Eletrobras (ELET3) tem caminho liberado para privatização após fim do impasse com debenturistas de Furnas
Assembleia de debenturistas de Furnas, que quase foi barrada, aprovou aporte na Madeira Energia e liberou caminho para privatização da Eletrobras

Quem estava roendo as unhas com o impasse que poderia atrapalhar a privatização da Eletrobras (ELET3) já pode voltar a passar lixa.
Depois de uma disputa judicial para suspender uma assembleia de debenturistas de Furnas (subsidiária da Eletrobras), a reunião aconteceu nesta segunda-feira (6) e nela foi aprovado o aporte de R$ 1,58 bilhão na Madeira Energia (Mesa).
Mesa é a empresa que controla a Usina Hidrelétrica Santo Antônio, que tem a concessão para operação da hidrelétrica. Com o aporte, feito por meio de subscrição de aumento de capital de Mesa, Furnas passará a deter 72,4% de participação na companhia, dos até então 43,06%.
Retirada essa pedra, o caminho fica livre para a Eletrobras dar seguimento ao processo de privatização, cuja precificação está marcada para quinta-feira (9). A oferta de ações pode chegar a R$ 35 bilhões.
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Eletrobras: assembleia quase foi barrada
No domingo (5), a Associação dos Empregados de Furnas (Asef) entrou com pedido para suspender a assembleia sob o argumento de que a Eletrobras quebrou contrato de debêntures e violou regras sobre prazos.
A juíza do plantão judicial, Isabel Teresa Pinto Coelho Diniz, acolheu o argumento da ação movida pela Asef de que houve "violação do dever de informação aos debenturistas convocados quanto à deliberação de 'waiver' prévio para permitir o aumento do capital na subsidiária Madeira Energia S.A. (Mesa)".
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O aporte foi realizado para evitar aceleração de dívidas da Hidrelétrica de Santo Antônio e a execução de garantias dadas pela Eletrobras, de mais de R$ 8 bilhões.
Nesta segunda-feira, a Eletrobras comunicou que o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) derrubou as liminares e autorizou a realização da assembleia.
De acordo com o Broadcast, a assembleia foi instalada em segunda chamada com um quórum de 50,75% e a permissão para que Furnas realize o aporte por 46,73%. Na primeira chamada, no final de maio, não houve quórum para a instalação da assembleia.
Com informações do Estadão Conteúdo
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Não dá pra saber exatamente quando vai se dar o movimento. O que temos de informação neste momento é que há uma enorme demanda reprimida por Brasil. E essa talvez seja uma informação suficiente.
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