Privatização da Corsan, com IPO na B3, terá assessoria do BNDES
Primeiro serviço prestado pelo banco deve ser o de fornecer metodologia para seleção das instituições financeiras que coordenarão a abertura de capital

A privatização da Corsan, estatal de saneamento do Rio Grande do Sul, terá assessoria do BNDES. A empresa informou nesta terça-feira (28) que firmou contrato com o banco de desenvolvimento.
O BNDES será assessor direto do acionista controlador, acompanhando todas as etapas necessárias para a execução do processo de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e apoiando as tomadas de decisão.
O primeiro serviço prestado pelo banco deve ser o de fornecer metodologia e critérios técnicos para seleção das instituições financeiras que coordenarão o IPO. A companhia diz que pretende designar o coordenador líder e demais subscritores da oferta nas próximas semanas.
"O BNDES tem tido papel de referência e de liderança no setor de saneamento, tendo conduzido e estruturado importantes e bem-sucedidas operações de concessão à iniciativa privada, que movimentarão dezenas de bilhões de reais em investimentos no Brasil", disse a Corsan em comunicado.
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IPO da Corsan em fevereiro de 2022
A Corsan disse que trabalha com o objetivo de concluir o seu IPO na primeira semana de fevereiro de 2022. Após a oferta, o Estado do Rio Grande do Sul indica que restará com participação de cerca de 30% no capital. Com isso, o controle acionário ficará com os agentes privados.
A empresa planeja levantar R$ 1 bilhão em uma oferta primária. Os recursos serão destinados principalmente a obras e investimentos para universalização da coleta e do tratamento de esgoto no Rio Grande do Sul.
No último release de resultados, do segundo trimestre, a Corsan comentou que a oferta de ações capitalizará a companhia "para otimizar o patrimônio do Estado, e garantirá a execução de plano de investimentos" da empresa.
"Considerando as características da Corsan, temos convicção de que esse é o melhor modelo a ser adotado a fim de viabilizar os investimentos requeridos pelo Novo Marco do Saneamento Básico, para universalização dos serviços de água e esgoto”, disse Roberto Barbuti, diretor-presidente da empresa.
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