🔴 AÇÕES, FIIs, DIVIDENDOS, BDRs: ONDE INVESTIR EM ABRIL? CONFIRA +30 RECOMENDAÇÕES AQUI

Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Entrevista

Ação da LOG (LOGG3) já deu o que tinha que dar? Para CEO, bom momento do setor de galpões está só começando

Setor foi beneficiado com a pandemia, mas ritmo não deve arrefecer com a reabertura; em entrevista ao Seu Dinheiro, CEO da construtora e administradora de galpões logísticos fala da demanda aquecida e da revisão para cima do plano de crescimento da empresa, que agora quer focar apenas em galpões

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
12 de agosto de 2021
5:30 - atualizado às 17:18
Sergio Fischer, CEO da LOG
Sergio Fischer, CEO da LOG. - Imagem: Divulgação

Nem todos os setores da economia sofreram (tanto) com a pandemia de coronavírus em 2020. No mercado imobiliário, os segmentos residencial - muito beneficiado pela queda de juros - e de galpões logísticos - também favorecido pela queda dos juros, mas principalmente pelo seu caráter mais defensivo e o desenvolvimento do e-commerce - acabaram, na realidade, vivendo um bom ano.

Os resultados da LOG (LOGG3), construtora e administradora de galpões logísticos e industriais, deixaram isso bem claro, assim como a trajetória das suas ações.

No ano passado, a companhia controlada pela família Menin - a mesma que controla o banco Inter e a MRV - viu seu lucro líquido crescer 53% em relação a 2019, e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) crescer 39% na mesma base de comparação.

No segundo trimestre de 2020, o mais impactado pela pandemia, o release de resultados da operadora de galpões não só ostentava crescimento em todas as principais linhas do balanço, como destacava a ocupação recorde dos imóveis (até então), além de um recorde de área locada no semestre.

Os papéis (LOGG3), que começaram 2020 na faixa dos R$ 30, chegaram a mergulhar para a faixa dos R$ 15 em março, no auge da crise dos mercados; rapidamente, porém, se recuperaram e, em agosto de 2020, chegaram a ser cotados na faixa dos R$ 40.

Depois disso, as ações acabaram recuando da máxima, mas ainda fecharam o ano um pouco acima do patamar pré-pandemia, com uma valorização acumulada de mais de 6% num ano que foi difícil para a bolsa.

Leia Também

Desempenho da ação da LOG em 2020 (em azul) comparado com o desempenho do Ibovespa (em vermelho). Fonte: Trading View.

A forte demanda das empresas de varejo por galpões, a fim de atender à demanda do e-commerce, então em franca expansão por pura necessidade, manteve a LOG no jogo.

O fenômeno também pôde ser verificado no mercado de fundos imobiliários, onde aqueles que investem em galpões logísticos (como os da própria LOG, que volta e meia vende um ativo para um FII) estiveram entre os que menos sofreram na bolsa no ano passado.

Além da alta demanda do e-commerce, outro fator muito citado por analistas para o bom momento vivido pelo setor de galpões em 2020 foi o fato de os contratos de aluguel desses imóveis serem atípicos, o que lhes confere um perfil muito defensivo.

Contratos atípicos em geral têm prazos longos e não contam com revisional no meio da vigência, evitando que os aluguéis sejam reduzidos caso haja, como ocorreu no ano passado, uma crise. Ou seja, há maior previsibilidade de aluguéis.

No entanto, com a reabertura da economia no pós-pandemia, o mercado já não espera um impulso tão forte do e-commerce quanto no ano passado; no caso dos FII, no início de 2021, o segmento de galpões já vinha sendo considerado um pouco caro por analistas desse mercado - ainda assim, fundos de galpões continuaram figurando entre os preferidos desses mesmos analistas nas suas carteiras recomendadas de FII.

Em 2021, as ações da LOG, que tão bem sobreviveram à pandemia, perderam o vigor e recuam cerca de 20%, sendo atualmente negociadas a menos de R$ 30.

Desempenho da ação da LOG em 2021 (em azul) comparado com o desempenho do Ibovespa (em vermelho). Fonte: Trading View.

