iPhone sem bateria? Apple (AAPL34) aperta o cinto, congela contratações e anuncia corte de gastos; ações caem
A desaceleração econômica é o principal motivo para o corte de gastos da companhia; a Apple acompanha o movimento de outras big techs, como a Google e a Netflix

Depois do Google, Meta e Netflix, a Apple (AAPL34) entrou no grupo de big techs que estão apertando o cinto e reduzindo gastos. A fabricante do iPhone anunciou nesta segunda-feira (18) que planeja reduzir as contratações e fazer cortes no quadro de funcionários.
O motivo é comum a todas as outras big techs: uma possível desaceleração econômica tanto nos EUA quanto no cenário mundial, além das incertezas em meio à pandemia, da escalada da inflação — e, consequentemente, dos juros —, além da Guerra na Ucrânia.
A notícia inesperada pegou mal no mercado e as ações da Apple apagaram os ganhos da manhã em NY e seguem perdendo força. No Nasdaq, os papéis AAPL caíram 2,06%, cotados a US$ 147,07.
Os recibos de ações (BDRs) da Apple, negociados na B3 sob o código AAPL34, também acompanharam o movimento. Os papéis registraram queda de 1,39%, sendo negociados a R$ 79,46.
Por fim, a notícia vem uma semana antes do balanço do segundo trimestre da companhia.
Veja também - RECESSÃO é INEVITÁVEL nos EUA? I S&P de mal a pior I Hora de investir em AÇÕES DO EXTERIOR ou BDRs?
A mordida maior na maçã da Apple
O congelamento das contratações e os futuros cortes no quadro de funcionários, entretanto, não deve afetar todas as equipes da empresa, segundo a Bloomberg.
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De acordo com a agência de notícias, apesar do aperto no orçamento, a Apple ainda está planejando um cronograma “agressivo” para o lançamento de produtos em 2023.
A Apple não informou, porém, se a produção será afetada, em larga escala, em razão do corte de custos na companhia.
Big Techs em crise
O cenário macroeconômico e a alta de juros atingiram em cheio as ações das gigantes de tecnologia no primeiro semestre deste ano.
Recentemente, a Meta — dona do Facebook — , a Microsoft e o Twitter também congelaram contratações. A Netflix acompanhou o ritmo e anunciou duas rodadas de demissões, que resultaram no desligamento de 450 pessoas.
Os ventos contrários chegaram à Google, que se viu sem saída e afirmou na última quarta-feira (13) que vai reduzir contratações nos próximos meses; seus esforços ficarão concentrados nas áreas técnicas e de engenharia.
*Com informações de Bloomberg e MarketWatch
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Não dá pra saber exatamente quando vai se dar o movimento. O que temos de informação neste momento é que há uma enorme demanda reprimida por Brasil. E essa talvez seja uma informação suficiente.
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