A carteira de ações não vai bem? Chame o médico: papéis de rede hospitalar lideram a preferência dos analistas para julho
A companhia em questão é a líder do mercado hospitalar brasileiro e dominou também as recomendações das corretoras neste mês

O mês de junho foi de desempenho histórico para o mercado de ações brasileiro. O Ibovespa, principal índice acionário da B3, saltou 9% no período, impulsionado pelos ganhos de papéis de diversos segmentos.
As ações mais recomendadas pelas corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro no mês anterior, Banco do Brasil (BBAS3) e PRIO (PRIO3), renderam ganhos de 11,3% e 8,4%, respectivamente, para quem confiou na indicação.
Mas o céu de brigadeiro não se estendeu por todos os setores da bolsa de valores — tecnologia e varejo, por exemplo, amargaram fortes perdas.
Por isso, é preciso escolher com cuidado as ações para investir daqui para a frente. Se a sua carteira de ações também não aproveitou no bom momento do mês passado e pode não estar calibrada para os próximos, nada melhor do que chamar um médico para fazer o diagnóstico dos problemas do portfólio.
E, quando o quesito é a medicina acionária, ninguém supera a Rede D’Or (RDOR3). As ações da companhia, que é a líder do mercado hospitalar brasileiro, são as mais recomendadas para julho.
Presente entre os favoritos das carteiras recomendadas de três corretoras neste mês, os papéis da empresa têm potencial para surfar a retomada da renda variável e trazer ganho de capital aos investidores.
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Revelamos mais detalhes sobre a tese de investimentos logo abaixo. Mas, antes de conferi-la, vale destacar que os analistas também veem com bons olhos outras seis companhias: BTG Pactual (BPAC11), Copel (CPLE6), PRIO (PRIO3), Totvs (TOTS3), Vivara (VIVA3) e Vale (VALE3).
Os papéis receberam duas indicações cada e completam a lista de ações mais recomendadas para julho. Veja as ações preferidas das carteiras dos analistas de 10 corretoras na tabela abaixo:
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Rede D’Or (RDOR3) — o médico das carteiras de ações
Com a inflação dando sinais de arrefecimento e a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC) trazendo uma tênue sinalização de que o ciclo de queda dos juros pode começar já no próximo mês, a renda variável brasileira está em um ponto de virada.
O cenário indica que o pior da tempestade macroeconômica que atrapalhou o desempenho da bolsa brasileira ficou para trás e o sol deve brilhar sobre a B3 em breve.
Mas, assim como sempre há um risco de pegar um resfriado mesmo sem tempo frio e chuva forte, nem todas as carteiras estão preparadas para aproveitar o novo ambiente de investimentos.
Nesses casos, as corretoras Ativa Investimentos, Guide Investimentos e Órama recomendam um remédio que vem diretamente do setor de saúde: as ações da Rede D’Or (RDOR3).
A Guide relembra que a companhia, líder no segmento hospitalar privado, tem uma participação de 8% nesse mercado e atende cerca de 4,1 milhões de pacientes por dia, com mais de 30 milhões de exames.
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A Rede D’Or vem ampliando a atuação para outras pontas do mercado de saúde suplementar. O principal movimento nessa direção veio com a compra da SulAmérica. Vale destacar ainda que a companhia também detém uma participação de quase 30% na rival Qualicorp.
Por conta da fusão, 70% da fatia foi transferida para uma holding estruturada pela Prisma, gestora independente de investimentos alternativos, para evitar dores de cabeça com os órgãos reguladores.
Ainda assim, a empresa segue com 6% do capital social da Qualicorp, enquanto os direitos políticos e econômicos dos ativos são geridos pela Prisma.
A Órama reforça que, com 40 anos de experiência no mercado, a Rede D’Or “é referência em qualidade técnica e conta com 69 hospitais próprios em operação, três administrados e 54 clínicas oncológicas”
Para a corretora, outro destaque das ações é que elas carregam um componente de inovação. Os analistas explicam que, por meio da marca IDOR, a companhia investe em pesquisa clínica e no ensino na área de saúde, “disseminando sua expertise através de cursos de doutorado, pós-graduação e graduação”.
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