S&P 500 cede à pressão vinda da China e leva Dow Jones e Nasdaq junto; veja como as bolsas nos EUA se comportaram
Na Europa, os mercados voltaram a fechar em queda em sua maioria, também preocupados com a escalada da guerra entre Rússia e Ucrânia; veja detalhes

O S&P 500 cedeu à pressão dos temores de uma desaceleração econômica global e, junto com Dow Jones e Nasdaq, fecharam a terça-feira (26) em queda.
Os testes em massa em Pequim após um aumento nos casos de covid-19 alimentaram preocupações de que a capital da China possa enfrentar um bloqueio no estilo de Xangai.
Isso fez com que os investidores despejassem ações no mercado, especialmente de tecnologia. O Nasdaq foi o que mais sofreu com o movimento.
Os papéis das fabricantes de chips também contribuíram para a fraqueza no setor de tecnologia geral, com AMD e Nvidia caindo mais de 4%.
Os investidores avaliaram a perspectiva de interrupções na cadeia de suprimentos com o aumento dos casos de covid-19 na China.
Confira com os três principais índices da bolsa de Nova York fecharam o dia:
Leia Também
- Dow Jones: -2,38%, 33.239,45 pontos
- S&P 500: -2,81%, 4.175,20 pontos
- Nasdaq: -3,95%, 12.490,74 pontos
Guerra volta ao radar e pesa sobre o S&P 500
O S&P 500 e os demais índices de Wall Street não sentiram apenas o peso do aumento dos casos de covid-19 na China. O conflito no leste europeu voltou ao radar dos investidores com novos contornos.
- MUDANÇAS NO IR 2022: baixe o guia gratuito sobre o Imposto de Renda deste ano e evite problemas com a Receita Federal; basta clicar aqui
Prova disso é que os juros projetados pelos títulos do Tesouro dos EUA continuaram a precificar a perspectiva de risco de desaceleração do crescimento global em um momento em que a guerra entre Rússia e Ucrânia, que continua a se intensificar.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse que se os EUA e seus aliados continuarem a fornecer armas à Ucrânia, existe o risco de a guerra se transformar em um conflito mais amplo com as nações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Bolsas na Europa
Assim como o S&P 500, a maioria das bolsas europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, com a confiança dos investidores ainda abalada pelas taxas de juros, inflação, desaceleração do crescimento e a guerra na Ucrânia.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,8% depois de estar em alta durante grande parte da sessão. Bancos, tecnologia e automóveis foram os retardatários em toda a região.
- Londres: +0,08%
- Paris: -0,54%
- Frankfurt: -1,20%
Na segunda-feira (25), as bolsas europeias fecharam em forte queda, com as preocupações com o ressurgimento de casos de covid-19 na China ofuscando a reeleição do presidente francês, Emmanuel Macron.
China lança primeiro título soberano verde em yuans no exterior
O volume total de subscrições alcançou 41,58 bilhões de yuans, superando em quase sete vezes o valor inicial da oferta
Bitcoin (BTC) em queda — como as tarifas de Trump sacudiram o mercado cripto e o que fazer agora
Após as tarifas do Dia da Liberdade de Donald Trump, o mercado de criptomoedas registrou forte queda, com o bitcoin (BTC) recuando 5,85%, mas grande parte dos ativos digitais conseguiu sustentar valores em suportes relativamente elevados
Obrigado, Trump! Dólar vai à mínima e cai a R$ 5,59 após tarifaço e com recessão dos EUA no horizonte
A moeda norte-americana perdeu força no mundo inteiro nesta quinta-feira (3) à medida que os investidores recalculam rotas após Dia da Libertação
O Dia depois da Libertação: bolsas globais reagem em queda generalizada às tarifas de Trump; nos EUA, Apple tomba mais de 9%
O Dia depois da Libertação não parece estar indo como Trump imaginou: Wall Street reage em queda forte e Ibovespa tem leve alta
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
As tarifas de Trump: entenda os principais pontos do anúncio de hoje nos EUA e os impactos para o Brasil
O presidente norte-americano finalmente apresentou o plano tarifário e o Seu Dinheiro reuniu tudo o que você precisa saber sobre esse anúncio tão aguardado pelo mercado e pelos governos; confira
Elon Musk fora da Casa Branca? Trump teria confirmado a saída do bilionário do governo nas próximas semanas, segundo site
Ações da Tesla sobem 5% após o Politico reportar que o presidente dos EUA afirmou a aliados sobre a mudança no alto escalão da Casa Branca
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
O Super Bowl das tarifas de Trump: o que pode acontecer a partir de agora e quem está na mira do anúncio de hoje — não é só a China
A expectativa é de que a Casa Branca divulgue oficialmente os detalhes da taxação às 17h (de Brasília). O Seu Dinheiro ouviu especialistas para saber o que está em jogo.
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tony Volpon: Buy the dip
Já que o pessimismo virou o consenso, vou aqui argumentar por que de fato uma recessão é ainda improvável (com uma importante qualificação final)
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Agenda econômica: Payroll, balança comercial e PMIs globais marcam a semana de despedida da temporada de balanços
Com o fim de março, a temporada de balanços se despede, e o início de abril chama atenção do mercado brasileiro para o relatório de emprego dos EUA, além do IGP-DI, do IPC-Fipe e de diversos outros indicadores