Onde investir em 2021: bitcoin está nas alturas, mas entusiastas veem espaço para mais
A crise veio e passou muito rápido pelo mercado de criptoativos, com um retorno exponencial no ano de 2020. Os especialistas acreditam que ainda há espaço para mais, mas você não deve entrar nessa com objetivos de curto prazo.

Tenho para mim que a maçã irresistível do Jardim do Éden na verdade era uma goiaba. Sou uma pessoa que não se rende fácil às compras por impulso, mas todas as vezes que vou ao mercado e cruzo com uma leva fresquinha de goiabas fico enlouquecida pelo cheiro.
Eu até tento ignorar, mas sigo meu caminho pelos corredores pensando nela. Em 90% das vezes, a compra por impulso resulta em decepção pois o cheiro se mostra muito melhor que a fruta.
No caso de muitos investidores — alguns iniciantes, outros nem tanto — a tentação irresistível é a rentabilidade passada. E nada é capaz de seduzir mais do que a rentabilidade de três dígitos atingida pelo mercado de criptomoedas em 2020.
Veja você, só o bitcoin teve uma alta superior a 400% em reais e vem em um rali frenético nas últimas semanas. Uma valorização que não só fez a moeda alcançar o topo histórico de US$ 20 mil (antes registrado em 2017), como também dobrar esse valor, ultrapassando a marca dos US$ 40 mil.
Mas os criptoativos não passaram por 2020 sem sentir o baque do coronavírus. A crise de liquidez de março levou o bitcoin ao patamar dos US$ 3 mil, mas a recuperação foi muito mais rápida do que no mercado tradicional, e já se vê o fundo do poço de mundo longe.
Neste momento de euforia, muitos investidores seguem o “cheiro” irresistível da rentabilidade e vão atrás de uma fatia desse bolo. Acontece que muitos dão de cara com a alta volatilidade da classe e são pegos de surpresa por perdas que, no curtíssimo prazo, são tão grandes quanto os ganhos “prometidos”.
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Este texto faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir em 2021. Eis a lista completa:
- Bolsa
- Dólar e ouro
- Renda fixa
- Imóveis
- Fundos imobiliários
- Criptomoedas (você está aqui)
Para essa matéria contribuíram Valter Police (Planejador financeiro da Fiduc), Daniel Coquieri (COO da BitcoinTrade), CZ (CEO da Binance), Beibei Liu (CEO da Novadax), João Marco Braga da Cunha (gestor de portfólio da Hashdex) e Glauco Bronz Cavalcanti (sócio-fundador da BLP Asset)
Devagar com o andor
Embora todos acreditem que depois de um 2020 incrível o que está por vir é ainda melhor, nenhum especialista com quem conversei endossa que essa seja uma classe de investimentos para ganhar dinheiro no curto prazo.
Quer dizer, você pode até tentar, mas "é quase como apostar na loteria”. As perspectivas promissoras para 2021 e para os próximos anos levam em conta o longo prazo, não a alta alucinante dos últimos meses.

“Você está projetando para o futuro algo que aconteceu no passado. Não funciona desse jeito, ou as coisas seriam muito fáceis”, alerta logo de cara Valter Police, planejador financeiro (CFP) da Fiduc, que faz a gestão de investimentos e finanças pessoais. E esse é um recado que ele anda dando bastante por aí, já que o buzz sempre leva cada vez mais pessoas a buscarem informações.
Gestores, especialistas e planejadores financeiros são categóricos: não existe essa de querer encontrar a receita que vai te fazer milionário da noite para o dia. E nada de sair apostando todas as suas fichas em um cavalo só.
A estratégia para um investimento inteligente é uma carteira diversificada, que, entre outras coisas, deve ter criptomoedas, o temperinho extra, com uma alocação que não ultrapasse os 10% — sendo que esse limite é recomendado apenas para aqueles investidores mais arrojados.
João Marco Cunha, gestor de portfólio da Hashdex, comenta que uma correção de preço precisa estar no radar dos investidores. Daniel Coquieri, COO e fundador da exchange BitcoinTrade, também lembra que essa euforia não é o que se viu ao longo do ano, já que o mercado vem demonstrando um crescimento sustentável e consistente.
“Nenhum ativo sobe para sempre e ter essa volatilidade é natural. O mercado ainda não sabe qual o novo topo ou quando existirá esse momento de liquidação ou realização de lucros, mas uma hora ele virá” — Daniel Coquieri, BitcoinTrade
Se você está em busca de um investimento com objetivos de longo prazo e alocar uma parcela pequena do seu patrimônio que pode te render um retorno invejável, esse pode ser o investimento certo.
Os especialistas esperam uma consolidação e crescimento do mercado de criptomoedas, que, segundo eles, está só começando. O ecossistema avançou, mas ainda tem muito para andar. Não é tarde para entrar, mesmo que o bitcoin esteja batendo na casa dos US$ 40 mil...
