Ibovespa perde 0,40%, aos 97.881, voltando ao nível de 2021.
Bolsa hoje: Pior em Nova York leva Ibovespa ao campo negativo na reta final do pregão; dólar cai quase 1%
RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam com alta volatilidade antes da divulgação da inflação dos Estados Unidos. O indicador pode aumentar as apostas de que o aperto monetário irá durar mais do que o esperado. Por aqui, o Ibovespa acompanha o segund o dia de votação da PEC dos Benfícios, adiada por um problema técnico.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados globais hoje, além das principais notícias do dia.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,61%, a R$ 5,4058
As bolsas americanas voltaram ao campo negativo após a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, com projeções para a economia americana.
Na leitura do mercado, indicou um cenário próximo ao de estagflação, com a economia crescendo em ritmo mais lento e o avanço da alta dos preços.
Um leilão bem-sucedido dos títulos do Tesouro americano fez com que a curva de juros nos Estados Unidos passasse a operar em tendência de queda. A movimentação também repercutiu na bolsa e os principais índices em Wall Street agora engatam um movimento de alta.
Apesar da pressão gerada pela alta da inflação americana, os principais contratos de DI operam em queda nesta quarta-feira, ainda repercutindo a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sem pagamento obrigatório de emendas do relator.
CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
DI1F23 | DI jan/23 | 13,84% | 13,85% |
DI1F25 | DI Jan/25 | 13,04% | 13,05% |
DI1F26 | DI Jan/26 | 12,89% | 12,93% |
DI1F27 | DI Jan/27 | 12,90% | 12,94% |
- Frankfurt: -1,17%
- Londres: -0,75%
- Paris: -0,73%
- Stoxx-600: -0,94%
A Câmara dos Deputados acaba de retomar a apreciação do texto da PEC dos Combustíveis/Benefícios. A pauta já foi aprovada em primeiro turno e agora os deputados analisam os destaques.
As ações da Ambev (ABEV3) lideram a alta do Ibovespa nesta quarta-feira (13), em celebração a uma visão mais otimista do JP Morgan para os papéis da companhia.
Em relatório divulgado nesta manhã, os analistas revisaram sua postura tradicionalmente cautelosa com a empresa e passaram a recomendar a compra do papel — algo inédito desde o início da cobertura da companhia, em 2018.
O preço-alvo das ações ABEV3 também foi elevado, passando de R$ 15 para R$ 17 em dezembro de 2023 — um potencial de valorização de 23%, se considerado o valor de R$ 13,79 no fechamento de terça-feira (12).
O Ibovespa segue a volatilidade da abertura em Nova York e testa alta nas primeiras horas da manhã. O principal índice da B3 avançava 0,08%, aos 98.831 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista recuava 1,12%, cotado a R$ 5,3769.
Após os dados do CPI de junho dos Estados Unidos, os mercados internacionais azedaram.
Mas… Seria uma reação exagerada? Para o presidente americano, Joe Biden, sim: existem motivos para acreditar que os preços estão “desatualizados.
Quem também concorda com o presidente norte-americano é o fundador da Quantzed, Marcelo Oliveira.
A principal commodity energética do mundo é negociada abaixo dos US$ 100 nesta quarta-feira (13). À excessão de uma queda pontual em abril, esta é a primeira vez desde o final de fevereiro que o petróleo vai abaixo dos US$ 100.
Entenda 3 pontos que levaram a queda das cotações do petróleo.
Após a divulgação de uma inflação derradeira nos Estados Unidos, que registrou a maior alta em mais de 40 anos, os índices em Nova York abrem a sessão desta quarta-feira em queda.
Confira:
- Dow Jones: -1,21% (30.607,78)
- S&P 500: -1,37% (3.766,30)
- Nasdaq: -1,80% (11.062,10)
A Light (LIGT3) nomeou um velho conhecido para ocupar o cargo de CEO da empresa.
Para substituir Raimundo Nonato Alencar de Castro, que deixou a empresa em 30 de junho, a companhia escolheu Octávio Lopes.
O executivo já foi membro do conselho de administração da companhia em 2020 e deve assumir a cadeira a partir de agosto.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em queda de 0,55%, aos 97.733 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista é negociado em desvalorização de 0,25%, cotado a R$ 5,4237.
