O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,18%, aos 111.889 pontos
Bolsa hoje: Ibovespa sobe mais de 1% mesmo após decepção com PIB americano; dólar cai abaixo de R$ 4,80
RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais começam o dia estendendo os ganhos da sessão anterior. A ata do Fed confirmou as projeções de aumento de 50 pontos-base nos juros dos EUA, o que sustenta o otimismo de hoje, ainda que o PIB tenha decepcionado. Por aqui, o ICMS e os debates envolvendo a privatização da Eletrobras movimentam o Ibovespa.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
- Nasdaq: +2,68%
S&P 500: +1,99%
Dow Jones: +1,61%
O dólar à vista encerrou a sessão em queda de 1,23%, aos R$ 4,7614
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou um reajuste de até 15,5% no valor dos planos individuais e familiares, medida que deve afetar cerca de oito milhões de vidas.
Com isso, a Hapvida (HAPV3), operadora de saúde verticalizada que também gere a Intermédica, sobe forte. A Rede D’Or possui fatias relevantes de participação em operadoras de planos de saúde como a Qualicorp (QUAL3) e a SulAmérica (SULA3).
A aprovação do processo de capitalização da Eletrobras (ELET6) e a busca por ações mais defensivas impulsionaram o setor elétrico nas últimas semanas, mas o hoje o movimento se inverte.
O mercado aguarda atento o lançamento da oferta de ações da estatal que, segundo fontes, deve acontecer nesta quinta-feira (26).
Em um dia de grande apetite por risco, o setor domina as maiores quedas do dia:
CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
ELET3 | Eletrobras ON | R$ 43,47 | -3,23% |
ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 42,28 | -3,07% |
TAEE11 | Taesa units | R$ 40,59 | -2,33% |
CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,74 | -2,49% |
ENGI11 | Engie units | R$ 45,17 | -2,29% |
Com a inflação dos insumos castigando as finanças — e as ações — de construtoras e incorporadoras, muitas empresas do setor têm elevado o valor dos empreendimentos para aliviar a pressão nas margens.
Mas, para aquelas que vendem dentro do Casa Verde e Amarela, a estratégia é limitada pelas regras rígidas do programa governamental. Por isso, as mudanças anunciadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) na última quarta-feira (26) trazem alívio para o segmento.
Veja como operam as principais incorporadoras da B3 nesta quinta-feira.
- Frankfurt: +1,59%
- Londres: +0,56%
- Paris: +1,78%
- Stoxx-600: +0,87%
O Ibovespa segue renovando máximas, ainda de olho na leitura de que o Fed pode se ver obrigado a não subir os juros de forma brusca.
Os investidores locais também aguardam o anúncio da Eletrobras sobre a sua oferta de ações.
As ações da Cielo (CIEL3) são o principal destaque da manhã. Os investidores reagem à mudança de recomendação para os papéis feita pelo JP Morgan.
Na última hora, o Ibovespa vem renovando máximas enquanto o dólar renova mínimas.
Os ativos locais acompanham o apetite por risco visto em Nova York, com os investidores antecipando que o Fed não deva subir tanto os juros após um PIB fraco.
Confira os principais destaques dos primeiros instantes do pregão:
CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,84 | 5,79% |
HAPV3 | Hapvida ON | R$ 6,87 | 2,38% |
EMBR3 | Embraer ON | R$ 12,40 | 2,23% |
CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,90 | 2,15% |
MRVE3 | MRV ON | R$ 9,95 | 1,95% |
Confira também as maiores quedas:
CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
MRFG3 | Marfrig ON | R$ 14,75 | -1,47% |
BPAC11 | BTG Pactual units | R$ 24,32 | -1,46% |
BRFS3 | BRF ON | R$ 14,04 | -1,27% |
VALE3 | Vale ON | R$ 83,26 | -1,23% |
CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,91 | -1,08% |
O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos voltou a decepcionar na segunda leitura do primeiro trimestre, mas os investidores americanos ainda estão olhando para as últimas palavras do Federal Reserve.
A ata da última reunião do Fed, divulgada ontem, mostrou que os dirigentes não irão largar mão de um aperto monetário mais forte para perseguir a inflação. Apesar disso, não houveram sinalizações de que altas de 0,75 ponto percentuais podem ser necessárias, o que animou o mercado.
No Brasil, o Ibovespa tem encontrado dificuldade para seguir uma direção única e oscila desde a abertura. Por aqui, os investidores aguardam o lançamento da oferta de ações bilionária da Eletrobras (ELET6) e a repercussão da aprovação de um teto para o ICMS dos combustíveis.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em leve alta de 0,16%, aos 110.753 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista era negociado em queda de 0,21%, cotado a R$ 4,8123.
A leitura final do PIB dos Estados Unidos indicou uma queda de 1,5% das atividades no primeiro trimestre do ano. A leitura preliminar havia indicado contração de 1,4%.
O resultado foi pior do que as projeções do The Wall Street Journal, que esperava uma queda de 1,3% entre janeiro e março deste ano.
No trimestre, o PCE (a inflação dos EUA) subiu 7%. O indice mensal e anualizado será divulgado nesta sexta-feira (27).
