Inter (INBR31) reverte prejuízo em lucro de R$ 15,5 milhões no segundo trimestre; confira os números
No semestre encerrado em 30 de junho de 2022, o Inter superou a marca de 20 milhões de clientes, o que equivale a 22% de crescimento no período

Frank Sinatra disse, em uma de suas canções mais famosas, que se você consegue ser bem-sucedido em Nova York, também pode obter sucesso em qualquer lugar do mundo. E, em seu primeiro balanço após a migração acionária para a Nasdaq, o Inter (INBR31) mostrou que ainda está testando sua capacidade para grandes feitos em Wall Street.
O banco registrou lucro de R$ 15,5 milhões no segundo trimestre, revertendo um prejuízo de R$ 30,4 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.
Considerando o resultado atribuível aos acionistas, o Inter teve prejuízo de R$ 16,6 milhões ante prejuízo atribuível de R$ 12 milhões no mesmo período do ano anterior.
As receitas líquidas totais cresceram 88%, na mesma base de comparação, e chegaram a R$ 877 milhões.
O lucro por ação no segundo trimestre foi de R$ 0,0371 ante prejuízo por ação de R$ 0,0794 do mesmo período do ano anterior.
Outros números do Inter (INBR31)
No semestre encerrado em 30 de junho de 2022, o Inter superou a marca de 20 milhões de clientes, o que equivale a 22% de crescimento no período.
Leia Também
O saldo das operações de crédito do banco chegou a R$ 19,5 bilhões, variação positiva de 13,4% em relação a 31 de dezembro de 2021.
A carteira de crédito com garantia imobiliária superou R$ 5,6 bilhões, crescimento de 9,8% comparado a dezembro de 2021, quando seu saldo era de R$ 5,1 bilhões.
Já a carteira de crédito pessoal, que inclui as carteiras de crédito consignado e FGTS, chegou a R$ 4,5 bilhões, a carteira de cartão de crédito chegou a R$ 5,9 bilhões, e juntas, totalizaram R$ 10,4 bilhões, totalizando um crescimento de 23,8% na comparação com 31 de dezembro de 2021, quando somavam R$ 8,4 bilhões.
Os ativos totais somaram R$ 40,9 bilhões no semestre encerrado em 30 de junho de 2022, crescimento de 11,7% em comparação a dezembro de 2021.
O patrimônio líquido somou R$ 7,1 bilhões, apresentando uma redução de 18,4% quando comparado a 31 de dezembro de 2021.
Os planos ambiciosos do Inter (INBR31)
O Inter & Co — novo nome do banco digital — ainda está se estabelecendo no novo endereço, mas já tem metas tão grandiosas quanto a Grande Maçã.
A instituição espera que, até o fim do ano, cerca de um milhão de clientes já usufruam de uma conta corrente global — com cartão de débito internacional e possibilidade de fazer transferências para diversos países, tudo dentro do próprio aplicativo que já existe hoje.
E, se você tiver o perfil adequado para dar um passo além na sua vida financeira, poderá também investir diretamente na bolsa americana a partir da conta global.
Veja também - Nubank virou poupança? 3 contas rendeiras que ainda pagam 100% do CDI desde O 1° DIA
“A gente busca não só dar uma solução completa global para o brasileiro. Tem também o americano, o imigrante… A primeira base são os Estados Unidos, que é o coração do mercado e onde o fluxo está, mas em um segundo momento olhamos para a Europa”, afirmou Felipe Bottino, diretor da Inter Invest, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Segundo Bottino, é a partir desses dois grandes centros — EUA e Europa — que o Inter conseguirá se expandir e entrar em qualquer outro país com maior facilidade. “Estamos aqui para o grande desafio mesmo.”
Para bater a meta de um milhão de contas globais até o fim de 2022, o primeiro passo do banco é tentar converter parte dos mais de 20 milhões de clientes brasileiros que hoje já se encontram na base do Inter.
