Lucro líquido da Multiplan (MULT3) salta 270% no primeiro trimestre e companhia renova recordes financeiros
Antes do balanço, a Multiplan já tinha animado mercado com dados operacionais recheados de novas máximas históricas

Após uma prévia operacional que impressionou analistas e investidores, a Multiplan (MULT3) divulgou nesta quinta-feira (28) o resultado econômico do primeiro trimestre de 2022. E os números têm potencial para agradar novamente.
A administradora de shoppings registrou lucro líquido de R$ 171,6 milhões entre janeiro e março, salto de 270,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida subiu 57,9% e chegou a uma cifra recorde para um primeiro trimestre: R$ 420 milhões.
O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também renovou as marcas históricas de início de ano da companhia. O indicador mais que dobrou na comparação anual e foi a R$ 295,4 milhões. O número é 28,2% maior que no primeiro trimestre de 2019, no período pré-pandemia.
Máscaras saem, consumidores entram nos shoppings da Multiplan (MULT3)
Antes do balanço, a Multiplan já tinha animado mercado. Os números operacionais da companhia mostraram que, apesar chegada das vacinas e o fim da quarentena terem levado muita gente de volta aos shoppings, para que os consumidores passassem a gastar como antes, faltava ainda um elemento essencial: a queda na obrigatoriedade do uso de máscaras.
Os dados da empresa indicaram que, na semana anterior à flexibilização, os empreendimentos vendiam 19% a mais do que no mesmo período de 2019. Após os decretos estaduais sobre o tema, o indicador acelerou para 25,1%, na mesma base de comparação.
“Os shoppings do Rio de Janeiro, primeira cidade a flexibilizar a obrigatoriedade, foram o grande destaque do trimestre, registrando 28,7% de crescimento em relação à 2019”, destaca, em nota, a Multiplan.
Leia Também
Nem tudo é verdade: Ibovespa reage a balanços e dados de emprego em dia de PCE nos EUA
Com isso, as vendas totais da companhia chegaram a R$ 1,4 bilhão em março, valor recorde para o mês e 20,6% superior ao período pré-covid. Outra máxima histórica foi registrada no indicador trimestral, que subiu 13,4% na comparação com o primeiro trimestre de 2019, para R$ 4 bilhões.
O desempenho mostra ainda que, mesmo em meio à alta da inflação, os consumidores estão dispostos a gastar mais, pois as taxas de tráfego e ocupação ainda permanecem abaixo dos níveis de três anos atrás.
Pé no acelerador da recompra de ações MULT3
Outro destaque do início do ano foi o programa de recompra de ações da Multiplan. A companhia colocou o pé no acelerador da operação, aprovada em dezembro de 2020, e recomprou 3,3 milhões de ações no período.
O valor é recorde para um único trimestre e provocou uma alta de 14,1% no número de papéis em Tesouraria, que chegou a 12.758.101 ações em março.
Segundo a empresa, a recompra de ações tem como objetivo a criação adicional de valor para seus acionistas. "Desde 2017, a companhia recomprou 17,5 milhões de ações, das quais 5,8 milhões foram realizadas nos últimos doze meses".
Iguatemi fecha aquisição dos shoppings Pátio Higienópolis e Pátio Paulista por R$ 2,59 bilhões; detalhes de acordo colocam ações entre as maiores quedas da bolsa
Apesar de a aquisição já estar no radar dos investidores desde 2024, o mercado não vem reagindo bem ao acordo do Iguatemi. O analista da Empiricus Reasearch, Caio Araujo, explica o motivo
Hegemonia em disputa: Ibovespa tenta manter bom momento em semana de IPCA, dados de emprego nos EUA e balanços
Temporada de balanços volta a ganhar fôlego enquanto bolsas têm novo horário de funcionamento, inclusive no Brasil
XP Malls (XPML11) é desbancado por outro FII do setor de shopping como o favorito entre analistas para investir em março
O FII mais indicado para este mês está sendo negociado com desconto em relação ao preço justo estimado para as cotas e tem potencial de valorização de 15%
Procuramos independência: Ibovespa tenta se recuperar de queda em dia de IPCA-15, balanços e Haddad
IRB e Vivo divulgam resultados por aqui; lá fora, investidores concentram o foco no balanço da Nvidia
Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11) ou Allos (ALOS3): Goldman diz qual ação de shopping colocar na carteira agora
As units da Iguatemi chegaram a cair 3% na manhã desta segunda-feira (24) na esteira do anúncio da saída da CEO, Cristina Anne Betts; saiba se esse é um sinal de venda dos papéis
Sem querer parecer chato: Ibovespa reage a prejuízo da Vale e ao andamento de temporada de balanços
Em dia de agenda fraca, investidores repercutem reversão de lucro para prejuízo pela Vale no quarto trimestre de 2024
Vale a pena comprar Iguatemi (IGTI11)? O que fazer com os papéis após o balanço do 4T24 e antes da conclusão de um negócio de R$ 2,6 bilhões
As units da dona de dezenas de shoppings iniciaram a quarta-feira (19) em alta, mas entraram na tarde de hoje no vermelho; no ano, os ativos acumulam ganho de 13,5% no ano
Como não ser pego de surpresa: Ibovespa vai a reboque de mercados estrangeiros em dia de ata do Fed e balanço da Vale
Ibovespa reage a resultados trimestrais de empresas locais enquanto a temporada de balanços avança na bolsa brasileira
BTG tem uma nova ação favorita no setor de shoppings: Multiplan (MULT3) leva a coroa de “top pick” — e aqui estão os motivos
A Multiplan (MULT3) não é a única ação brasileira de shoppings que atrai a atenção do banco; veja outros dois papéis na mira dos analistas
Ação da Multiplan surge entre os maiores ganhos do Ibovespa após alta de 70% no lucro no 4T24. Chegou a hora de comprar MULT3?
