Um mapa para o labirinto dos investimentos: confira o melhor do Seu Dinheiro nesta semana
Não existe fórmula mágica que garanta retornos expressivos; é preciso entender exatamente os riscos e incertezas inerentes às inúmeras alternativas de alocação

Investir está longe de ser uma tarefa trivial: não há fórmula mágica que garanta retornos expressivos — é preciso entender exatamente os riscos e incertezas inerentes às inúmeras alternativas de alocação dos recursos.
Quais as melhores ações da bolsa? Quais títulos de renda fixa oferecem as perspectivas mais promissoras? Quais criptomoedas oferecem os maiores potenciais de alta? A resposta para cada uma dessas perguntas é complexa, com uma série de variáveis a serem levadas em conta.
Dito isso, o ano de 2022 traz consigo um sem-número de questões difíceis a serem consideradas. A inflação está subindo no mundo todo; os bancos centrais estão elevando os juros para conter a alta de preços; as variantes da Covid-19 continuam a ameaçar o ritmo da atividade global.
E, no Brasil, as eleições presidenciais criam uma camada adicional de instabilidade aos ativos domésticos — e isso sem falar na persistência das dificuldades econômicas vistas no nosso país.
Para quem está começando no mundo dos investimentos, esse cenário é assustador. O labirinto de possibilidades, com curvas e bifurcações a cada passo, pode trazer uma desorientação paralisante. Desbravar sozinho esses caminhos tortuosos é um duro desafio.
E é por isso que o Seu Dinheiro preparou um mapa para que você não caia numa rota sem saída. Desde o começo do ano, estamos publicando matérias especiais para explicar o cenário e as boas escolhas em cada classe de ativos.
Leia Também
A série "Onde Investir em 2022" já mostrou os caminhos para a bolsa, a renda fixa, as criptomoedas e os fundos imobiliários no ano — e, ao longo da próxima semana, continuaremos analisando outras classes de investimentos.
O texto mais recente, da repórter Larissa Vitória, mostra as perspectivas para os FIIs nos próximos 12 meses, explicando os riscos e as oportunidades que estão adiante. A íntegra está aqui — e, dentro dela, você tem acesso às demais matérias publicadas na semana.
O mapa desse labirinto, no entanto, ainda não está completo. Faltam dos capítulos, que serão publicados nos próximos dias:
- BDRs e ações estrangeiras, na segunda (10);
- Dólar, ouro e proteções, na quarta (12).
Veja abaixo os demais destaques do Seu Dinheiro neste início de ano:
1. Touros e Ursos
O podcast Touros e Ursos está de volta! E a temporada 2022 do programa de áudio do Seu Dinheiro começou com um debate quente: afinal, quem vence a disputa entre bolsa e renda fixa em 2022?
A nossa equipe discutiu as perspectivas para esses dois mercados; para ouvir a íntegra desse primeiro episódio, é só clicar aqui. O Touros e Ursos irá ao ar às sextas-feiras — para não perder nenhum programa, siga o perfil do Seu Dinheiro no Spotify e nos demais tocadores de podcast.
2. Começando com o pé esquerdo
Quem olha para o desempenho do Ibovespa na última sexta-feira (7) pode ter a impressão que a bolsa brasileira quer recuperar o tempo perdido: o índice fechou o pregão nas máximas, em alta de 1,14%.
No entanto, os ganhos da última sessão da semana apenas amenizaram as fortes perdas vistas nos últimos dias — mesmo com esse avanço, o Ibovespa amargou uma baixa de 2% na semana. Incertezas econômicas, variante ômicron, Fed mais agressivo... tudo contribuiu para pressionar o mercado. A Julia Wiltgen e o Renan Sousa contaram como foi a semana para a bolsa brasileira.
3. O Fed com a faca nos dentes
E, falando em Fed mais agressivo: o banco central americano mostrou que não está para brincadeira em 2022. A ata da última reunião de política monetária mostrou que o processo de elevação de juros nos EUA deve começar mais cedo que o esperado pelo mercado.
