para um homem aprender o que ele acha que já sabe”.

Se na vida a humildade já é importante, no mercado financeiro ela é imprescindível.

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RUBLO VOLTA A SER CASTIGADO

50 dias — esse foi o tempo que levou para o rublo voltar a romper uma barreira importante em relação ao dólar, em um novo sinal de que a moeda russa segue sendo castigada pelos efeitos colaterais da guerra na Ucrânia

Nesta terça-feira (3), o rublo se enfraqueceu e voltou a ultrapassar uma barreira simbólica em relação ao dólar: a moeda norte-americana chegou a valer mais de 100 rublos. 

A última vez que a divisa russa chegou a três dígitos em relação ao dólar foi no dia 14 de agosto deste ano e, na ocasião, o Banco Central da Rússia convocou uma reunião de emergência para aumentar os juros em 350 pontos-base, a 12%. 

A taxa básica, no entanto, não está mais nesse patamar. Em setembro, o BC russo voltou a realizar um novo aperto, colocando os juros no patamar de 13%. Na ocasião, a autoridade monetária justificou a decisão com a pressão inflacionária persistente. 

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CEO DA PETROBRAS FALA EM EMPRESA INTEGRADA "DO POÇO AO POSTO" E AVALIA VOLTA À VENEZUELA

Os últimos dias foram cheios para o presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, que tem dado uma série de entrevistas em meio à comemoração de 70 anos de existência da estatal.

Assunto não faltou, com declarações sobre a possível recompra de refinarias, a política de preços de combustíveis, uma eventual volta ao mercado venezuelano, a exploração da Margem Equatorial, o futuro da Braskem e a transição energética.

Prates ainda disse que o sonho de uma empresa integrada, “do poço ao posto", segue vivo, ao participar de evento de comemoração de aniversário da empresa no centro de pesquisas da empresa, no Rio de Janeiro, há pouco.

O Seu Dinheiro separou os principais pontos falados pelo executivo no evento e na entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na segunda-feira (2), que dão pistas do direcionamento que a petroleira está tomando sob a nova gestão, indicada pelo governo Lula.

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DÓLAR A R$ 5,12

O dólar estende os ganhos à medida que os rendimentos dos Treasuries avançam em Nova York.

A moeda americana opera a R$ 5,1280, com alta de 1,21%.

O fortalecimento do dólar também acontece em relação a outras moedas, como euro e libra. O indicador DXY sobe 0,21%, aos 107.128 pontos, em meio à cautela sobre a trajetória dos juros nos EUA.

BRIGA TECH: O PROCESSO DOS EUA CONTRA O GOOGLE

O processo dos Estados Unidos contra o Google, que investiga a big tech por práticas anticompetitivas, ganhou um novo capítulo controverso nesta semana: o testemunho do CEO da rival Microsoft, Satya Nadella. 

Uma das principais questões da disputa entre o Departamento de Justiça norte-americano e o Google — o maior caso antitruste nos EUA desde que o país processou a Microsoft, em 1998 — é o domínio da companhia como mecanismo de busca padrão em smartphones.

Segundo o presidente-executivo da Microsoft, o Google torna a competição impossível, já que se tornou o mecanismo de busca padrão por quase toda a internet.

Isso porque, como a maioria das pessoas não altera os padrões de fábrica dos celulares ou computadores, elas acabam por manter as buscas no Google.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa tenta sustentar os 114 mil pontos.

Na ponta positiva, Natura (NTCO3) recupera as perdas recentes, com rumores de um novo interessado na aquisição da The Body Shop.

Suzano (SUZB3) avança após o JP Morgan elevar a recomendação para compra das ações, com ajuste para cima do preço-alvo. O movimento também acompanha a valorização do dólar — que impulsiona Klabin (KLBN11).

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 14,824,81%
FLRY3Fleury ONR$ 16,143,07%
SUZB3Suzano ONR$ 55,432,23%
JBSS3JBS ONR$ 18,331,66%
KLBN11Klabin unitsR$ 24,191,38%

Na ponta negativa, as empresas mais sensíveis aos juros recuam pressionadas pelo avanço dos juros futuros (DIs) em toda a curva.

