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Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Incertezas na pista

Durante audiência de Silva e Luna na Câmara, ações da Petrobras aprofundam queda e recuam mais de 1%

O presidente da empresa foi convidado a falar pelo presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL)

Renan Sousa
Renan Sousa
14 de setembro de 2021
12:08 - atualizado às 19:10
Joaquim silva e Luna, presidente da Petrobras
Durante audiência na Câmara dos Deputados, o presidente da Petrobras, as ações da estatal caem mais de 1% - Imagem: Alexandre Marchetti/Itaipu

Os ADRs da Petrobras na bolsa de Nova York já davam um mau sinal para o pregão desta terça-feira (14). Após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), convocar o presidente da estatal, o general Joaquim Silva e Luna, para uma sessão na Casa, os papéis da empresa registraram queda no after market.

Os recibos das ações da petroleira na bolsa americana mergulharam mais de 2% na sessão estendida. Depois de certa oscilação, o papel encerrou o pregão extra de segunda-feira em US$ 10,19, baixa de 1,16%.

No pregão de hoje da bolsa brasileira, os papéis da estatal acompanharam o movimento visto ontem no exterior e registram queda de mais de 1% durante a participação de Silva e Luna na audiência, e terminaram o pregão da seguinte forma:

TickerNomeVariação (%)Preço
PETR3Petrobras ON-0,74%R$ 26,68
PETR4Petrobras PN-1,33% R$ 25,88

Histórico

No início da noite de ontem (13), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), usou sua conta no Twitter para questionar a política de preços da estatal. De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina no país já passa de R$ 7 por litro. 

O posicionamento de Lira vem na sequência de ataques feitos à política de preços da Petrobras — realizados da oposição a membros do governo, incluindo o presidente Jair Bolsonaro — diante da alta da inflação.

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“Forte estrutura de governança corporativa”

Para o general Joaquim Silva e Luna, a empresa continua a ser importante e supera a produção de 2 milhões de barris de óleo por dia. "É uma empresa muito, mas muito bem controlada", afirmou durante debate sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa no plenário da Câmara dos Deputados.

Inicialmente, Silva e Luna deveria ter sido ouvido pela comissão de Minas Energia, mas o evento foi transferido ao plenário para que todos os deputados pudessem participar.

O presidente da estatal afirmou que a Petrobras tem forte estrutura de governança corporativa. "É uma empresa forte, e faz investimentos selecionados, além de ter forte governança, evitando qualquer desvio de seu foco, naquilo que faz de melhor."

Ele afirmou que a empresa contribui para o Brasil, principalmente nestes tempos desafiadores, e salientou que, em dois anos, a estatal pagou R$ 546 bilhões em tributos.

A tal política de preços

"Quando há flutuação dos preços, não quer dizer que a Petrobras teve alguma atuação sobre o preço", afirmou o presidente da estatal. Segundo ele, a parte que corresponde à estatal é de aproximadamente R$ 2, considerando um preço de R$ 6. "O que impacta é o ICMS e outros impostos federais, como PIS e Cofins", comentou.

Entretanto, a declaração não é verdadeira, tendo em vista que o montante dos impostos estaduais não se alterou durante a alta nos preços do petróleo.

No governo Michel Temer, a Petrobras alterou a sua política de preços de combustíveis para seguir a paridade com o mercado internacional. Ou seja, os preços de venda dos combustíveis praticados pela estatal passaram a seguir o valor do petróleo no mercado internacional e a variação cambial. Dessa forma, uma cotação mais elevada da commodity e uma desvalorização do real têm potencial para contribuir com uma alta de preços no Brasil.

A formação do preço dos combustíveis é composta pelo preço cobrado pela Petrobras nas refinarias (a maior margem), mais tributos federais (PIS/Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda. Há ainda o custo do etanol anidro na gasolina, e o diesel tem a incidência do biodiesel.

Os preços cobrados nas bombas viraram motivo de embate entre o presidente e os governadores. Bolsonaro tem cobrado publicamente que os estados reduzam o ICMS, imposto estadual, para que, dessa forma, os preços da gasolina e do diesel recuem.

Veja o vídeo com a íntegra da sessão na Câmara:

*Com informações do Estadão Conteúdo

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