Os índices no exterior passaram a registrar fortes quedas após a divulgação do CPI dos Estados Unidos.
A inflação por lá registrou a maior alta desde 1981, acumulando avanço de 9,1% em 12 meses.
Confira:
- Dow Jones futuro: -1,05%
- S&P 500 futuro: -1,46%
- Nasdaq futuro: -2,12%
- Euro Stoxx 50: -1,97%
- Xangai (China): +0,09% (fechado)
- Nikkei (Japão): +0,54% (fechado)
- Petróleo Brent: US$ 98,88 (-0,70%)
- Minério de ferro (Dalian, China): US$ 108,92 (+1,53%)
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos acaba de ser divulgado.
A leitura do mês de junho aponta que o CPI dos EUA subiu 1,3% em relação ao mês passado, acima das projeções de alta de 1,1%.
Na base de comparação com os últimos 12 meses, a inflação dos EUA avançou 9,1%, acima das expectativas de alta de 8,8%.
Esse é o maior índice em 12 meses para o CPI desde novembro de 1981.
Ainda na base anual, o Núcleo de preços do CPI registrou alta de 5,9%, também acima das projeçoes de 5,7%.
O índice de preços encontra-se em seus níveis mais elevados em quatro décadas.
O Ibovespa futuro abriu próximo da estabilidade, em leve queda de 0,02%, aos 99.650 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda de 0,27%, cotado a R$ 5,4243.
O nosso colunista Nilson Marcelo identificou uma oportunidade de swing trade na B3 hoje: lucros de mais de 6% em swing trade com a Eletrobras (ELET6).
As bolsas internacionais operam sem uma única direção na manhã desta quarta-feira.
Os investidores aguardam os dados de inflação dos Estados Unidos e tentam reverter as perdas dos últimos dias.
O próprio governo americano espera que o CPI (sigla para índice de preços ao consumidor em inglês) cresça com mais intensidade em junho, o que piorou o sentimento geral dos investidores.
Confira aqui:
- Dow Jones futuro: +0,15%
- S&P 500 futuro: +0,18%
- Nasdaq futuro: +0,26%
- Euro Stoxx 50: -0,78%
- Xangai (China): +0,09% (fechado)
- Nikkei (Japão): +0,54% (fechado)
- Petróleo Brent: US$ 100,25 (+0,73%)
- Minério de ferro (Dalian, China): US$ 108,92 (+1,53%)
Bom dia! Os temores relacionados à alta da inflação nos Estados Unidos predominam o humor dos investidores em bolsa nesta semana.
E o medo costuma ser mau conselheiro. As bolsas de valores estrangeiras iniciam hoje mais um dia em queda.
Na Europa, os mercados de ações amanheceram no vermelho.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York oscilam perto da estabilidade enquanto os investidores ajustam suas posições antes da divulgação do índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI).
A expectativa é de que a leitura da inflação nos Estados Unidos passe de 8,6% de maio para 8,8%, segundo estimativas da Dow Jones.
O índice de preços encontra-se em seus níveis mais elevados em quatro décadas.
“O medo de uma recessão predomina novamente”, disse Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank.
Segundo ele, os temores se justificam pelos aumentos agressivos das taxas de juro pelos bancos centrais, pela alta dos casos de covid-19 na China e pela perspectiva de a Rússia manter a Europa sem gás por mais tempo que o previsto.
Por falar nisso, o risco de recessão associado à manutenção programada do gasoduto Nord Stream 1 mantém o euro próximo da paridade com o dólar, uma situação que não se via desde dezembro de 2002.
Quem escapou da sangria dos mercados nesta quarta-feira (13) foram as bolsas da Ásia e Pacífico.
Os números da exportação chinesa cresceram em um ritmo anualizado de 17,9%, muito acima das projeções de 12%, dando fôlego aos negócios.
Viajando para terras brasileiras, o Ibovespa terminou o pregão da última terça-feira (12) com ganho de 0,06%, aos 98.271 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, subiu 1,27%, cotado em R$ 5,4391 — maior valor de fechamento desde 26 de janeiro.
Confira o que movimenta o dia das bolsas, do dólar e do Ibovespa hoje.
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