- Nasdaq: +2,76%
- Dow Jones: +1,34%
- S&P 500: +2,02%
Bolsa hoje: Ibovespa volta a ganhar força com Powell; dólar é negociado abaixo dos R$ 5
RESUMO DO DIA: Os sinais de alívio da covid-19 na China devolveu o apetite de risco dos investidores nesta terça-feira (17). O tom menos agressivo dos representantes do Federal Reserve na tarde de ontem (16) também incentivam uma busca por barganhas nas bolsas hoje. Por aqui, o Ibovespa acompanha os debates envolvendo a PEC 63, que pode gerar gastos de até R$ 7,5 bilhões.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O dólar à vista encerrou o dia em forte queda de 2,15%, a R$ 4,9429
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, voltou a reforçar o seu compromisso com o combate à inflação e “acalmou” o mercado ao voltou a indicar que uma alta de 0,50 ponto percentual deve ser o caminho defendido por grande parte da diretoria do Fed na próxima reunião.
Powell também endereçou uma das principais preocupações recentes – o temor de recessão. Segundo ele, a economia americana conseguirá segurar o aperto monetário. A declaração ajuda os mercados internacionais a sustentarem uma alta expressiva nesta terça-feira.
Com o cenário mais tranquilo desta terça-feira, a bolsa americana amplia os ganhos enquanto aguarda a participação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, em evento.
A expectativa é que Powell, assim como os seus colegas ao longo da última semana, sinalize uma nova alta de 0,50 ponto percentual e tire da mesa a ideia de um ajuste maior.
O dólar à vista vem acelerando o ritmo de queda e já recua mais de 2,4%.
O Magazine Luiza tropeçou na inflação e em um cenário macroeconômico difícil no primeiro trimestre. Os investidores não perdoaram a reversão do lucro em prejuízo no período e as ações MGLU3 levam um tombo nesta terça-feira (17) — figuram entre as maiores baixas do Ibovespa.
Mas nem tudo está perdido para o Magalu. A XP Investimentos, por exemplo, acredita que, apesar do momento mais desafiador para a demanda de bens duráveis, a varejista será favorecida nos próximos trimestres pela aceleração do varejo físico na comparação com 2021.
O dólar à vista segue renovando mínimas na sessão de hoje, acompanhando o fluxo de entrada de invesimentos estrangeiros e o bom desempenho das ações do setor de commodities.
Os números apresentados pela Hapvida (HAPV3) na noite de ontem não animaram o mercado. As ações da operadora de saúde recuam cerca de 17% nesta manhã.
Consolidando pela primeira vez os números da operação da NotreDame Intermédica, a Hapvida teve um prejuízo líquido de R$ 182 milhões no primeiro trimestre do ano, com lucro líquido ajustado de R$ 78,1 milhões, um recuo de 70% frente ao mesmo período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 284,4 milhões, queda de 39,1%. A companhia teve uma despesa líquida de R$ 171,5 milhões, bem superior aos R$ 29,8 registrados um ano antes.
Pressionada pela onda da variante ômicron que atingiu o país no início do ano, a sinistralidade da companhia foi de 72,9%. Segundo a companhia, o indicador seria de 67,1% se excluídos os efeitos do coronavírus, despesas médicas das operadoras recém-adquiridas e o reajuste dos planos individuais.
As ações do Nubank chegaram a subir mais de 10% na primeira hora de negociação na bolsa nesta terça-feira (17), conforme o mercado reage aos resultados da fintech no primeiro trimestre.
Porém, os papéis perderam força na bolsa de Nova York (Nyse) e, por volta das 11h15, operavam em queda de 0,71%, cotados a US$ 4,31.
Na noite de ontem (17), o Nubank reportou redução do prejuízo líquido, que atingiu US$ 45,1 milhões no primeiro trimestre. O resultado representa uma melhoria de 9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Depois de reagirem positivamente à sinalização
Confira as maiores altas do dia:
CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
SOMA3 | Grupo Soma | R$ 12,01 | 5,07% |
BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 16,04 | 3,95% |
LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 26,91 | 3,90% |
ECOR3 | Ecorodovias ON | R$ 6,10 | 3,74% |
PETZ3 | Petz ON | R$ 14,38 | 3,60% |
Confira as maiores quedas:
CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
HAPV3 | Hapvida ON | R$ 7,00 | -10,71% |
GETT11 | Getnet units | R$ 3,49 | -1,13% |
MRFG3 | Marfrig ON | R$ 15,56 | -0,70% |
MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,43 | -0,45% |
UGPA3 | Ultrapar ON | R$ 13,71 | -0,29% |
As preocupações com a economia chinesa segue em primeiro plano entre os investidores,mas os sinais de que uma recuperação está a caminho anima as bolsas hoje.
Xangai, a maior cidade da China, está reabrindo o seu comércio e a retomada impulsionou as cotações do minério de ferro e do petróleo.
O PIB europeu, acima da estimativa também ajuda o bom humor dos mercados, dando uma pausa nas perdas em Nova York.
No Brasil, o Ibovespa acompanha e o dólar volta a ser negociado abaixo da casa dos R$ 5.
A bolsa brasileira segue o otimismo internacional e sobe após a abertura desta terça-feira (17).
O Ibovespa engatou alta de 1,30% após o encerramneto dos leilões de abertura, aos 109.638 pontos.
No mesmo horário, a moeda norte-americana rompeu a barreira dos R$ 5,00 e é negociada a R$ 4,9710, uma queda de 1,78%.
A curva de juros futuro (DIs) amanheceu em queda hoje, seguindo o cenário internacional de alívio com o Federal Reserve.