Isso significa que o setor de galpões já deu o que tinha que dar?

Bem, para a LOG, a resposta é não, muito pelo contrário. A empresa acaba de divulgar um balanço sólido no segundo trimestre e de revisar para cima seu plano quinquenal de crescimento.

O plano original de entregar um milhão de metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) em cinco anos já havia sido ampliado para 1,4 milhão de metros quadrados em 2020, em razão da forte demanda durante a pandemia.

Chamado de “Todos por 1.4”, o plano foi recentemente rebatizado de “Todos por 1.5”, adicionando mais 100 mil metros quadrados à meta da companhia para 2024.

Em julho, a LOG ampliou sua atuação para mais um estado do Nordeste, atingindo agora 18 unidades da federação. E, apesar de atuar em outras frentes de negócio - um loteamento industrial em Betim (MG) e o segmento de strip malls -, a ideia da companhia é, com o tempo, caminhar para um portfólio 100% composto por galpões logísticos.

“Todos os estados estão com demanda muito aquecida. Temos obras em andamento em todas as regiões do país, e estamos conseguindo alugar os galpões ainda durante a obra”, me disse Sergio Fischer, CEO da LOG, em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro.

De fato, no primeiro semestre deste ano, 63% da absorção bruta dos imóveis da companhia se deu por pré-locação de obras ainda em andamento em cinco cidades de quatro estados.

Segundo Fischer, o e-commerce continua sendo o grande motor da demanda por galpões no país, que inclusive é muito forte fora do eixo Rio-São Paulo - 92% da absorção bruta do primeiro semestre de 2021 se deu fora do eixo das duas metrópoles.

E isso porque, com ou sem pandemia para impulsionar as vendas pela internet, o Brasil ainda tem uma oferta baixa de galpões de alto padrão. “O problema é o estoque brasileiro atual, que é de péssima qualidade”, frisa.

A baixa penetração do e-commerce no Brasil é outro fator que mantém a LOG otimista com o futuro. Mesmo após o forte crescimento de 2020, as vendas pela internet ainda representam apenas cerca de 10% das vendas totais do varejo. E a expectativa de crescimento médio desse segmento, de 2019 a 2025, é de 25%, segundo estimativas do Morgan Stanley citadas pela companhia.

“Cada ponto adicional de e-commerce traz uma demanda absurda por galpões, e apenas 15% da área ofertada no país se refere a galpões de alto padrão”, diz Fischer, que lembra que a maioria dos imóveis logísticos brasileiros também se concentra no eixo Rio-São Paulo.

“Em praças onde temos operações relevantes, como Fortaleza, Goiânia, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, o e-commerce é pujante e quase não existem galpões de qualidade. A gente já esperava uma demanda maior em condições normais, mas a pandemia acabou alavancando essa demanda”, diz o CEO.

Quem é a LOG: seus diferenciais e o foco em galpões

Presente no mercado há 13 anos, a LOG é uma desenvolvedora de ativos logísticos greenfield e uma das maiores locadoras de galpões de alto padrão do Brasil.

Verticalizada, a companhia atua em todos os estágios do desenvolvimento dos seus empreendimentos imobiliários, desde a incorporação até a administração das propriedades.

“Fazemos tudo dentro de casa: identificamos a demanda, compramos o terreno, aprovamos os projetos, construímos, alugamos e administramos a propriedade. A gente brinca que tem a maior construtora de galpões logísticos do país dentro da LOG”, diz Sergio Fischer.

Atualmente, a companhia tem mais de um milhão de metros quadrados de ABL construída e está presente em mais de 30 cidades de 18 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

Galpão da LOG em Fortaleza, Ceará. Crédito: Divulgação.

Entre os clientes que alugam galpões da LOG estão grandes varejistas, inclusive aquelas totalmente ou principalmente voltadas ao comércio eletrônico, como Magazine Luiza, Mercado Livre, Amazon, Via e B2W, além de empresas como Toyota, Pepsico e Suzano.

Cerca de 60% do portfólio de clientes é composto por empresas vinculadas ao crescimento do e-commerce, mas a carteira de inquilinos não é concentrada. O maior cliente representa apenas 6,0% da receita bruta da companhia e 7,1% da Área Bruta Locável.