Bottino, no entanto, acredita que em algum momento essa curva vai se inverter. “Nos EUA, não queremos ser só uma plataforma de investimentos. Queremos ser uma plataforma completa, assim como já acontece no Brasil, tendo a parte de shopping, seguros e transferências também”.
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tony Volpon: Buy the dip
Já que o pessimismo virou o consenso, vou aqui argumentar por que de fato uma recessão é ainda improvável (com uma importante qualificação final)
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Agenda econômica: Payroll, balança comercial e PMIs globais marcam a semana de despedida da temporada de balanços
Com o fim de março, a temporada de balanços se despede, e o início de abril chama atenção do mercado brasileiro para o relatório de emprego dos EUA, além do IGP-DI, do IPC-Fipe e de diversos outros indicadores
O e-commerce das brasileiras começou a fraquejar? Mercado Livre ofusca rivais no 4T24, enquanto Americanas, Magazine Luiza e Casas Bahia apanham no digital
O setor de varejo doméstico divulgou resultados mistos no trimestre, com players brasileiros deixando a desejar quando o assunto são as vendas online
Nova York em queda livre: o dado que provoca estrago nas bolsas e faz o dólar valer mais antes das temidas tarifas de Trump
Por aqui, o Ibovespa operou com queda superior a 1% no início da tarde desta sexta-feira (28), enquanto o dólar teve valorização moderada em relação ao real
Nem tudo é verdade: Ibovespa reage a balanços e dados de emprego em dia de PCE nos EUA
O PCE, como é conhecido o índice de gastos com consumo pessoal nos EUA, é o dado de inflação preferido do Fed para pautar sua política monetária
Não existe almoço grátis no mercado financeiro: verdades e mentiras que te contam sobre diversificação
A diversificação é uma arma importante para qualquer investidor: ajuda a diluir os riscos e aumenta as chances de você ter na carteira um ativo vencedor, mas essa estratégia não é gratuita
Após virar pó na bolsa, Dotz (DOTZ3) tem balanço positivo com aposta em outra frente — e CEO quer convencer o mercado de que a virada chegou
Criada em 2000 e com capital aberto desde 2021, empresa que começou com programa de fidelidade vem apostando em produtos financeiros para se levantar, após tombo de 97% no valuation
Tarifas de Trump derrubam montadoras mundo afora — Tesla se dá bem e ações sobem mais de 3%
O presidente norte-americano anunciou taxas de 25% sobre todos os carros importados pelos EUA; entenda os motivos que fazem os papéis de companhias na América do Norte, na Europa e na Ásia recuarem hoje
CEO da Americanas vê mais 5 trimestres de transformação e e-commerce menor, mas sem ‘anabolizantes’; ação AMER3 desaba 25% após balanço
Ao Seu Dinheiro, Leonardo Coelho revelou os planos para tirar a empresa da recuperação e reverter os números do quarto trimestre
Em reviravolta, ações da CVC (CVCB3) deixam a ponta negativa do Ibovespa e chegam a subir 6%. Afinal, o resultado do 4T24 é positivo ou negativo?
A empresa saiu das maiores quedas do Ibovespa para as maiores altas, com o mercado avaliando se os pontos negativos foram maiores do que os positivos; saiba o que fazer com as ações agora
Esporte radical na bolsa: Ibovespa sobe em dia de IPCA-15, relatório do Banco Central e coletiva de Galípolo
Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
Rodolfo Amstalden: Buy the dip, e leve um hedge de brinde
Para o investidor brasileiro, o “buy the dip” não só sustenta uma razão própria como pode funcionar também como instrumento de diversificação, especialmente quando associado às tecnologias de ponta
JBS (JBSS3): Com lucro em expansão e novos dividendos bilionários, CEO ainda vê espaço para mais. É hora de comprar as ações?
Na visão de Gilberto Tomazoni, os resultados de 2024 confirmaram as perspectivas positivas para este ano e a proposta de dupla listagem das ações deve impulsionar a geração de valor aos acionistas