Foguete sem freio
Embora ainda seja só uma fatia muito minúscula do mercado financeiro, o novo boom dos investimentos em criptomoedas fez o valor de mercado da categoria ultrapassar a casa do US$ 1 trilhão, e a expectativa é que essa cifra siga crescendo nos próximos meses e anos.
Mas, de onde veio todo esse dinheiro, justamente em um ano de crise?
Pode parecer contraditório, mas foi justamente a crise que deu um gás extra para os criptoativos, principalmente o bitcoin, que passou a ser visto por muitos como uma espécie de "ouro digital", uma reserva de valor como o famoso metal dourado e o dólar.
Segundo Glauco Bronz Cavalcanti, sócio-fundador da BLP Asset, o cenário que tivemos em 2020 é muito semelhante ao visto durante o momento de criação do bitcoin: a crise de 2008, quando os governos emitiram moedas fiduciárias aos montes. Prática que aumenta o medo da desvalorização dessas divisas e o crescimento da inflação.
Enquanto o balanço do Federal Reserve e de outros bancos centrais pelo mundo só cresce, o bitcoin passou por um evento de redução de sua emissão, chamado de halving.
As moedas digitais são descentralizadas, sem um governo ditando as regras e todas as suas operações dependem da validação da blockchain — uma sequência de "blocos" que comprovam origem, destino e movimentação dos criptoativos. Você pode entender melhor como essas moedas digitais funcionam clicando aqui.
Mais escasso, de fácil armazenamento e com uma operação simples para transferência, o bitcoin enfim atraiu a atenção dos grandes investidores institucionais. Com grande parte do potencial de investimento do mundo nas mãos, uma pequena fatia do dinheiro que eles possuem disponível é capaz de revolucionar e expandir o mercado de criptomoedas.
Só para citar alguns nomes, no ano passado tivemos mega investidores como Paul Tudor Jones, Stan Druckenmiller, Bill Miller, entre outros, admitindo investir em bitcoin e outros criptoativos. Até mesmo Ray Dalio afirmou que o BTC é uma alternativa ‘interessante’ ao ouro.
Todo mundo quer uma fatia
As moedas digitais ainda parecem longe de conquistar Warren Buffett, mas conquistaram empresas como a MicroStrategy, a Square e até grandes seguradoras nos Estados Unidos, que passaram a ter parte das suas reservas nesses ativos.
Coquieri ressalta que embora essas mudanças tenham sido implementadas em 2020, elas não aconteceram da noite para o dia. Tudo isso é fruto de um processo que já dura anos. A expectativa é de que esse fluxo siga aumentando.
A regulamentação poderia ter andado mais rápido, mas tinha uma pandemia no meio do caminho. No Brasil, o projeto que trâmita na Câmara ficou parado. Ainda assim, houve avanços relevantes no cenário global, o que traz um profissionalismo e uma confiança muito maior aos ativos, que, vale lembrar, ainda são muito novos, com apenas 11 anos de “vida”.
Cunha, da Hashdex, afirma que as projeções lá no começo de 2020 eram positivas, mas ninguém poderia imaginar que as coisas aconteceriam nessa velocidade. Para suportar esse crescimento, a tecnologia de custódia desses criptoativos, ou seja, do armazenamento, teve que acompanhar. Nos EUA, os próprios bancos foram autorizados a oferecer esse serviço.
E o mercado financeiro tradicional passa a olhar com mais cuidado para eles. O gigante J.P. Morgan acredita que a moeda pode ultrapassar a casa dos US$ 140 mil e a Visa monitora projetos que utilizam blockchain.
O PayPal saiu na frente e passou a permitir transações utilizando bitcoins, o que amplia a base de usuários em muitos milhões. Os especialistas encaram essa medida como um degrau importante na busca da popularização e da naturalização das transações digitais.
“Uma bolha sobe, estoura e não volta. Aqui não tivemos um movimento assim. As pessoas falam de bolha, mas me arrisco a dizer que na realidade é uma profecia auto realizada. A maturação do mercado traz esse ciclo positivo” — Glauco Cavalcanti, BLP Asset
O que vem por aí?
O dinheiro institucional que chega não só faz o mercado crescer, como aumenta a confiança no segmento. Além disso, por se tratar de estratégias de mais longo prazo, a tendência é que a volatilidade dos principais ativos diminua com o tempo. O oferecimento de novos produtos como o Hashdex Nasdaq Crypto Index ETF, o primeiro fundo de índice de cripto do mundo, fortalecem o amadurecimento do mercado.
O Ethereum é um ativo muito importante para o desenvolvimento da maior parte das tecnologias em andamento. Isso porque um segmento que teve grande crescimento no ano passado — passando de US$ 700 milhões para US$ 15 bilhões — foi o de DeFis, as finanças descentralizadas.
