XP adquire participação na Giant Steps e mira no mercado de fundos quantitativos no Brasil
No Brasil, atualmente, os fundos quantitativos são menos de 2% do total de patrimônio em fundos

Duas gigantes resolveram se unir para aumentar a oferta de fundos quantitativos no mercado brasileiro. A XP Inc., maior empresa de investimentos do Brasil, anunciou a aquisição de uma participação minoritária na Giant Steps, maior gestora de fundos de investimento sistemáticos do país.
Fundos quantitativos ou sistemáticos utilizam modelos matemáticos que analisam e programam estratégias por meio de Inteligência Artificial (IA). O time da Giant Steps conta com matemáticos, engenheiros e programadores para aumentar a rentabilidade dos investimentos.
E é um mercado em expansão. Atualmente, 8 das 10 maiores gestoras do mundo são quantitativas, e este tipo de estratégia representa mais de 30% do total de gestão nos Estados Unidos. No Brasil, atualmente, este tipo de estratégia representa menos de 2% do total de patrimônio em fundos. “Com cerca de R$ 7 bilhões sob gestão, a Giant Steps é a principal referência num dos mercados com maior potencial de crescimento do setor financeiro”, afirma a corretora.
De acordo com as empresas, a entrada da XP na sociedade acelerar o projeto da Giant de se tornar a “Renaissance brasileira”, uma corretora tida como modelo para esse segmento.
“Vamos acelerar ainda mais nossos investimentos nas frentes que acreditamos ser as maiores fontes de vantagem competitiva: pessoas, ampliação da infraestrutura tecnológica e aquisição/desenvolvimento de dados alternativos (que vão desde análise de sentimento no Twitter até processamento de imagens e vídeos)”, afirmou Flavio Terni, um dos sócios fundadores da Giant Steps, em comunicado à imprensa.
O principal fundo da casa, o Giant Zarathustra, registra desde 2012 um retorno absoluto de 290% contra 110% do CDI, o indicador de referência. Além disso, a empresa deve lançar um fundo de ações baseado em dados alternativos e um fundo de criptoativos, o primeiro do mercado brasileiro que terá o Bitcoin (BTC) como benchmark, ainda neste semestre.
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Ainda segundo o comunicado, a governança e a independência das companhias seguem inalteradas.
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