Rússia bombardeia escola com mais de 400 pessoas; presidente da Ucrânia fala em ‘crime de guerra’
De acordo com mensagens oficiais, a escola abrigava mulheres, crianças e idosos, na cidade de Mariupol

A Rússia bombardeou uma escola que abrigava 400 pessoas na cidade de Mariupol, na Ucrânia, as informações são do conselho do município. Ainda não há informações sobre o número de vítimas do ataque, mas o prédio teria sido destruído.
De acordo com o G1, mensagens oficiais divulgadas pelo Telegram apontam que a localização abrigava mulheres, crianças e idosos. Na noite de sábado, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, publicou um vídeo no Facebook no qual declara que o cerco a Mariupol "entraria para história pelos crimes de guerra cometidos".
A Rússia não se manifestou sobre a acusação da autoria do bombardeio na escola de arte, mas tem negado sistematicamente ter civis como alvos.
Rússia usa mísseis hipersônicos contra a Ucrânia
Ainda durante o sábado (19), a Rússia disparou mísseis hipersônicos contra a Ucrânia, pela primeira vez desde o começo da guerra.
De acordo com a agência estatal Ria Novosti, o ataque teve o objetivo de destruir um local de armazenamento de armas no oeste da Ucrânia.
Essa categoria de mísseis é altamente destrutiva e perigosa. O armamento, chamado Kinjal, é bem mais manobrável e desafia todos os sistemas de defesa antiaérea, afirmou Moscou.
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Além disso, eles têm capacidade de atingir alvos a 2 mil km de distância e chegam a uma velocidade duas vezes maior que a do som (cerca de 6 mil km/h).
"Em 18 de março, o sistema de mísseis de aviação Kinzhal com mísseis aerobalísticos hipersônicos destruiu um grande armazém subterrâneo de mísseis e munição de aviação das tropas ucranianas na vila de Delyatyn, região de Ivano-Frankivsk", disse o major-general Igor Konashenkov, porta-voz do Ministério da Defesa russo.
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