Com isso, a festa da liquidez e a fartura de recursos está com os dias contados — o que abalou as bolsas no mundo todo e trouxe ainda mais dificuldades aos ativos de risco, como as ações de mercados emergentes. A Carolina Gama explicou os detalhes da ata do Fed neste texto.
4. A XP está com fome
Na XP, o lema 'ano novo, vida nova' parece ser levado a sério: logo nos primeiros dias do ano, o grupo anunciou a compra de uma fatia da Suno e a aquisição do Banco Modal.
Essa última, revelada na sexta (7), pegou muitos investidores de surpresa: a XP avaliou o Modal em cerca de R$ 3 bilhões, fortalecendo suas bases na guerra das plataformas de investimento. O Vinícius Pinheiro analisou a operação e trouxe os pormenores de mais uma grande fusão no mercado brasileiro.
5. Criptocrise?
No mundo das criptomoedas, o Bitcoin (BTC) não está em sua melhor fase: a maior moeda digital do mundo amargou perdas de mais de 10% na primeira semana de 2022, retornando ao patamar dos US$ 41.700.
A proximidade da alta de juros nos EUA tira parte do apelo dos ativos de risco, como as criptomoedas, e ajuda a explicar o baque. No entanto, há muitos outros fatores afetando o desempenho do Bitcoin — e o Renan Sousa elenca todos eles no balanço semanal das criptos.
Um bom sábado e um ótimo fim de semana a todos!
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Nova York em queda livre: o dado que provoca estrago nas bolsas e faz o dólar valer mais antes das temidas tarifas de Trump
Por aqui, o Ibovespa operou com queda superior a 1% no início da tarde desta sexta-feira (28), enquanto o dólar teve valorização moderada em relação ao real
Nem tudo é verdade: Ibovespa reage a balanços e dados de emprego em dia de PCE nos EUA
O PCE, como é conhecido o índice de gastos com consumo pessoal nos EUA, é o dado de inflação preferido do Fed para pautar sua política monetária
Não existe almoço grátis no mercado financeiro: verdades e mentiras que te contam sobre diversificação
A diversificação é uma arma importante para qualquer investidor: ajuda a diluir os riscos e aumenta as chances de você ter na carteira um ativo vencedor, mas essa estratégia não é gratuita
Tarifas de Trump derrubam montadoras mundo afora — Tesla se dá bem e ações sobem mais de 3%
O presidente norte-americano anunciou taxas de 25% sobre todos os carros importados pelos EUA; entenda os motivos que fazem os papéis de companhias na América do Norte, na Europa e na Ásia recuarem hoje
110% do CDI e liquidez imediata — Nubank lança nova Caixinha Turbo para todos os clientes, mas com algumas condições; veja quais
Nubank lança novo investimento acessível a todos os usuários e notificará clientes gradualmente sobre a novidade
Esporte radical na bolsa: Ibovespa sobe em dia de IPCA-15, relatório do Banco Central e coletiva de Galípolo
Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
Rodolfo Amstalden: Buy the dip, e leve um hedge de brinde
Para o investidor brasileiro, o “buy the dip” não só sustenta uma razão própria como pode funcionar também como instrumento de diversificação, especialmente quando associado às tecnologias de ponta
Ato falho relevante: Ibovespa tenta manter tom positivo em meio a incertezas com tarifas ‘recíprocas’ de Trump
Na véspera, teor da ata do Copom animou os investidores brasileiros, que fizeram a bolsa subir e o dólar cair
Dólar atinge o menor patamar desde novembro de 2024: veja como buscar lucros com a oscilação da moeda
A recente queda do dólar pode abrir oportunidades estratégicas para investidores atentos; descubra uma forma inteligente de expor seu capital neste momento
É hora de comprar a líder do Ibovespa hoje: Vamos (VAMO3) dispara mais de 17% após dados do 4T24 e banco diz que ação está barata
A companhia apresentou os primeiros resultados trimestrais após a cisão dos negócios de locação e concessionária e apresenta lucro acima das projeções
Sem sinal de leniência: Copom de Galípolo mantém tom duro na ata, anima a bolsa e enfraquece o dólar
Copom reitera compromisso com a convergência da inflação para a meta e adverte que os juros podem ficar mais altos por mais tempo