Lucro líquido da dona da rede de shoppings foi de R$ 512,477 milhões no quarto trimestre do ano passado, uma alta de 69,4% ante o mesmo período do ano anterior
Ultrapar (UGPA3) pretende investir até R$ 2,5 bilhões em 2025 – e a maior parte deve ir ‘lá para o posto Ipiranga’
Plano apresentado pela Ultrapar (UGPA3) prevê investimentos de até R$ 2,542 bilhões este ano, com 60% do valor destinados à expansão do grupo
O raio-x da Moody’s para quem investe em empresas brasileiras: quais devem sofrer o maior e o menor impacto dos juros altos
Aumento da Selic, inflação persistente e depreciação cambial devem pressionar a rentabilidade das companhias nacionais em diferentes graus, segundo a agência de classificação de risco
Em mais uma etapa da reestruturação financeira, Azul (AZUL4) aprova aumento de capital em até R$ 6,1 bilhões – mercado reage e ação cai
Conselho de administração da Azul aprova aumento de capital da companhia em até R$ 6,1 bilhões; ação fica entre maiores quedas do Ibovespa nesta manhã (5)
Iguatemi (IGTI11): Cade aprova aquisição dos shoppings Pátio Higienópolis e Pátio Paulista por R$ 2,59 bilhões sem restrições
Negócio bilionário será pago 70% à vista, no fechamento da operação, e o restante em duas parcelas anuais iguais, corrigidas pela variação do CDI
Depois de um 2024 farto, cenário macro deve afetar os resultados da Allos (ALOS3) este ano — mas nem tudo será culpa da economia
Para o Itaú BBA, ritmo em 2025 será mais lento para a administradora de shopping; veja se ainda vale a pena comprar a ação
Onde investir 2025: Alta dos juros abre oportunidades para comprar fundos imobiliários com desconto; veja indicações de FIIs para este ano
Caio Araujo, analista da Empiricus Research; Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos; e Ricardo Vieira, responsável pelo setor de Real Estate do Pátria, avaliam o cenário para os fundos imobiliários em 2025 e dizem onde investir nesse mercado
Vai ficar só na ameaça? Ibovespa busca recuperação, mas feriado em Wall Street drena liquidez
Ibovespa tenta reaver a marca dos 120 mil pontos enquanto EUA se fecham em luto para o funeral de Jimmy Carter
Shoppings da América Latina têm a melhor performance operacional do mundo desde a pandemia; BTG destaca 3 ações brasileiras do setor
Apesar do ótimo desempenho, ações de shoppings latinoamericanos não acompanharam, pois são prejudicadas pelas perspectivas do cenário macroeconômico
Resiliência e preço baixo: para o Santander os shoppings centers no Brasil estão em liquidação – e está na hora de comprá-los
Santander destaca o setor de real estate como uma oportunidade de investimento resiliente mesmo diante de desafios macroeconômicos
Dividendos e JCP: Suzano Holding e B3 (B3SA3) pagarão juntas quase R$ 1 bilhão em proventos; Multiplan (MULT3) e outras empresas também depositam
Empresas aprovaram mais uma distribuição de juros sobre o capital próprio e dividendos para quem estiver na base acionária em dezembro*