Confira as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 4,35-4,81%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,93-3,98%
PETZ3Petz ONR$ 4,44-3,48%
VAMO3Vamos ONR$ 8,64-3,25%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,61-3,17%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em queda e acompanha a cautela dos mercado internacionais, em meio ao avanço dos Treasuries e com os investidores locais também acompanhando propostas econômicas no Congresso Nacional.

O principal índice da bolsa brasileira recua 0,73%, aos 114.219 pontos.

Dada a cautela externa, o dólar sobe 1,31% e opera cotado a R$ 5,1338.

Os juros futuros (DIs) avançam em toda a curva, acompanhando o rendimentos dos Treasuries em Nova York.

CASAS BAHIA PASSA EM TESTE: CREDORES ACEITAM NÃO ANTECIPAR PAGAMENTO DE CRIS; ENTENDA

A Casas Bahia (BHIA3) - antiga Via - já pode dizer que sobreviveu a um dia decisivo para a continuidade das operações e da reestruturação que vem fazendo.

Isso porque os donos de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da 20ª emissão da companhia - que são lastreados na 8ª emissão de debêntures - aceitaram não declarar o vencimento antecipado dos CRIs e das debêntures, de acordo com fato relevante divulgado há pouco pela varejista.

Uma assembleia tinha sido marcada nesta terça-feira (3) para negociar com credores, que tinham o direito de pedir uma antecipação do pagamento dos CRIs.

Caso a varejista tivesse que fazer o pagamento antecipado dos CRIs - que é superior a R$ 30 milhões - isso acionaria a antecipação também do pagamento das debêntures - levando a uma montante de aproximadamente R$ 3,2 bilhões que teria que ser pago imediatamente, de acordo com cálculos da Genial Investimentos.

Leia mais.

GIRO DO MERCADO

Com alta de 0,20% em setembro, o índice de fundos imobiliários (Ifix) engatou o 6º mês consecutivo no positivo. Mas a carteira mensal da Empiricus Research foi além, subindo 1,03% no mesmo período.

No Giro do Mercado desta terça-feira (3), o analista Caio Araújo destaca as mudanças feitas no portfólio para outubro e ainda, o que esperar dos fundos na reta final de 2023.

Acompanhe:

JUROS DOS TREASURIES DE DEZ ANOS ATINGEM MAIOR NÍVEL EM 16 ANOS

Os juros projetados pelos Treasuries de dez anos - como são conhecidos os títulos de dívida de dez anos do governo dos EUA - atingiram nesta manhã o maior nível em 16 anos. O yield desses papéis, considerados referência para o mercado, atingiu 4,745%, o maior patamar desde 15 de agosto de 2007.

Na contramão, os juros dos títulos de dois anos, mais sensíveis às mudanças na política monetária norte-americana, caíram 3 pontos, para 5,083%.

Vale lembrar que os juros dos Treasuries se movem na direção contrária aos preços desses papéis e que 1 ponto-base equivale a 0,01%.

A disparada dos Treasuries de dez anos acontece mesmo depois que o Congresso dos EUA evitou a paralisação do governo com a aprovação de um projeto de lei de última hora e em um momento no qual os investidores reavaliam os próximos movimentos do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre os juros - até bem pouco tempo, os investidores consideravam cortes na taxa por lá e agora entendem que os juros devem subir e ficar altos por mais tempo.

Outro ponto que também mexe com os Treasuries é o fato de Japão e China, os maiores detentores de papéis da dívida dos EUA, estarem vendendo esses títulos em um movimento de defesa das próprias moedas - mais Treasuries no mercado, mais os juros sobem.

DÓLAR A R$ 5,10

O dólar à vista acelerou os ganhos após o Jolts, relatório de emprego nos EUA, e opera no patamar de R$ 5,10.

