BB Seguridade (BBSE3) é ação de defesa do JP Morgan contra juro e inflação elevados; potencial de alta é de 17,5%
O banco passou a recomendar a compra de BBSE3 e elevou o preço-alvo, de R$ 25 para R$ 31 em dezembro de 2023; confira os benefícios e os riscos de ter o papel em carteira

O Capitão América tem um escudo, o Thor tem um martelo e o Aquaman tem um tridente. Já o investidor que quer lutar contra o cenário macroeconômico atual — de juro e inflação alta — pode se proteger com algumas ações, a exemplo da BB Seguridade (BBSE3).
Pelo menos é isso que diz o JP Morgan. O banco passou a recomendar a compra dos papéis BBSE3 e elevou o preço-alvo de R$ 25 para R$ 31 em dezembro de 2023, o que representa um potencial de valorização de 17,5% em relação ao fechamento de quinta-feira (14).
E motivos para isso não faltam: risco reduzido ligado à inadimplência, benefícios com a Selic mais alta e o acúmulo de receita fornecem suporte para a empresa.
Além disso, o JP Morgan vê um forte impulso de ganhos à frente, baseados em três pilares:
- Índice de sinistralidade do agronegócio normalizado em abril e maio, após um primeiro trimestre excepcionalmente alto;
- Recuperação dos prêmios, que também deve beneficiar os resultados dos corretores;
- Resultados financeiros se beneficiando de um cenário de juro mais elevado no Brasil.
BB Seguridade (BBSE3) contra PIB fraco e eleição
Segundo o JP Morgan, a BB Seguridade (BBSE3) é uma opção para um cenário de crescimento econômico mais fraco em um ano eleitoral.
Alguns fatores explicam esse grau de resistência: a empresa tem baixa correlação do desempenho da receita com o Produto Interno Bruto (PIB); além disso, o uso potencial de bancos públicos como uma ferramenta anticíclica do atual ou do próximo governo pode aumentar a venda cruzada de seguros.
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Os riscos no horizonte da BB Seguridade (BBSE3)
Mas nem tudo são flores no caminho da BB Seguridade (BBSE3).
Apesar de ser uma opção contra o cenário de juro e inflação alta, como uma ação cuja recomendação é de compra, os riscos são negativos.
E eles incluem:
- Maiores perdas rurais e de vidas, prejudicando as margens da BrasilSeg;
- Inflação do IGPM potencialmente mais alta, levando a novas perdas de pensões;
- Potencial desalinhamento do incentivo à oferta de produtos do banco controlador;
- Risco na renegociação de contrato na corretora;
- Maior concorrência na previdência.
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