Dólar oferece algum alívio e fecha o dia valendo R$ 5,13. Euro recua 0,68% e vale R$ 5,29; confira o que movimentou o câmbio nesta terça-feira
No dia que antecede a divulgação do IPCA, BC e dirigentes do Fed estiveram no centro das atenções

Depois de iniciar a semana em alta, o dólar registrou desvalorização de 0,68% nesta terça-feira (10) e vale R$ 5,1336. O euro também recuou e vale R$ 5,4080, o que representa desvalorização de 0,68%.
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 5,1659 e mínima de R$ 5,1098. Ao passo que o euro operou no intervalo entre R$ 5,4526 e R$ 5,3865.
O que mexe com o câmbio por aqui
A ata da última reunião do Copom, quando a autoridade monetária optou por dar mais um passo de 1 p.p no aperto monetário, levando a Selic para 12,75% ao ano, foi publicada nesta terça-feira mas foi frustrante na medida em que não trouxe muitas novidades para o que virá por aí.
O que foi possível depreender da ata é que na próxima reunião, nos dias 14 e 15 de junho, o comitê deve optar por mais uma alta na taxa básica de juros. Contudo, dessa vez o ajuste deve ser menor em comparação às recentes elevações de 1 p.p.
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E lá fora
Fora do Brasil, os discursos de dirigentes de sucursais do Fed continuam dominando as atenções dos investidores.
Loretta Mester, dirigente do Fed de Cleveland, disse não ter descartado ainda uma alta de 75 pontos-base na alta dos juros, na contramão do que disse Jerome Powell, presidente do BC americano, ao final da reunião da última quarta-feira (04).
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Além disso, Mester reconheceu que a taxa de desemprego pode ver altas durante o aperto monetário, apesar de entender que o efeito será momentâneo: “O mercado de trabalho está em uma posição em que há muito mais pessoas procurando emprego”, explicou.
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a moedas consideradas seus “pares”, teve uma terça-feira de alta.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
DI1F23 | DI jan/23 | 13,27% | 13,29% |
DI1F25 | DI Jan/25 | 12,30% | 12,43% |
DI1F26 | DI Jan/26 | 12,16% | 12,30% |
DI1F27 | DI Jan/27 | 12,19% | 12,32% |
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Felipe Miranda: Dedo no gatilho
Não dá pra saber exatamente quando vai se dar o movimento. O que temos de informação neste momento é que há uma enorme demanda reprimida por Brasil. E essa talvez seja uma informação suficiente.