Prévia do resultado do Inter promete o melhor 1º tri da história do banco
A prévia do resultado do Banco Inter veio para animar os investidores. Em relação ao ano passado, todos indicadores aumentaram mais de 100%

O Banco Inter (BIDI11) divulgou a prévia dos seus resultados para o primeiro trimestre deste ano. Logo de cara, é impossível ignorar, em letras garrafais, a frase: “Melhor 1º trimestre da história do Inter, com crescimento em todas as avenidas”.
Antes dos resultados de fato, vale ressaltar: a prévia foi ouvida como uma canção dos anjos pelo mercado e fez as ações do banco dispararem 8,08%, fechando o dia cotadas a R$ 188,97.
O banco fechou o trimestre com 10,2 milhões de clientes, uma alta de 106% em relação ao primeiro trimestre de 2020. O número de contas digitais saltou 1,8 milhão, crescimento de 98,3% na comparação anual.
O saldo médio em conta dos clientes também teve um aumento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, passando para R$ 1,3 mil. O número de correntistas com saldo em conta saltou 119% em relação ao mesmo trimestre de 2020, para 5,4 milhões. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o aumento foi de pouco mais de 17%.
Vale lembrar que esta é uma previa dos resultados, que podem ser auditados e alterados mais para frente, de acordo com o comunicado do Inter ao mercado.
Crédito
Também houve crescimento na área de originação de crédito para os clientes do Banco Inter. A totalidade dessa operação viu um crescimento de 173% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 3,7 bilhões. Na comparação entre o quarto tri de 2020 e o primeiro trimestre deste ano, o salto foi mais modesto, de 2,6%.
Leia Também
O crédito imobiliário atingiu R$ 716 milhões, alta de 118% na comparação anual, com destaque para o financiamento imobiliário, que viu um crescimento de 188% no período. Já o crédito consignado avançou 246%, na mesma base de comparação, para R$ 1,3 bilhão.
Shopping Inter
A expansão do Inter Shop, serviço de shoppings nos EUA do banco, viu um crescimento de 1.648% no seu volume total de vendas (GMV) em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o volume passou de R$ 632,4 milhões para R$ 675,8 milhões, um aumento de 6,86%.
Foram 361 mil novos clientes no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 178% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, chegando a 1,7 milhão de clientes ativos, sendo que 67% foram clientes recorrentes.
Investimentos e seguros
A Inter também viu a base de clientes que investem pelo aplicativo do banco ganhar 300 mil novos investidores no Inter Invest. O 1,5 milhão de investidores representam cerca de 15% de toda a base de correntistas, sendo que 35% deles têm mais de um produto de investimento.
Por fim, o segmento de seguros viu um crescimento de 103,9 mil para 147,9 mil clientes do quarto trimestre de 2020 para o primeiro trimestre de 2021. Na comparação anual, o aumento foi de 345,9%. De acordo com as perspectivas do Banco Inter, a meta é lançar planos de saúde e seguro celular, além dos já existentes 16 outros serviços de seguro 100% digitais.
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Tarifas de Trump levam caos a Nova York: no mercado futuro, Dow Jones perde mais de 1 mil pontos, S&P 500 cai mais de 3% e Nasdaq recua 4,5%; ouro dispara
Nas negociações regulares, as principais índices de Wall Street terminaram o dia com ganhos na expectativa de que o presidente norte-americano anunciasse um plano mais brando de tarifas
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
Cogna (COGN3) mostra ao investidor que terminou o dever de casa, retoma dividendos e passa a operar sem guidance
Em meio à pandemia, em 2020, empresa anunciou guidances audaciosos para 2024 – que o mercado não comprou muito bem. Agora, chegam os resultados
Lucro do Banco Master, alvo de compra do BRB, dobra e passa de R$ 1 bilhão em 2024
O banco de Daniel Vorcaro divulgou os resultados após o término do prazo oficial para a apresentação de balanços e em meio a um negócio polêmico com o BRB
Brasil não aguarda tarifas de Trump de braços cruzados: o último passo do Congresso antes do Dia da Libertação dos EUA
Enquanto o Ibovespa andou com as próprias pernas, o Congresso preparava um projeto de lei para se defender de tarifas recíprocas
Natura &Co é avaliada em mais de R$ 15 bilhões, em mais um passo no processo de reestruturação — ações caem 27% no ano
No processo de simplificação corporativa após massacre na bolsa, Natura &Co divulgou a avaliação do patrimônio líquido da empresa
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Banco Master: Compra é ‘operação resgate’? CDBs serão honrados? BC vai barrar? CEO do BRB responde principais dúvidas do mercado
O CEO do BRB, Paulo Henrique Costa, nega pressão política pela compra do Master e endereça principais dúvidas do mercado
Em busca de proteção: Ibovespa tenta aproveitar melhora das bolsas internacionais na véspera do ‘Dia D’ de Donald Trump
Depois de terminar março entre os melhores investimentos do mês, Ibovespa se prepara para nova rodada da guerra comercial de Trump
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Trump Media estreia na NYSE Texas, mas nova bolsa ainda deve enfrentar desafios para se consolidar no estado
Analistas da Bloomberg veem o movimento da empresa de mídia de Donald Trump mais como simbólico do que prático, já que ela vai seguir com sua listagem primária na Nasdaq
Ainda dá para ganhar com as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11)? Não o suficiente para animar o JP Morgan
O banco norte-americano rebaixou a recomendação para os papéis BBAS3 e BPAC11, de “outperform” (equivalente à compra) para a atual classificação neutra
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Agenda econômica: Payroll, balança comercial e PMIs globais marcam a semana de despedida da temporada de balanços
Com o fim de março, a temporada de balanços se despede, e o início de abril chama atenção do mercado brasileiro para o relatório de emprego dos EUA, além do IGP-DI, do IPC-Fipe e de diversos outros indicadores
Impasse no setor bancário: Banco Central deve barrar compra do Banco Master pelo BRB
Negócio avaliado em R$ 2 bilhões é visto como ‘salvação’ do Banco Master. Ativos problemáticos, no entanto, são entraves para a venda.
Nubank (ROXO34): Safra aponta alta da inadimplência no roxinho neste ano; entenda o que pode estar por trás disso
Uma possível explicação, segundo o Safra, é uma nova regra do Banco Central que entrou em vigor em 1º de janeiro deste ano.
Banco de Brasília (BRB) acerta a compra do Banco Master em negócio avaliado em R$ 2 bilhões
Se o valor for confirmado, essa é uma das maiores aquisições dos últimos tempos no Brasil; a compra deve ser formalizada nos próximos dias
O e-commerce das brasileiras começou a fraquejar? Mercado Livre ofusca rivais no 4T24, enquanto Americanas, Magazine Luiza e Casas Bahia apanham no digital
O setor de varejo doméstico divulgou resultados mistos no trimestre, com players brasileiros deixando a desejar quando o assunto são as vendas online