A moeda americana é beneficiada, entre outro fatores, pela cautela com os juros norte-americano. Segundo o monitoramento do CME Group, aumentaram-se as chances de o Federal Reserve (Fed) elevar os juros em 25 pontos-base na próxima reunião, que acontece em novembro.

O forte avanço dos Treasuries, que operam entre as máximas, também contribuem para o fortalecimento do dólar ante moedas globais, como euro e libra. O indicador DXY, que compara o dólar a divisas globais, registra alta de 0,18%, aos 107.093 pontos.

Na comparação com o real, a moeda americana sobe 0,78%, a R$ 5,1050 no mercado à vista.

CHANCE DE MANUTENÇÃO DOS JUROS DOS EUA DIMINUI

Pelo segundo dia consecutivo, as apostas de manutenção dos juros norte-americanos na próxima reunião do Federal Reserve (Fed) em novembro recuam entre os operadores do mercado.

Ontem (2), o movimento aconteceu após a PMI Industrial mais forte do que o esperado e hoje (3), após o relatório JOLTS.

Os traders agora veem 68,2% de chance de o banco central norte-americano manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (2), essa probabilidade era de 72,8%.

Em consequência, as apostas pela alta de 25 pontos-base, que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano, aumentaram de 27,2% (ontem) para 31,8% hoje.

O relatório JOLTS, considerado uma prévia do payroll, apontou a abertura de 9,6 milhões de postos de trabalho nos EUA em agosto. O dado veio acima das expectativa de criação de 8,9 milhões de empregos no período.

REAÇÃO AO JOLTS

Com a abertura de postos de trabalho acima do esperado nos EUA, segundo o relatório JOLTS, as bolsas de Nova York intensificaram a queda há pouco:

  • S&P 500: -0,73%;
  • Dow Jones: -0,57%;
  • Nasdaq: -1,01%.
EMPREGO NOS EUA

O relatório JOLTS, considerado uma prévia do payroll, apontou a abertura de 9,6 milhões de postos de trabalho nos EUA em agosto.

O dado veio acima das expectativa de criação de 8,9 milhões de empregos no período.

A abertura de vagas em julho foi revisada: de 8,827 milhões a 8,92 milhões.

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em queda, com a permanência da cautela sobre a trajetória dos juros nos EUA que pressiona os Treasuries. Os investidores aguardam o relatório Jolts, considerado uma prévia do payroll, que deve ser divulgado nos próximos minutos.

  • S&P 500: -0,40%;
  • Dow Jones: -0,27%;
  • Nasdaq: -0,61%.
SOBE E DESCE DA ABERTURA

Com o Ibovespa em queda e os juros futuros (DIs) avançando em toda a curva, acompanhando a cautela nos EUA, os investidores locais realizam ajustes de posições nos primeiros minutos da sessão.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 14,532,76%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 19,202,35%
SUZB3Suzano ONR$ 55,452,27%
JBSS3JBS ONR$ 18,422,16%
LWSA3Locaweb ONR$ 6,181,64%

E as maiores quedas após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 8,76-1,90%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,49-1,75%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,98-1,49%
GOLL4Gol PNR$ 6,26-1,42%
CIEL3Cielo ONR$ 3,50-1,41%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 0,38%, aos 115.054 pontos.

O índice é pressionado pela cautela externa, com os investidores mais avessos ao risco de olho na política monetária nos EUA. A expectativa está concentrada nos relatório de emprego a serem divulgados ao longo da semana. Hoje, o foco é o Jolts.

Por aqui, as atenções também se dividem entre os dados de produção industrial em agosto, que vieram abaixo do esperado, e a tramitação da proposta que prevê a taxação de offshores e fundos exclusivos, com a possível inclusão ao texto sobre o fim dos juros sobre capital próprio (JCP).

ADRS DE VALE E PETROBRAS
  • Vale (VALE): -1,36%, a US$ 13,04.
  • Petrobras (PBR): -0,49%, a US$ 14,61
MERCADO DE COMMODITIES

Sem negociações nas bolsas da China devido a feriado local, a referência do minério de ferro passa a ser a bolsa de Cingapura.