Os juros de hoje refletem as falas de dirigentes mais contracionistas do Fed de que os juros devem subir de maneira menos intensa.
CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
DI1F23 | DI jan/23 | 13,32% | 13,44% |
DI1F25 | DI Jan/25 | 12,37% | 12,57% |
DI1F26 | DI Jan/26 | 12,18% | 12,38% |
DI1F27 | DI Jan/27 | 12,13% | 12,33% |
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,77%, aos 110.140 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista recuava 0,82%, aos R$ 5,0104.
Antes da abertura dos negócios, leia a coluna de Nilson Marcelo, analista de investimentos da Vitreo, que indica uma oportunidade de swing trade com os papéis da Positivo (POSI3).
Na coluna de ontem, ele indicou Wiz (WIZS3), que atingiu o alvo parcial, gerando um ganho de 2% para os traders.
Os investidores retornam às mesa de operações nesta terça-feira (17) com apetite de risco e em busca de barganhas nas bolsas hoje.
O alívio com a reabertura de Xangai — uma das maiores cidades chinesas — após um surto de covid-19 animou os negócios nas primeiras horas da manhã.
- Dow Jones futuro: +1,33%
- S&P 500 futuro: +1,69%
- Nasdaq futuro: +2,08%
- Euro Stoxx 50: +0,65%
- Xangai (China): +0,65% (fechado)
- Nikkei (Japão): +0,42% (fechado)
A volta do apetite de risco dos investidores tomou conta das bolsas no exterior nesta terça-feira (17).
O alívio da covid-19 na China, bem como a tentativa de recuperação das perdas da última semana, mantém os índices em campo positivo hoje.
Além disso, o alívio também veio dos Estados Unidos, com o “resfriamento” das falas de dirigentes do Federal Reserve, o Banco Central americano, sobre a defesa da alta dos juros.
Jim Bullard e Loretta Mester entendiam que o aperto monetário da próxima reunião deveria ser mais agressivo — hawkish, no jargão do mercado.
Mas ambos recalibraram seus discursos ontem e entendem que um avanço de 50 pontos-base nos juros podem ser suficientes, descartando uma alta de 75 pontos-base por enquanto.
Por aqui, a bolsa local precisa digerir mais um dia de debates em torno do Orçamento.
Uma PEC que prevê o aumento de benefícios para juízes na ativa e aposentados deve captar cerca de R$ 7,5 bilhões das contas públicas — e isso pode agravar ainda mais a greve dos servidores, que conta com a adesão de novas categorias nesta terça-feira.
No pregão da última segunda-feira (16), o Ibovespa fechou o dia em alta de 1,22%, aos 108.232 pontos. Já o dólar à vista encerrou a sessão com um recuo de 0,12%, a R$ 5,0516.
A pressão vem de todos os lados: Trump ordena corte de juros, Powell responde e bolsas seguem ladeira abaixo
O presidente do banco central norte-americano enfrenta o republicano e manda recado aos investidores, mas sangria nas bolsas mundo afora continua e dólar dispara
O combo do mal: dólar dispara mais de 3% com guerra comercial e juros nos EUA no radar
Investidores correm para ativos considerados mais seguros e recaculam as apostas de corte de juros nos EUA neste ano
Carrefour Brasil (CRFB3): controladora oferece prêmio mais alto em tentativa de emplacar o fechamento de capital; ações disparam 10%
Depois de pressão dos minoritários e movimentações importantes nos bastidores, a matriz francesa elevou a oferta. Ações disparam na bolsa
Um café e um pão na chapa na bolsa: Ibovespa tenta continuar escapando de Trump em dia de payroll e Powell
Mercados internacionais continuam reagindo negativamente a Trump; Ibovespa passou incólume ontem
Cardápio das tarifas de Trump: Ibovespa leva vantagem e ações brasileiras se tornam boas opções no menu da bolsa
O mais importante é que, se você ainda não tem ações brasileiras na carteira, esse me parece um momento oportuno para começar a fazer isso
Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) perdem juntas R$ 26 bilhões em valor de mercado e a culpa é de Trump
Enquanto a petroleira sofreu com a forte desvalorização do petróleo no mercado internacional, a mineradora sentiu os efeitos da queda dos preços do minério de ferro
Bitcoin (BTC) em queda — como as tarifas de Trump sacudiram o mercado cripto e o que fazer agora
Após as tarifas do Dia da Liberdade de Donald Trump, o mercado de criptomoedas registrou forte queda, com o bitcoin (BTC) recuando 5,85%, mas grande parte dos ativos digitais conseguiu sustentar valores em suportes relativamente elevados
Obrigado, Trump! Dólar vai à mínima e cai a R$ 5,59 após tarifaço e com recessão dos EUA no horizonte
A moeda norte-americana perdeu força no mundo inteiro nesta quinta-feira (3) à medida que os investidores recalculam rotas após Dia da Libertação
O Dia depois da Libertação: bolsas globais reagem em queda generalizada às tarifas de Trump; nos EUA, Apple tomba mais de 9%
O Dia depois da Libertação não parece estar indo como Trump imaginou: Wall Street reage em queda forte e Ibovespa tem leve alta
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Nova York em queda livre: o dado que provoca estrago nas bolsas e faz o dólar valer mais antes das temidas tarifas de Trump
Por aqui, o Ibovespa operou com queda superior a 1% no início da tarde desta sexta-feira (28), enquanto o dólar teve valorização moderada em relação ao real
Nem tudo é verdade: Ibovespa reage a balanços e dados de emprego em dia de PCE nos EUA
O PCE, como é conhecido o índice de gastos com consumo pessoal nos EUA, é o dado de inflação preferido do Fed para pautar sua política monetária