Em linhas gerais, são protocolos que tentam resolver problemas do mercado financeiro eliminando os intermediadores como um banco ou uma bolsa de valores, por exemplo. Hoje já é possível até mesmo "empréstimos" de protocolos cujo rendimento retorna acrescido de juros. E em 2020 e pelos próximos anos essa rede passa por uma atualização para ganho de escalabilidade.
Aqui, tecnologia e investimento têm tudo a ver
Com refinamento da tecnologia, a rede fica mais rápida, mais segura e traz novas soluções financeiras. Os especialistas com quem conversei mencionaram diversas vezes que estamos em um momento em que esse desenvolvimento chega a ser mais importante que o próprio preço, já que ele garante que esse é o futuro e que esses ativos devem se valorizar de forma relevante no longo prazo.
Tanto é que ninguém quis arriscar “chutar” um valor para o bitcoin ao fim de 2021, mas todos disseram que ele certamente será maior do que o que vimos no dia 31 de dezembro de 2020. A única exceção foi a CEO da Novadax, Beibei Liu, que disse que "não ficaria surpresa" se a moeda chegasse aos US$ 50 mil.
O gestor da BLP Asset gosta de fazer uma comparação com o início da internet. Essa é uma analogia que já ouvi diversas vezes nesse período que acompanho o mercado, de diferentes especialistas.
Para ele, as pessoas sempre souberam que os sites e a internet eram a tecnologia do futuro e mesmo assim demoraram para começar a investir e acreditar nisso. A prova é que ações de empresas como Amazon e Apple só chegaram ao topo recentemente, depois de mais de 20 anos de presença forte no mercado.
Cavalcanti ressalta que, embora seja procurado por cada vez mais fundos e investidores, é difícil para a maioria das pessoas compreenderem o potencial transformador desses ativos, mesmo aqueles que são especialistas em finanças e computação.
2021 também promete trazer mudanças nas questões regulatórias. João Cunha, da Hasdex, pontua que o novo presidente da SEC, que corresponde à CVM americana, é mais favorável ao universo das criptomoedas, o que renova as esperanças de que um ETF de cripto seja aprovado no país. Com um regulador mais favorável, a expectativa é que o acesso seja facilitado, popularizando esses ativos.
Onde e como investir
Atualmente você pode investir em criptomoedas diretamente nos ativos, via exchanges, ou em fundos com exposição à criptoativos.
O gestor da Hashdex e o da BLP Asset recomendam que a sua entrada nesses ativos não seja feita de uma só vez. O ideal é que você espalhe os seus aportes durante um período mais alongado de tempo, fazendo um preço médio e aproveitando oportunidades pontuais.
Que criptomoeda escolher?
O bitcoin pode ser a ‘irmã’ mais famosa e a que ainda concentra a maior confiança dos especialistas, mas existem outras opções. Todos os dias, novos sistemas, protocolos e projetos surgem. Alguns com vidas longas e outras nem tanto.
A maturação do mercado começa pelo Bitcoin e Ethereum, as moedas mais estabelecidas, mas isso deve mudar com o aumento da liquidez. Como mencionei, os protocolos DeFis estão entre os ativos que mais se valorizaram em 2020. No entanto, pode ser mais difícil para um investidor sem profundo conhecimento tecnológico identificar as boas opções disponíveis.
Quando falamos em ativos diretos, Bitcoin e Ethereum aparecem entre as preferências dos especialistas consultados pelo Seu Dinheiro. O COO da BitcoinTrade também destaca alguns protocolos DeFis que devem seguir se valorizando e crescendo, como MakerDAO, Waves e Compound.
Cunha, da Hashdex lembra que, quanto menor a moeda, o potencial de ganhos expressivos até pode ser maior, mas o risco também — afinal “não existe almoço grátis”. Por isso, recomenda que o investidor tenha uma posição balanceada, se expondo ao mercado como um todo ao invés de ficar fazendo apostas pontuais em um ou outro ativo.
O planejador financeiro Valter Police segue a mesma linha e diz que, por se tratar de um investimento tão novo, volátil e de alta complexidade técnica para a manutenção de uma carteira diversificada, ele sugere sempre que a entrada seja feita via fundos, onde gestores ficam responsáveis pela seleção e manutenção dessa carteira.
Police comenta que os investimentos diretos podem ser feitos a partir de R$ 50, mas, dependendo do tempo do investimento, esse valor não paga nem mesmo as taxas para operação e transferência. Fundos possuem restrições maiores de liquidez e movimentação, mas a escolha da forma como investir vai sempre depender das restrições e objetivos de cada investidor.
Atualmente, no Brasil, existem onze fundos ativos no mercado, da QR Asset Management, BLP Asset, Hashdex e Vitreo, voltados tanto para o varejo quanto aos investidores qualificados.
Se você tem dúvidas de como escolher a melhor corretora ou de como abrir uma conta, o Seu Dinheiro tem um guia completo que pode te ajudar a dar o pontapé inicial na sua jornada no mundo cripto.
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