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Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

NA FILA DA APROVAÇÃO

Será que a Cogna (COGN3) passou de ano? Goldman Sachs corta preço-alvo e agora vê potencial de alta de 11% para ação; confira as novas estimativas

Empresa do setor de educação vem sofrendo com a redução dos recursos do Fies e com o efeito da pandemia sobre seu público-alvo, o que leva a uma baixa anual acumulada de quase 50% dos seus papéis

Carolina Gama
31 de janeiro de 2022
14:06 - atualizado às 18:12
Logo da Cogna
Imagem: Divulgação/Flavio Fabene

“Eu voltei agora pra ficar… Porque aqui, aqui é meu lugar”. O clássico de Roberto Carlos poderia ser a música-tema de um comercial da Cogna (COGN3), que viu no segundo semestre do ano passado um crescimento na captação de alunos.

Mas, diferente da canção do rei — que diz que “tudo estava igual como era antes… quase nada se modificou” —, esse impulso não foi suficiente para convencer o Goldman Sachs a melhorar sua avaliação para COGN3. 

O banco cortou o preço-alvo da ação em 12 meses, de R$ 3,20 para R$ 2,80, o que significa agora um potencial de alta de 11,1%, considerando o valor do fechamento na sexta-feira, de R$ 2,50. A classificação dos papéis é neutra

Cogna vai passar de ano?

As ações da Cogna vêm sofrendo desde 2017, pois a redução de recursos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) — o programa de financiamento ao ensino superior privado do governo federal — atingiu em cheio as empresas de educação.

Com a pandemia, os papéis foram ainda mais castigados, dado que os efeitos econômicos da crise atingiram em cheio o público-alvo do grupo, tirando a educação superior da lista de prioridades dessas pessoas. Com a combinação explosiva, as ações da Cogna acumulam queda anual de quase 50%

Apesar do cenário adverso, a Cogna tem chances de passar de ano. No segundo semestre de 2021, a captação de alunos presenciais subiu 22% em comparação com o mesmo período do ano anterior e atingiu 32 mil - acima dos 30 mil previstos pelo Goldman. 

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Já a graduação à distância viu um aumento de 40% na mesma base de comparação, para 215 mil alunos, superando a estimativa de 161 mil do banco.

Estimativas revisadas

O Goldman Sachs revisou suas estimativas para a Cogna. A projeção de receita para 2021 passou de R$ 5,131 milhões para R$ 5,168 milhões. O banco também melhorou a estimativa de receita para 2022 e 2023, passando para R$ 4,965 milhões e R$ 5,482 milhões, respectivamente.

“Aumentamos nossas estimativas de receita de 2022-2023 após o sólido ACV [Annual Contract Value ou Valor de Contrato Anual] de 2022 na Vasta (VSTA) e vemos a recuperação dos ingressos no campus que começaram no segundo semestre de 2021 e provavelmente continuarão no primeiro semestre de 2022”, diz o Goldman em relatório.

Segundo o banco, as estimativas de margem Ebitda do período 2021-2023 permaneceram praticamente inalteradas, pois melhores provisões na Kroton foram compensadas por estimativas de margem mais baixas na Vasta.

Veja os riscos de alta ou baixa para COGN3 segundo o Goldman Sachs: 

  • Mudança para negócios digitais;
  • Alavancagem;
  • Questões macroeconômicas e relacionadas à covid-19;
  • Anúncios, execução e integração de fusão e aquisição;
  • Não pagamento de mensalidades; 
  • Competição; 
  • Regulação; 
  • Tributação.

O ano que passou e o ano que chegou

Como a maioria das pessoas, a Cogna também fez um balanço sobre seu desempenho e se prepara para os desafios do novo ano. No início do quarto trimestre, o CEO da Cogna, Rodrigo Galindo, fez uma análise sobre 2021. Para ele, o ano que passou foi de retomada

Mesmo com o impacto do fim do Fies, a companhia viu uma alta de 70% de rentabilidade nos primeiros nove meses do ano. 2022, no entanto, ainda deve ser impactado pelo fim do programa governamental e a receita volte a crescer apenas em 2023.

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