Mais um fora? brMalls (BRML3) nega ter recebido nova proposta da Aliansce Sonae (ALSO3); relembre a história
A informação chegou ao mercado nesta segunda-feira (14) via fato relevante registrado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

A brMalls informou que "não recebeu qualquer nova proposta por parte da Aliansce Sonae ou pedido de convocação de assembleia geral".
A informação chegou ao mercado nesta segunda-feira (14) via fato relevante registrado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A brMalls disse só ter tomado conhecimento sobre a nova proposta de fusão e sobre a intenção de convocação de uma assembleia de acionistas, a partir do fato relevante divulgado mais cedo pela Aliansce Sonae.
O comunicado termina afirmando que a brMalls "sempre está à disposição para avaliar qualquer proposta de transação que possa gerar valor" e que manterá seus acionistas e o mercado informados em caso de novidades.
Há dois meses, a Aliansce fez uma oferta não solicitada para fusão entre as empresas, segundo a qual os acionistas de cada lado teriam 50% do novo grupo.
Os acionistas da brMalls também receberiam R$ 1,35 bilhão em dinheiro para cobrir a diferença de valor de mercado entre ambas.
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Contudo, na ocasião, o conselho de administração da brMalls recusou de maneira unânime a proposta por avaliar que a empresa teria sido subavaliada, já que no seu entendimento o valor atribuído aos seus ativos não correspondia à realidade.
Tal posição serviu também para demarcar o entendimento de que a brMalls não se enxergava como “igual”, quando comparada a Aliansce Sonae e por isso não via sentido em uma fusão com condições igualitárias.
Nova oferta
Conforme mostrou no domingo à tarde o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a Aliansce Sonae fez nova oferta em que propõe pagamento em dinheiro R$ 500 milhões maior do que o anterior, chegando a R$ 1,850 bilhão.
A Aliansce também aceitaria uma fatia menor no grupo resultante da fusão: 48,92% x 51,08% em vez de uma divisão meio a meio.
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No sapatinho
A Aliansce Sonae também iniciou, ainda em janeiro, um movimento para se infiltrar na base acionária da brMalls. Com ajuda do fundo de pensão canadense CPPIB, que detém 23% do capital da Aliansce.
Juntos, o fundo de pensão e a Aliansce Sonae chegaram a ultrapassar sensivelmente os 11% de participação na brMalls.
A própria brMalls também tenta se impor no segmento: a Gafisa, por exemplo, chegou a confirmar tratativas para que seja levada a cabo uma eventual combinação de negócios.
Também circula na imprensa que a operadora de shoppings Ancar Ivanhoe teria interesse na companhia.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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