Antes da abertura dos negócios por aqui, confira a coluna de Nilson Marcelo, analista técnico da Vitreo.
Entenda porque ele enxerga uma oportunidade de trade com as ações da Copasa (CSMG3).
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,85% hoje, aos 111.895 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, avança 0,19%, negociado a R$ 4,8299.
As bolsas no exterior tentam emplacar mais um dia de alta após o Federal Reserve confirmar as projeções do mercado para o aperto monetário dos Estados Unidos.
Os investidores agora esperam pelos números do PIB do primeiro trimestre dos EUA.
- Dow Jones futuro: +0,37%
- S&P 500 futuro: +0,32%
- Nasdaq futuro: +0,06%
- Euro Stoxx 50: +0,53%
- Xangai (China): +0,50% (fechado)
- Nikkei (Japão): -0,27% (fechado)
- Petróleo Brent: US$ 111,69 (+0,57%)
- Minério de ferro (Dalian, China): US$ 131,95 (+4,19%)
Bom dia! O amargo remédio contra o avanço da inflação nos Estados Unidos deve vir na dose certa esperada pelos investidores.
Na tarde de ontem (15), o Federal Reserve impulsionou as bolsas pelo mundo ao divulgar a ata da sua mais recente reunião de política monetária.
A publicação aliviou o medo de que o aperto monetário dos EUA fosse mais intenso — uma alta de 75 a 100 pontos base nos juros já estava no radar dos analistas do mercado.
Mas o Fed deixou as asas do falcão de lado por enquanto e anunciou novos aumentos nos juros de 0,50 pontos percentuais.
O alívio veio em boa hora: as bolsas dos Estados Unidos fecharam em alta de mais de 1% na sessão da última quarta-feira.
Sobrou até um pouco de otimismo para o Ibovespa, que fechou praticamente estável aos 110.579 pontos, evitando encerrar mais um pregão no vermelho.
O dólar à vista, por sua vez, reduziu os ganhos a 0,18%, a R$ 4,8209.
Com a agenda mais esvaziada por hoje, o foco do dia vai para a leitura final do PIB do primeiro trimestre dos Estados Unidos.
A publicação preliminar dos dados mostrou uma queda inesperada do produto interno bruto do país e a revisão dos dados pode dar um novo fôlego aos índices nesta quinta-feira (26).
Além disso, permanece no radar o último dia da reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e a participação da vice-presidente do Fed, Lael Brainard, em audiência da Câmara dos Representantes dos EUA.
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Nova York em queda livre: o dado que provoca estrago nas bolsas e faz o dólar valer mais antes das temidas tarifas de Trump
Por aqui, o Ibovespa operou com queda superior a 1% no início da tarde desta sexta-feira (28), enquanto o dólar teve valorização moderada em relação ao real
Nem tudo é verdade: Ibovespa reage a balanços e dados de emprego em dia de PCE nos EUA
O PCE, como é conhecido o índice de gastos com consumo pessoal nos EUA, é o dado de inflação preferido do Fed para pautar sua política monetária
Não existe almoço grátis no mercado financeiro: verdades e mentiras que te contam sobre diversificação
A diversificação é uma arma importante para qualquer investidor: ajuda a diluir os riscos e aumenta as chances de você ter na carteira um ativo vencedor, mas essa estratégia não é gratuita
Tarifas de Trump derrubam montadoras mundo afora — Tesla se dá bem e ações sobem mais de 3%
O presidente norte-americano anunciou taxas de 25% sobre todos os carros importados pelos EUA; entenda os motivos que fazem os papéis de companhias na América do Norte, na Europa e na Ásia recuarem hoje
Esporte radical na bolsa: Ibovespa sobe em dia de IPCA-15, relatório do Banco Central e coletiva de Galípolo
Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
Rodolfo Amstalden: Buy the dip, e leve um hedge de brinde
Para o investidor brasileiro, o “buy the dip” não só sustenta uma razão própria como pode funcionar também como instrumento de diversificação, especialmente quando associado às tecnologias de ponta
Ato falho relevante: Ibovespa tenta manter tom positivo em meio a incertezas com tarifas ‘recíprocas’ de Trump
Na véspera, teor da ata do Copom animou os investidores brasileiros, que fizeram a bolsa subir e o dólar cair
Dólar atinge o menor patamar desde novembro de 2024: veja como buscar lucros com a oscilação da moeda
A recente queda do dólar pode abrir oportunidades estratégicas para investidores atentos; descubra uma forma inteligente de expor seu capital neste momento
É hora de comprar a líder do Ibovespa hoje: Vamos (VAMO3) dispara mais de 17% após dados do 4T24 e banco diz que ação está barata
A companhia apresentou os primeiros resultados trimestrais após a cisão dos negócios de locação e concessionária e apresenta lucro acima das projeções
Sem sinal de leniência: Copom de Galípolo mantém tom duro na ata, anima a bolsa e enfraquece o dólar
Copom reitera compromisso com a convergência da inflação para a meta e adverte que os juros podem ficar mais altos por mais tempo
Felipe Miranda: Dedo no gatilho
Não dá pra saber exatamente quando vai se dar o movimento. O que temos de informação neste momento é que há uma enorme demanda reprimida por Brasil. E essa talvez seja uma informação suficiente.