Bons ventos da economia dos EUA ajudam S&P 500, Nasdaq e Dow Jones a fecharem com mais de 1% de elevação
O destaque do dia foi o setor de chips, que brilhou após a sinalização de um acordo entre Intel e Nvidia; mercados na Europa tropeçam na reunião da Otan sobre a guerra

A confiança no crescimento da economia dos Estados Unidos trouxe bons ventos a Wall Street nesta quinta-feira (24). O S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram o dia com mais de 1% de alta apoiados em dados que trouxeram esperança aos investidores.
O indicador em questão é o pedido de seguro-desemprego, que caiu para o menor nível em décadas e mostrou que a economia norte-americana poderia continuar em expansão em meio a ventos contrários da guerra entre Rússia e Ucrânia e da taxa de juros mais alta.
Na semana passada, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 187.000 — o nível mais baixo desde 1969, segundo dados desta quinta-feira do Departamento do Trabalho.
Com isso, as ações que têm mais a ganhar com uma economia em recuperação, incluindo chips e materiais, lideraram os ganhos em Nova York.
As fabricantes de chips chegaram a subir mais de 4%, lideradas por Intel e Nvidia, depois que o presidente-executivo desta última, Jensen Huang, disse que a empresa estaria interessada em usar a Intel para obter seus chips.
O setor de tecnologia mais amplo também foi ajudado pela Meta depois que a dona do Facebook confirmou planos de construir um data center de grande escala na região norte de Kansas City.
Leia Também
- IMPORTANTE: liberamos um guia gratuito com tudo que você precisa para declarar o Imposto de Renda 2022; acesse pelo link da bio do nosso Instagram e aproveite para nos seguir. Basta clicar aqui
- Dow Jones: +1,01%, 34.707,15 pontos
- S&P 500 +1,44%, 4.520,19 pontos
- Nasdaq: +1,93%, 14,191,84 pontos
Nos últimos dias, os índices de ações oscilaram, alternando entre sessões em alta e em baixa. Ainda assim, S&P 500, Nasdaq e Dow Jones estão a caminho de fechar a semana com ganhos.
S&P 500 embala, mas Europa não
O desempenho do S&P 500 e seus parceiros em Wall Street não conseguiu ser replicado na Europa. Fechando antes das bolsas norte-americanas, os mercados europeus terminaram a quinta-feira, em sua maioria, em queda.
Os investidores no velho continente acompanharam de perto os desenvolvimentos na Ucrânia e as reuniões dos líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da União Europeia (UE) e do G-7 — o grupo das setes maiores economias do mundo — em Bruxelas.
- Londres: +0,09%
- Paris: -0,39%
- Frankfurt: -0,07%
O pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,1%, devolvendo ganhos anteriores. As ações do varejo recuaram 1,4%, enquanto as de telecomunicações subiram 1%.
Os mercados globais acompanharam de perto os encontros de alto nível em Bruxelas assim como a série de novas sanções e outras medidas para conter o avanço das tropas russas na Ucrânia.
Carrefour Brasil (CRFB3): controladora oferece prêmio mais alto em tentativa de emplacar o fechamento de capital; ações disparam 10%
Depois de pressão dos minoritários e movimentações importantes nos bastidores, a matriz francesa elevou a oferta. Ações disparam na bolsa
Um café e um pão na chapa na bolsa: Ibovespa tenta continuar escapando de Trump em dia de payroll e Powell
Mercados internacionais continuam reagindo negativamente a Trump; Ibovespa passou incólume ontem
Cardápio das tarifas de Trump: Ibovespa leva vantagem e ações brasileiras se tornam boas opções no menu da bolsa
O mais importante é que, se você ainda não tem ações brasileiras na carteira, esse me parece um momento oportuno para começar a fazer isso
Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) perdem juntas R$ 26 bilhões em valor de mercado e a culpa é de Trump
Enquanto a petroleira sofreu com a forte desvalorização do petróleo no mercado internacional, a mineradora sentiu os efeitos da queda dos preços do minério de ferro
Bitcoin (BTC) em queda — como as tarifas de Trump sacudiram o mercado cripto e o que fazer agora
Após as tarifas do Dia da Liberdade de Donald Trump, o mercado de criptomoedas registrou forte queda, com o bitcoin (BTC) recuando 5,85%, mas grande parte dos ativos digitais conseguiu sustentar valores em suportes relativamente elevados
Obrigado, Trump! Dólar vai à mínima e cai a R$ 5,59 após tarifaço e com recessão dos EUA no horizonte
A moeda norte-americana perdeu força no mundo inteiro nesta quinta-feira (3) à medida que os investidores recalculam rotas após Dia da Libertação
O Dia depois da Libertação: bolsas globais reagem em queda generalizada às tarifas de Trump; nos EUA, Apple tomba mais de 9%
O Dia depois da Libertação não parece estar indo como Trump imaginou: Wall Street reage em queda forte e Ibovespa tem leve alta
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
O Super Bowl das tarifas de Trump: o que pode acontecer a partir de agora e quem está na mira do anúncio de hoje — não é só a China
A expectativa é de que a Casa Branca divulgue oficialmente os detalhes da taxação às 17h (de Brasília). O Seu Dinheiro ouviu especialistas para saber o que está em jogo.
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tony Volpon: Buy the dip
Já que o pessimismo virou o consenso, vou aqui argumentar por que de fato uma recessão é ainda improvável (com uma importante qualificação final)
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”