A commodity encerrou as negociações em queda de 1,48% com a tonelada negociada a US$ 116,50.

Os contratos futuros do petróleo também recuam em meio à crescente cautela dos investidores sobre a trajetória dos juros nos EUA. O petróleo tipo Brent cai 0,30%, a US$ 90,30 o barril e o WTI tem baixa de 0,10%, a US$ 88,70 o barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

CAMINHOS PARA A ESTRATOSFERA: A ASCENSÃO SEM FIM DOS JUROS DE 10 ANOS NOS EUA

Uma vez mais, o rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos voltou a aumentar, atingindo 4,67% na segunda-feira, comparado aos 4,58% de sexta-feira. Assim, a taxa está se aproximando do seu patamar mais alto desde 2007.

Esse movimento está afetando negativamente as ações e fortalecendo o dólar. Dessa vez, a surpresa com alguns dados de atividades em setembro foi o gatilho para esse aumento.

A ideia de "juros mais altos por mais tempo" está cada vez mais presente na mente dos investidores, com apostas renovadas em um novo aumento de 25 pontos na taxa de juros pelo Fed.

Qualquer alívio proporcionado pelo compromisso aprovado pelo Congresso para evitar uma paralisação foi desconsiderado.

A força do dólar americano em relação às principais moedas asiáticas foi evidente. Os mercados na Ásia estão incompletos devido ao feriado na China e na Coreia do Sul.

Mesmo com liquidez limitada, as ações negociadas na região hoje não tiveram um desempenho tão bom.

Os mercados europeus estão novamente em queda nesta manhã, enquanto os futuros americanos tentam se recuperar.

Na agenda, aguardamos alguns dos principais dados mensais sobre o emprego nos EUA, buscando pistas sobre as perspectivas para as taxas de juros.

Este é o primeiro de três indicadores de emprego da semana, que incluem o relatório ADP (amanhã) e o payroll (o mais significativo, na sexta-feira).

A ver…

00:54 — Há limitação para a queda da Selic?

No Brasil, após o Caged confirmar a robustez do mercado de trabalho ontem, estamos atentos aos números da produção industrial de agosto.

As expectativas médias do mercado apontam para um crescimento de 0,50% na comparação mensal, compensando parte da queda de 0,60% em julho.

Se os dados superarem as expectativas, irão reforçar a vitalidade da economia brasileira, o que pode afetar negativamente a perspectiva de uma queda consistente nas taxas de juros.

A melhora nos índices de confiança do consumidor e dos produtores também contribui para o otimismo, especialmente devido ao desempenho positivo da indústria de alimentos e da produção de automóveis.

Outro fator que influencia a percepção sobre a trajetória de relaxamento monetário é a situação fiscal, que atualmente enfrenta um episódio relevante.

Após o Senado aprovar ontem a "Lei do Desenrola", os deputados da Câmara votam hoje a lei que propõe a tributação de fundos offshore e exclusivos.

Essa medida é crucial para que o governo possa buscar suas metas desafiadoras para o resultado primário de 2024.

Além das preocupações fiscais, os investidores estão de olho nos juros americanos, que flertaram com 4,70% ao ano no título de 10 anos.

Há uma crescente reflexão no mercado sobre a possibilidade das condições locais e estrangeiras não estabelecerem um piso para o ciclo de redução de juros no Brasil, um cenário que seria desfavorável.

01:47 — O que esperar desse mercado de trabalho?

Nos Estados Unidos, enquanto os congressistas mais extremistas do Partido Republicano buscam destituir o presidente da Câmara dos EUA, Kevin McCarthy, o que realmente captura o interesse dos investidores é o relatório sobre vagas de emprego nos EUA (JOLTS).

Espera-se que tenham sido criadas 8,8 milhões de vagas de emprego no último dia útil de agosto, igualando os dados de julho. Embora as vagas tenham caído 27% em relação ao pico recorde de março de 2022, elas ainda estão acima das médias históricas.