Segundo o CEO, o grande diferencial da LOG se apoia no seguinte tripé: o fato de que todos os investimentos são projetos greenfields, 100% desenvolvidos pela companhia; a ampla diversificação geográfica; e a verticalização.

São três frentes de negócio: a de galpões logísticos, atualmente com 30 unidades prontas; o loteamento industrial no Parque Industrial Betim, na cidade mineira homônima, com até 2,9 milhões de metros quadrados de potencial; e dois strip malls, um em Betim e outro na cidade de Serra, no Espírito Santo.

“Tanto os strip malls quanto o loteamento industrial foram investimentos mais oportunísticos", diz Fischer, reforçando que o foco da LOG são os galpões. No segmento de strip malls, inclusive, a companhia está até vendendo ativos.

A venda de ativos, aliás, também faz parte da estratégia da companhia. Mas no caso dos galpões logísticos, o propósito é apenas fazer a reciclagem do portfólio e obter recursos para financiar seus investimentos, e não sair do segmento.

A venda de galpões costuma ser feita para fundos imobiliários, principalmente para o fundo LOG CP (LGCP11), do banco Inter, criado em 2019 exclusivamente para receber galpões da LOG.

“Nós temos a intenção de aumentar o patrimônio desse fundo de forma relevante”, observou Fischer, que se diz otimista com o segmento de fundos imobiliários no Brasil. “Os FII de galpões ainda são muito mal precificados”, completa.

Galpão da LOG em Contagem, Minas Gerais. Crédito: Bruno Henriques Corrêa/Divulgação

O plano “Todos por 1.5”: “pisando no acelerador”

Na divulgação dos resultados do segundo trimestre, a LOG anunciou a revisão do seu plano de crescimento, que agora visa a entrega de 1,5 milhão de metros quadrados até 2024, mais que dobrando o ABL da companhia em cinco anos. “Metade disso já deve ser entregue até o fim de 2022”, diz o CEO da empresa.

A ampliação do plano foi motivada pela assinatura, no segundo tri, de um contrato de built to suit (imóvel feito sob medida para o ocupante) de 95,7 mil metros quadrados de ABL no Parque Industrial de Betim, que não estava contemplado na versão anterior do plano. O cliente, diz Fischer, foi uma plataforma de e-commerce.

“A demanda do e-commerce está dando a oportunidade de termos um crescimento muito mais robusto do que no plano original [que era de 1 milhão de metros quadrados]. Estamos pisando no acelerador e batendo recordes na parte financeira”, diz o executivo, que já prevê a necessidade de novas revisões no plano de crescimento mais adiante.

No primeiro semestre, 84% da absorção bruta da companhia foi feita por clientes com atendimento ao e-commerce, sendo que 69% foi para clientes com atendimento exclusivo ao comércio eletrônico.

Gosta do investimento em imóveis? Então confira alguns fundos imobiliários promissores para o segundo semestre de 2021 no vídeo a seguir, e aproveite também para se inscrever no nosso canal do YouTube:

O presente e o futuro da LOG - vale a pena investir?

A LOG terminou o primeiro semestre de 2021 em um bom momento, com a menor taxa de vacância da sua história (apenas 2,05%), uma posição de caixa robusta de R$ 889 milhões e uma dívida líquida de apenas R$ 36 milhões, resultando numa relação dívida líquida/Ebitda para atividades de locação de apenas 0,3 vez.

Além de poder se financiar por meio da reciclagem de ativos e do seu próprio caixa, a empresa ainda exibe, portanto, um bom espaço para se alavancar via dívida. Isso sem contar a possibilidade de fazer ofertas de ações - o que, segundo Fischer, nunca sai do radar.

No segundo trimestre, o lucro líquido da LOG totalizou R$ 78,4 milhões, queda de 35% ante o primeiro trimestre, mas crescimento de 257,3% em relação ao mesmo período de 2020; já o Ebitda somou R$ 76,5 milhões, queda de 46% ante o trimestre anterior, mas alta de 185,5% na comparação anual.

