PetroRecôncavo (RECV3) levanta mais de R$ 1 bilhão em oferta primária. Veja o que a petroleira pretende fazer com o dinheiro
Preço por ação carrega um desconto de 1,4% em relação ao fechamento do papel da PetroRecôncavo (RECV3) na sessão de ontem

O termo “oferta primária” passou um tempinho fora do dicionário do mercado financeiro local. Desde o início de abril, quando a bolsa brasileira virou para baixo em meio à piora dos mercados internacionais, não se ouvia falar em um follow-on de grande porte na B3. Até agora, quando a PetroRecôncavo (RECV3) levantou mais de R$ 1 bilhão em uma oferta primária de ações.
Para ser mais preciso, a operadora de campos maduros de óleo e gás em terra levantou R$ 1,03 bilhão na oferta restrita.
As instituições financeiras envolvidas na oferta colocaram um total de 44 milhões de ações a R$ 23,50 cada.
O preço por ação carrega um desconto de 1,4% em relação ao fechamento de RECV3 na sessão de ontem (R$ 23,84).
As ações vendidas na oferta começarão a ser negociadas na sexta-feira.
PetroRecôncavo não emplacou oferta secundária
A PetroRecôncavo emplacou integralmente a oferta primária. Entretanto, não houve demanda para um lote adicional nem para uma oferta secundária encaminhada junto com o follow-on.
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A oferta foi coordenada pelo Itaú BBA, pelo Morgan Stanley, pelo Goldman Sachs, pela UBS, pelo Banco Safra e pela XP Investimentos.
O que a PetroRecôncavo vai fazer com o dinheiro da oferta primária
A oferta primária da PetroRecôncavo foi realizada com o objetivo de reforçar sua posição de caixa e financiar sua participação na disputa por campos maduros vendidos pela Petrobras à iniciativa privada.
Imbróglio na justiça
Um dos ativos nos quais a PetroRecôncavo está de olho é o Polo Bahia Terra, alvo de uma disputa ferrenha na justiça.
Junto com a Eneva (ENEV3), a PetroRecôncavo arrematou os campos terrestres das bacias de Tucano e Recôncavo numa relicitação promovida pela Petrobras.
Entretanto, o negócio é contestado na justiça pela Aguila Energia. A empresa venceu o leilão original, realizado no ano passado. No entanto, ela foi desqualificada pela Petrobras por não ter comprovado lastro financeiro para participar da operação.
Na semana passada, a Aguila conseguiu uma liminar na justiça do Rio com base na alegação de que a PetroRecôncavo também não dispunha de lastro financeiro, uma vez que buscou a oferta primária citando nominalmente os campos em disputa entre os negócios a serem financiados pelos recursos levantados no follow-on.
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