Um número de criação de empregos abaixo do esperado poderia ajudar o mercado a lidar com os juros extremamente altos na curva de rendimentos.

O mercado de futuros começou a precificar hoje uma probabilidade de cerca de 45% (cerca de 10 pontos percentuais a mais do que na sexta-feira) de outro aumento de um quarto de ponto nas taxas até o final do ano.

Números de emprego mais fracos não devem descartar a possibilidade de mais um aumento, mas podem indicar um caminho mais claro para o fim do ciclo de aperto, o que seria significativo para os ativos de risco globais.

02:32 — Qual é a saída?

A possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos ainda está visível, de acordo com análises da Bloomberg Economics.

Vários fatores, como uma grande greve no setor automotivo, a retomada dos pagamentos de empréstimos estudantis e a ameaça de um novo shutdown do governo após o término do acordo provisório de gastos poderiam facilmente reduzir um ponto percentual do crescimento do PIB no quarto trimestre. Isso sem contar com a expectativa geral de uma desaceleração leve no final do ano.

Essas dinâmicas acontecem enquanto os efeitos plenos dos aumentos nas taxas pelo Federal Reserve estão previstos para começar a se manifestar no final deste ano ou início de 2024.

No entanto, alguns otimistas apontam para a possibilidade de um aumento na produtividade e a implementação de políticas industriais pelo governo dos EUA, entre outros fatores, que poderiam sustentar o crescimento e ajudar o país a evitar uma recessão econômica grave.

Alcançar um "soft landing" seria a melhor situação possível.

03:20 — Os problemas com a China

Enquanto os mercados chineses permanecem fechados devido ao feriado, é oportuno considerar a atual situação da segunda maior economia do mundo. Após quatro décadas de crescimento extraordinário, a economia chinesa pode estar ingressando em um período de estagnação.

O desemprego entre os jovens atingiu um recorde de 21%, a atividade industrial está em declínio, as exportações estão diminuindo devido à inflação e ao aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e Europa, o investimento estrangeiro estagnou, as saídas de capital persistem, e o crucial setor imobiliário está fragilizado.

Os riscos econômicos e financeiros parecem mais prementes do que nunca, à medida que os limites do modelo de crescimento chinês se tornam evidentes.

Os dias de crescimento de 10% ficaram para trás. O FMI projeta agora um crescimento da economia chinesa de menos de 4% ao ano nos próximos anos, uma cifra consideravelmente inferior à meta oficial do governo de cerca de 5%.

Esse desaceleramento é resultado de desafios estruturais de longo prazo enfrentados pela China, incluindo uma demografia desfavorável, elevado endividamento e a intensificação da competição geopolítica com os Estados Unidos e seus aliados.

De forma crucial, parece que o povo chinês está perdendo confiança na capacidade do governo para resolver os problemas econômicos. Resta ver se os estímulos terão algum impacto.

04:11 — As perspectivas para o comércio global

O comércio global atingiu uma marca impressionante de US$ 32 bilhões em 2022, e a supervisão de 98% desse volume é realizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

A OMC desempenha um papel crucial em diversos aspectos da vida cotidiana, desde os alimentos que consumimos e as roupas que vestimos até os carros que dirigimos e os telefones que utilizamos.

Ela funciona como um árbitro, proporcionando um espaço para que os países negociem acordos e resolvam disputas.

No entanto, a OMC tem sido alvo de críticas devido à sua aparente lentidão na adaptação à economia moderna e ao seu suposto favorecimento das nações ricas em detrimento das nações do Sul Global.

É desconcertante que apenas 10 países sejam responsáveis por 80% das exportações mundiais de vacinas, o que demonstra uma concentração significativa.

Para a instituição recuperar relevância, é necessário que seus membros renovem seu compromisso com os princípios da globalização e invistam nas economias em desenvolvimento. O Brasil pode ser um dos beneficiários desse processo.

ACORDO DA OI (OIBR3) SUBIU NO TELHADO

O processo de venda de ativos da Oi (OIBR3) — fundamental para o sucesso da recuperação judicial da companhia — voltou a emperrar. Isso porque a Sky decidiu voltar atrás na compra da “base DTH”  — base de clientes pós-pagos do serviço de TV por assinatura via satélite — da companhia.