Não foi o resultado dos sonhos, mas os resultados financeiros vieram em linha com as estimativas do mercado, e os analistas da companhia viram o balanço com bons olhos, destacando a forte demanda e a taxa de vacância baixa.

O Itaú BBA e o BTG Pactual, por exemplo, têm recomendações de compra para a ação, com preços-alvo de R$ 40,20 e R$ 44, respectivamente. Já a XP tem recomendação neutra, mas seu preço-alvo também está na mesma faixa, a R$ 40,40.

Segundo a ferramenta TradeMap, há hoje ao menos seis corretoras que recomendam a compra do papel, com preços-alvo que variam de R$ 39 a R$ 45 e mediana de R$ 41,10, o que representa um potencial de alta de cerca de 50%. Não há registros de corretoras recomendando venda.

Mas o atual ciclo de alta da Selic é um risco que não sai do radar da empresa nem do mercado hoje. “Com certeza a alta dos juros impacta o negócio, é uma preocupação que a gente tem”, diz Sergio Fischer. “E o momento está ruim para conversar sobre isso, porque ainda está todo mundo tentando entender o que pode acontecer”.

No entanto, assegura ele, uma Selic ao redor de 6% ao ano ainda é saudável para o setor imobiliário.

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COM FOME DE AQUISIÇÃO

Com portfólio do RELG11 na mira, fundo imobiliário GGRC11 anuncia emissão de cotas milionária — e já avisou que quer comprar ainda mais imóveis

3 de abril de 2025 - 14:02

A operação do GGRC11 faz parte do pagamento pelo portfólio completo do RELG11, que ainda está em fase de negociações

ENTREGAS DE AVIÕES

Embraer (EMBR3) tem começo de ano lento, mas analistas seguem animados com a ação em 2025 — mesmo com as tarifas de Trump 

3 de abril de 2025 - 12:31

A fabricante de aeronaves entregou 30 aviões no primeiro trimestre de 2025. O resultado foi 20% superior ao registrado no mesmo período do ano passado

AJUSTANDO A CARTEIRA

Oportunidades em meio ao caos: XP revela 6 ações brasileiras para lucrar com as novas tarifas de Trump 

3 de abril de 2025 - 11:27

A recomendação para a carteira é aumentar o foco em empresas com produção nos EUA, com proteção contra a inflação e exportadoras; veja os papéis escolhidos pelos analistas

REJAUSTANDO A ROTA

Nike vai recuperar o pace? Marca perdeu espaço para Adidas e On, mas pode voltar aos pés dos consumidores 

3 de abril de 2025 - 8:02

Após anos de marasmo, perdendo espaço para concorrentes, empresa americana tenta recuperar influência no mercado focando em um segmento que sempre liderou

IR 2025

Como declarar imóveis no imposto de renda 2025, incluindo compra, venda e doação

3 de abril de 2025 - 7:00

A posse de imóveis ou a obtenção de lucro com a venda de um imóvel em 2025 podem obrigar o contribuinte a declarar; mas qualquer um que entregue a declaração deve informar a posse ou transações feitas com bens imóveis

AÇÃO DO MÊS

Itaú (ITUB4), de novo: ação é a mais recomendada para abril — e leva a Itaúsa (ITSA4) junto; veja outras queridinhas dos analistas

3 de abril de 2025 - 6:10

Ação do Itaú levou quatro recomendações entre as 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro; veja o ranking completo

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?

2 de abril de 2025 - 20:00

As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? As melhores opções em ações, dividendos, FIIs e BDRs para este mês

2 de abril de 2025 - 19:30

No novo episódio do Onde Investir, analistas da Empiricus Research compartilham recomendações de olho nos resultados da temporada de balanços e no cenário internacional

CADEIRA NO CONSELHO

Minoritários da Tupy (TUPY3), gestores Charles River e Organon indicam Mauro Cunha para o conselho após polêmica troca de CEO

2 de abril de 2025 - 18:57

Insatisfeitos com a substituição do comando da metalúrgica, acionistas indicam nome para substituir conselheiro independente que votou a favor da saída do atual CEO, Fernando Rizzo

