XP tem captação menor e queda em ativos sob custódia no 2T22, mas um número pode animar o mercado
Mesmo com a queda geral, a XP trouxe um número que pode animar o mercado, com avanço na captação de recursos no trimestre em base ajustada

A crise nos mercados provocada pela alta de juros e ameaça de recessão se refletiu nos números da XP (XPBR31) no segundo trimestre deste ano. A plataforma de investimentos registrou queda tanto no volume de ativos sob custódia como em captação na comparação trimestral.
A XP encerrou junho com um total de R$ 846 bilhões em ativos sob custódia, o que representa uma queda de 3% na comparação trimestral. Nos últimos 12 meses, porém, a corretora ainda apresenta um crescimento de 4%.
A redução trimestral e a desaceleração no crescimento dos ativos da XP nos últimos 12 meses é fruto principalmente da queda dos mercados, que reduz o patrimônio dos investidores com conta na plataforma.
Mesmo com a queda no volume de recursos, a XP segue conquistando novos investidores e atingiu 3,629 milhões de clientes, alta de 16% nos últimos 12 meses.
Captação de novos recursos da XP desacelera
A captação de novos recursos compensou em parte esse efeito, mas o ritmo de entrada de dinheiro novo desacelerou. A XP registrou captação líquida de R$ 43 bilhões entre abril e junho, o que representa uma queda de 43% em relação ao mesmo período do ano passado e de 6,5% no trimestre.
Mesmo com a queda geral, a XP trouxe um número que pode animar o mercado. Isso porque a corretora informou que a captação em base ajustada apresentou um avanço de 44% em relação aos três primeiros meses do ano.
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Esse ajuste tira da conta as custódias concentradas em grupos com mais de R$ 5 bilhões. Ainda por esse critério, a captação apresentou leve queda de 4,4% na comparação com o segundo trimestre de 2021.
Por fim, como reflexo do momento ruim de mercado, a quantidade média diária de negociação dos investidores de varejo na XP apresentou redução de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado e ficou estável no trimestre.
No mercado, as ações da XP sentem o baque do cenário de juro alto e queda da bolsa, que desestimula a migração dos investidores dos grandes bancos para as plataformas independentes.
Nos últimos 12 meses, os papéis da corretora listados na bolsa norte-americana Nasdaq amargam uma queda de quase 60%. A XP também possui BDRs (recibos de ações) negociados na B3, com o código XPBR31, que hoje reagiam em alta de quase 4% aos números divulgados hoje.
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