De acordo com documento enviado à CVM, a Sky decidiu rescindir o contrato um ano e meio após o anúncio por “não terem sido alcançados termos viáveis para a renegociação da transação”.

Para relembrar, o acordo foi fechado em abril de 2022 por cerca de R$ 786 milhões. O negócio determinava que a Oi iria transferir a base DTH e prestar serviços relacionados à infraestrutura do sistema de TV por internet (IPTV) para a Sky.

Na época, a Oi estava no processo de concluir o primeiro processo de recuperação judicial, que começou em 2016, e o negócio com a Sky era considerado uma das soluções para a reestruturação da empresa de telecomunicações. 

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PROPOSTA DE TAXAÇÃO DAS OFFSHORES

O relator da projeto de lei que prevê a taxação de offshores na Câmara dos Deputados, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), afirmou há pouco que deve incluir a taxação dos fundos exclusivos e o fim dos juros sobre o capital próprio (JCP).

O deputado também disse que o PL deve ser apreciado amanhã (4) na Câmara.

ABERTURA DO JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram viés de alta em toda a curva, dada o avanços dos rendimentos dos Treasuries pressionados pela cautela sobre a política monetário nos EUA.

Além disso, os DIs acompanham a valorização do dólar ante o real.

Confira a abertura dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2412,26%12,26%
DI1F25DI Jan/2511,10%10,57%
DI1F26DI Jan/2610,93%10,31%
DI1F27DI Jan/2711,14%10,59%
DI1F28DI Jan/2811,40%10,93%
DI1F29DI Jan/2911,58%11,16%
BRASIL: PRODUÇÃO INDUSTRIAL

A produção industrial avançou 0,40% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, segundo informações divulgadas há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador veio menor do que o consenso de mercado, de crescimento de 0,50% na comparação mensal.

No ano, a produção industrial recua 0,30% e, em 12 meses acumula queda de 0,10%.

Na comparação anual, a produção da indústria cresceu 0,50% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2022.

O índice de Média Móvel Trimestral da indústria registrou baixa de 0,052% em agosto.

Por fim, a produção de bens de capital cresceu 4,30% na comparação mensal.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abre a R$ 5,0822, com alta de 0,31%, no mercado à vista.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em queda de 0,40%, aos 115.075 pontos.

O índice acompanha a cautela das bolsas internacionais, ainda com a liquidez enxuta sem negociações nas bolsas chinesas pela feriado da "Semana Dourada".

GETNINJAS (NINJ3): FUNDADOR AUMENTA POSIÇÃO ANTES DE ASSEMBLEIA

Fundador e CEO do GetNinjas (NINJ3), Eduardo L’Hotellier decidiu se preparar para a batalha na assembleia de acionistas que definirá o futuro da companhia. Só que, em vez da espada, a arma foi o dinheiro.

L’Hotellier comprou mais ações e passou a deter 20,14% do capital da empresa que conecta clientes e prestadores de serviços.

A intenção é clara: aumentar o poder de fogo na assembleia que acontece no próximo dia 23 de outubro. Na ocasião, os acionistas do GetNinjas vão discutir a polêmica proposta de redução do capital de R$ 223,5 milhões.

Se aprovada, a operação vai colocar o equivalente a R$ 4,40 por ação no bolso dos acionistas. O problema é que nem todos entendem que essa é uma boa opção para a companhia.

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RETORNO DOS TREASURIES VOLTA A SUBIR

O retorno dos Treasuries, como são chamados os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, avançam mais uma manhã.

O T-bond de 10 anos voltou a superar a marca dos 4,7% pelo segundo dia seguido, enquanto o T-bond de 20 anos sobe para 5,015% e o T-bond de 30 anos, para 4,817%.

Esse movimento acontece por causa da perspectiva de que os EUA mantenham os juros mais elevados por mais tempo, o que tende a aumentar o retorno desses títulos.