PARA CUMPRIR A PROMESSA

Em busca de zerar a vacância do fundo imobiliário, VPPR11 anuncia mais um contrato de locação de imóvel em Alphaville

2 de abril de 2025 - 11:43

Este é o segundo anúncio de locação de ativos do VPPR11 nesta semana. O FII recentemente lidou com a substituição da gestora XP Asset para a V2 Investimentos

NOVA CHAPA

Assembleia do GPA (PCAR3) ganha apoio de peso e ações sobem 25%: Casino e Iabrudi sinalizam que também querem mudanças no conselho

2 de abril de 2025 - 11:21

Juntos, os acionistas somam quase 30% de participação no grupo e são importantes para aprovar ou recusar as propostas feitas pelo fundo controlado por Tanure

NOVA ERA

Tupy (TUPY3): Troca polêmica de CEO teve voto contrário de dois conselheiros; entenda o imbróglio

1 de abril de 2025 - 18:08

Minoritários criticaram a troca de comando na metalúrgica, e o mercado reagiu mal à sucessão; ata da reunião do Conselho divulgada ontem mostra divergência de votos entre os conselheiros

ACORDO ELETRIZANTE

Vale (VALE3) garante R$ 1 bilhão em acordo de joint venture na Aliança Energia e aumenta expectativa de dividendos polpudos

1 de abril de 2025 - 14:35

Com a transação, a mineradora receberá cerca de US$ 1 bilhão e terá 30% da nova empresa, enquanto a GIP ficará com 70%

TOUROS E URSOS #217

Trump preocupa mais do que fiscal no Brasil: Rodolfo Amstalden, sócio da Empiricus, escolhe suas ações vitoriosas em meio aos riscos

1 de abril de 2025 - 14:05

No episódio do podcast Touros e Ursos desta semana, o sócio-fundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, fala sobre a alta surpreendente do Ibovespa no primeiro trimestre e quais são os riscos que podem frear a bolsa brasileira

FIIS HOJE

Após mudança de nome e ticker, FII V2 Prime Properties ganha novo inquilino em imóvel em Alphaville — e cotistas comemoram

1 de abril de 2025 - 13:17

A mudança do XP Properties (XPPR11) para V2 Prime Properties (VPPR11) veio acompanhada de uma nova gestora, que chega com novidades para o bolso dos cotistas

DEVO, NÃO NEGO?

Após problema com inadimplência, inquilina encerra contrato de locação do FII GLOG11 — mas cotistas (ainda) não vão sentir impactos no bolso

1 de abril de 2025 - 12:03

Essa não é a primeira vez que o GLOG11 enfrenta problemas de inadimplência com a inquilina: em 2023, a companhia deixou de pagar diversas parcelas do aluguel de um galpão em Pernambuco

MUDANÇAS NO CONSELHO

Michael Klein de volta ao conselho da Casas Bahia (BHIA3): Empresário quer assumir o comando do colegiado da varejista; ações sobem forte na B3

1 de abril de 2025 - 11:49

Além de sua volta ao conselho, Klein também propõe a destituição de dois membros atuais do colegiado da varejista

APÓS O ROMBO

Ex-CEO da Americanas (AMER3) na mira do MPF: Procuradoria denuncia 13 antigos executivos da varejista após fraude multibilionária

1 de abril de 2025 - 9:51

Miguel Gutierrez é descrito como o principal responsável pelo rombo na varejista, denunciado por crimes como insider trading, manipulação e organização criminosa

DESTAQUES DA BOLSA

Mais valor ao acionista: Oncoclínicas (ONCO3) dispara quase 20% na B3 em meio a recompra de ações

31 de março de 2025 - 16:35

O programa de aquisição de papéis ONCO3 foi anunciado dias após um balanço aquém das expectativas no quarto trimestre de 2024

NO BANCO DOS RESERVAS

Ainda dá para ganhar com as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11)? Não o suficiente para animar o JP Morgan

31 de março de 2025 - 14:49

O banco norte-americano rebaixou a recomendação para os papéis BBAS3 e BPAC11, de “outperform” (equivalente à compra) para a atual classificação neutra

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar