Oi (OIBR3): veja até quando durou o prazo para exercer o direito de subscrever ações
As ações ordinárias da companhia de telecomunicações em recuperação judicial foram emitidas no aumento de capital aprovado em fevereiro

A última quinta-feira (31) marcou não só o fim de março como também do prazo para o exercício do direito de preferência pelos acionistas da Oi (OIBR3) para subscrição das ações ordinárias emitidas no aumento de capital — aprovado pelo conselho de administração em 22 de fevereiro.
Segundo a Oi, durante o período de exercício do direito de preferência foram subscritas 287.664 ações ordinárias, a R$ 0,95 cada, totalizando R$ 273.280,80.
Na sexta-feira (01), os papéis OIBR3 encerraram com alta de 1,22% na B3, cotados a R$ 0,89 cada.
Os recursos obtidos com o aumento de capital e a totalidade das ações emitidas que não foram objeto de exercício do direito de preferência serão entregues diretamente aos beneficiários, proporcionalmente ao valor dos créditos por eles capitalizados.
Direitos e vantagens
As ações ordinárias da Oi (OIBR3) emitidas no aumento de capital possuem os mesmos direitos e vantagens conferidos aos papéis ordinários já existentes.
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Isso quer dizer que incluem a participação em eventual distribuição de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP) ou outros proventos que vierem a ser declarados pela empresa partir de sua subscrição.
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O valor total do aumento de capital — de R$ 4,572 milhões — foi integralmente destinado à reserva de capital da Oi, não havendo, portanto, alteração no valor atual do capital social.
A recuperação judicial da Oi (OIBR3)
No início da semana, a Oi (OIBR3) informou que sua recuperação judicial — a maior da história do país — vai se estender por mais um tempo.
Segundo o cronograma definido pela Justiça, o processo seria formalmente encerrado na quinta-feira (31). Mas quem já comemorava a volta à normalidade da tele precisará esperar até 60 dias.
Tudo isso porque o juiz responsável pelo processo determinou a atualização no quadro geral de credores da companhia, trazendo novas orientações ao escritório Wald Advogados, o administrador judicial do caso.
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