INFLAÇÃO ACELERA NA TURQUIA

A inflação ao consumidor turco voltou a acelerar em setembro.

A alta do índice de preços passou de 58,94% em agosto para 61,53% em setembro na leitura anual. Analistas esperavam uma alta de 61,2%.

Já na comparação mensal, a inflação na Turquia desacelerou a +4,75% em setembro, de +9,09% de agosto.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NA LINHA D’ÁGUA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram em compasso de espera nesta terça-feira.

Eles oscilam entre leves altas e baixas enquanto os investidores esperam o relatório Jolts sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York:

  • Dow Jones futuro: +0,11%
  • S&P-500 futuro: +0,12%
  • Nasdaq futuro: +0,04%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta terça-feira.

Os investidores da região repercutem dados fracos de atividade econômica divulgados na véspera enquanto aguardam indicadores sobre a economia dos Estados Unidos.

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h30:

  • Londres: +0,29%
  • Frankfurt: -0,33%
  • Paris: -0,21%
BOLSAS NA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

Os principais índices asiáticos encerraram o pregão desta terça-feira em baixa. Sem as bolsas na China, a liquidez dos mercados por lá está comprometida.

Quem liderou as perdas foi a bolsa de Hong Kong, apesar do salto — que chegou a 60% — das ações da Evergrande, que voltaram a ser negociadas por lá após suspensão.

Confira:

  • Xangai: Fechada devido ao feriado local
  • Hong Kong: -2,69%
  • Japão: -1,64%
  • Coreia do Sul: Fechada devido ao feriado local
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM

O Ibovespa iniciou a semana e o mês em tom negativo. O índice acompanhou o desempenho das bolsas internacionais em dia de liquidez mais enxuta, sem negociações na China.

Os investidores repercutiram o acordo de última hora que impediu a paralisação do governo dos Estados Unidos. As atenções se voltaram para a divulgação de índices de atividade econômica.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria norte-americana subiu de 47,6 em agosto para 49,0 em setembro, acima das previsões do mercado. O avanço fez com que os investidores reduzissem as apostas de que o Federal Reserve (Fed) não irá mais subir os juros.

Em dia de agenda local pouco movimentada, a cautela de Nova York combinada com o recuo de mais de 1% nos futuros do petróleo pesaram sobre o desempenho do Ibovespa.

Por aqui, os investidores repercutiram dados de emprego. Em agosto, o país criou 220.844 vagas, segundo o Cadastro Gerai de Empregados e Desempregos (Caged), do Ministério do Trabalho. A abertura de postos com carteira assinada veio acima dos 173 mil esperados.

Ao longo da semana, o foco será as movimentações e tramitação de pautas econômicas no Congresso Nacional, com destaque para o PL do Desenrola, a taxação dos "super-ricos" e a extinção dos juros sobre capital próprio (JCP).

O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em queda de 1,29%, aos 115.056 pontos.

O dólar avançou a R$ 5,0667, com alta de 0,79%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados na última segunda-feira (2).

O QUE PRECISARIA ACONTECER PARA DESTRAVAR O RALI DE FIM DE ANO NO IBOVESPA

A semana traz uma carga significativa para os preocupados com a situação fiscal brasileira, uma questão que frequentemente abordo em minhas colunas aqui no Seu Dinheiro, dada sua natureza de ponto fraco para o Brasil. Acredito que é uma temática válida e recorrente.

Nos próximos dias, o Congresso terá votações cruciais referentes à agenda econômica.

Está programada a apreciação de três projetos que podem ser decisivos para melhorar a percepção fiscal, especialmente a taxação de fundos offshore e exclusivos.

Essa proposta é parte do pacote do governo para aumentar a arrecadação e é considerada vital pela equipe econômica para zerar o déficit das contas públicas em 2024, junto com a tributação dos "super-ricos" e a extinção dos juros sobre capital próprio (JCP).

A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana o projeto de lei do Marco das Garantias, que facilita o acesso ao crédito.

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